A paz, se possível, mas a verdade, a qualquer preço!

Martinho Lutero

31/01/2012

SILAS MALAFAIA CHAMA JORNALISTA DA REVISTA ÉPOCA DE VAGABUNDA!





Por Púlpito Cristão -

Fonte: revista time -

Primeiro chamou os pregadores da teologia da prosperidade de “canalhas”. Depois se arrependeu, virou “canalha” também e passou a chamar os pastores que não pregam a “teologia da prosperidade” de idiotas. Há pouco tempo atrás, prometeu “fornicar” um líder do movimento gay. Depois, ao ver que tinha pegado mal, afirmou que usou a palavra “funicar” (que não existe em nenhum dicionário, diga-se de passagem). Agora, em entrevista ao New York Times, o pastor Silas Malafaia chamou a jornalista da Época de “tramp”, “vagabunda”:

“Em entrevista ao The New York Times, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia, usou termos bem pouco polidos para referir-se à jornalista Eliane Brum, que publicou coluna onde criticava o preconceito de evangélicos contra ateus. Na entrevista, Malafaia teria usado o termo “tramp” – que, em tradução livre, significa “vagabunda”. “A afirmação do pastor é autoexplicativa: ao atacar minha honra por discordar de minhas ideias, ele proporciona a maior prova do acerto e da relevância do meu artigo”, respondeu Eliane Brum em artigo publicado no site da revista Época. Em declarações anteriores no Twitter, a jornalista já tinha se declarado “chocada” com a fala do pastor”. A entrevista pode ser vista aqui.

Diferente da Elaine, nós não estamos chocados com a atitude do Silas. Apenas surpresos com o fato das suas gafes se tornarem internacionais.Esse Silas vive se superando!


Já chamou os blogueiros de vagabundos, idiotas e endemoninhados,é um fanfarrão.

Teólogo Francis Schaeffer, ativista e escritor, completaria 100 anos se estivesse vivo





Publicado por Tiago Chagas em 31 de janeiro de 2012

Fonte: G+

Considerado um dos mais influentes pensadores cristãos do século 20, o teólogo Francis A. Schaeffer teria completado, se estivesse vivo, cem anos ontem, 30/01.



Ativista protestante, Francis escreveu livros, influenciou líderes religiosos e políticos e fundou em 1955, ao lado de sua esposa, Edith, a comunidade “L’Abri” (em tradução do francês, “O Abrigo), presente em diversos países, inclusive no Brasil. Nesta comunidade, eram incentivados os debates a respeito das questões vigentes na sociedade, e a perspectiva cristã sobre esses fatos.



Há relatos de que Francis Schaeffer iniciou, do ponto de vista cristão, o ativismo pró-vida, com sua militância contrária ao aborto, tanto nos meios protestantes quanto católicos. Artigo publicado no blog “O Contorno da Sombra” afirma que Francis se viu “compelido a orquestrar uma reação cristã de raiz protestante às muitas influências que ameaçavam solapar a fé de tanta gente. Para atingir este objetivo, trabalhou basicamente em duas áreas principais: a apologética e a política. Na primeira, salientou a necessidade de se debater de maneira direta e contundente quando se tratava de defesa da fé. Na segunda, incentivou a participação política maciça dos cristãos para que assim influenciassem os destinos de sua nação e do mundo em geral”.



Autor do livro “Um manifesto cristão”, Schaeffer teve essa obra considerada uma resposta cristã indireta aos conceituais “Manifesto Comunista” e “Manifesto Humanista”. Francis acreditava que o mundo, em sua época, vivia uma crise moral e que os cristãos, tanto protestantes quanto católicos, deveriam se posicionar de forma firme, marcando presença no que seus princípios diziam ser o correto.



Durante sua militância, aproximou-se dos políticos e partidos da direita conservadora norte-americana, e talvez por isso, tenha sido tão severamente criticado por historiadores. “De qualquer maneira, Francis Schaeffer deixou um legado muito importante para a Igreja que talvez ainda não tenha sido compreendido em toda a sua extensão e nas amplas teias de suas implicações. Vivemos tempos muito conturbados no último século, nos quais ainda estamos emaranhados, e talvez um dia possamos avaliar melhor a sua obra, inclusive naquilo que a acusam de politização excessiva ou extremismo conservador”, opina o artigo do blog “O Contorno da Sombra”.



Apesar de sua reconhecida importância, pairam questionamentos sobre as consequências das teses e ações de Francis Schaeffer. Analisando pelo ponto de vista dos defensores de cristianismo menos fundamentalista e longe da teologia da prosperidade, o artigo questiona se o quadro atual é resultado direto da influência do teólogo Francis Schaeffer: “Até que ponto, por exemplo, essa ênfase excessiva na política pode ser culpada pela bandalheira da prosperidade e do materialismo que vem assolando o meio evangélico nas últimas décadas? Em que medida o foco cristão na campanha ideológica pela normatização de preceitos morais pode ter descaracterizado, sublimado ou – pior – substituído a pregação pura e simples do evangelho da cruz de Cristo?”.

CRISTÃOS SÃO AGREDIDOS POR EVANGÉLICOS NA MARCHA PARA ''JESUS''







Por Michael Caceres | Correspondente do The Christian Post -


Nesta quinta-feira (23) aconteceu a 19ª edição da Marcha, reunindo cerca de 1,5 milhão de pessoas, segundo a Polícia Militar, com a realização de alguns protestos contra a marcha.O evento interdenominacional, realizado em São Paulo anualmente, é considerado uma das maiores manifestações públicas evangélicas do mundo. No ano passado, de acordo com a Polícia Militar, o evento reuniu 3 milhões de pessoas, apesar de a organização ter divulgado em nota que pelo menos 5 milhões de pessoas participaram da 18º edição.

Organizado pela Igreja Renascer em Cristo e participação do Pastor Silas Malafaia e deputado Marcos Feliciano, a Marcha foi apoiada por diversas denominações evangélicas e teve a participação de cantores e bandas, além de dezenas de trios elétricos atraindo multidões.



Protestos contra a marcha ocorreram por um grupo que defendem o “Cristianismo Puro e Simples” segurando faixas que diziam: “Voltemos ao Evangelho Puro e Simples”, o “Show tem que parar.” Eles protestavam contra as questões polêmicas de fraude que envolvem a Igreja Renascer e pela pregação da teologia da prosperidade.

Paulo Siqueira, um dos organizadores do protesto, disse ao The Christian Post que ele e os integrantes do grupo, inclusive sua esposa, foram agredidos no início do evento, por volta das 10:40h. Segundo ele, membros da Igreja Renascer – um deles se identificou como Pastor da Igreja - com camisetas da Marcha “pegaram sua esposa pelo pescoço” e levaram suas faixas “no chute e pontapé”. Siqueira, pastor da Igreja Quadrangular, relatou que todos os anos eles protestam e são agredidos.

A marcha teve cobertura internacional, foi noticiada por diversos jornais do país, como o Jornal Nacional. órgãos municipais também participaram, como a SPTrans, que disponibilizou a Van Atende, para transportar os deficientes físicos até a concentração. A organização disponibilizou um ambulatório com mais de 200 profissionais da área da saúde, divididos entre médicos e enfermeiros, que ficaram de plantão durante todo o evento.

COMO IDENTIFICAR UM ''PREGADOR'' ANIMADOR DE AUDITÓRIO




Por Gutierres Siqueira
Fonte: PúlpitoCristão

O artigo em apreço não tem por objetivo traçar perfil de algum pregador famoso, mas sim alertar contra os mercenários vestidos de ovelhas que andam em nosso derredor. Que possamos tomar o cuidado de que os nossos nomes não estejam no rol de membros do conselho de animadores de auditório! É tempo de tomarmos posição, pois daqui a pouco não acharemos quem pregue a Palavra, mas sobrarão aqueles que buscam entretenimento para o povo.Como identificar um animador de auditório? Abaixo estão algumas características nada virtuosas desses pregoeiros do triunfalismo utópico.

Os animadores de auditório amam a popularidade

Ter nomes em camisetas, em placas de denominações, ser cogitado por várias igrejas e ter agenda impossível de ser cumprida, eis o sonho de todo animador de auditório. Querem popularidade, fama, glória! Para isso foi chamado o pregador do evangelho? Esse deve ser o objetivo daqueles que dizem seguir o humilde Nazareno? Fama e muitos seguidores é sinal de aprovação divina? É claro que não!

Alguém logo argumenta:- Ora, Jesus foi um homem popular em sua época! Mas é bom lembrar que Jesus não buscava popularidade, ele buscava almas! Jesus, mediante muitos de seus milagres dizia ao beneficiado que não contasse nada a ninguém. Quem foi o único homem digno de glória senão Jesus, mas ele “aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (Fp 2.7). Quis o manso Filho do Homem nos dar o exemplo!

Apesar da grande popularidade de Cristo, nos seus momentos de explosão de milagres, ele amargou o desprezo dos amigos e discípulos durante o caminho do Gólgota. Como bem havia profetizado o profeta messiânico: “Era desprezado e o mais indigno entre os homens, homem de dores, experimentado nos trabalhos e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum” (Is 53.3).

Os animadores de auditório são usuários do marketing pessoal

Certo dia vi um cartaz na igreja em que estava: “Pregador Fulano de Tal, Conferencista, em suas reuniões acontece batismos no Espírito Santo, curas divina, libertações, bênçãos, mas tudo pelo poder de Deus”! Seria cômico se não fosse trágico, pois usa de uma falsa modéstia para falar que todas essas bênçãos, promotoras do seu marketing pessoal, que acontecem simplesmente pelo poder de Deus. É claro que um cartaz bem elaborado como esse, serve para fazer promoção de alguém que quer evidência. Podemos fazer propaganda de milagres? Tornar o poder de Deus algo sujeito a nossa manipulação? Determinar o dia em que um milagre vai acontecer? Isso é o dom da fé ou o mercantilismo da fé?

O animador de auditório fala muito de si mesmo, diz ele: “Eu fiz isso, eu fiz aquilo; no meu ministério acontece isso, acontece aquilo; aqui eu faço e acontece”. Sempre há muita arrogância e busca de auto-promoção. Esse animador é sempre o grande ungido que não pode ser contestado.

Os animadores de auditório desprezam a pregação expositiva

Pregar sobre uma passagem bíblica de maneira profunda, bem estudada e pesquisada, além de levar os ouvintes a reflexão. Eis algo que os animadores de auditório abominam! Dizem logo que não precisam de esboços, pois o Espírito Santo revela. Ora, o Espírito Santo é limitado em expressar a sua vontade por meio de um esboço? O que esses animadores não querem admitir é que a pregação expositiva impede o seus teatrinhos, pois a centralidade é em torno da Palavra. Além disso, um sermão expositivo exige tempo e bom preparo, algo descabido na era dos descartáveis e das comidas-rápidas. Bem cantou o salmista: “A exposição das tuas palavras dá luz e dá entendimento aos símplices”(Sl 119.130).

Os animadores de auditório desprezam o ensino e o estudo da Palavra

Como pode alguém dizer que foi chamado para o ministério pastoral se não tem apreço para o ensino. Pastor não foi chamado para cantar, construir templos, fazer campanhas sociais, tudo isso é bom, mas a principal missão do pastor é ensinar o seu rebanho. Já dizia o apóstolo Paulo ao jovem pastor Timóteo: “seja apto para ensinar”(I Tm 3.2). O ensino exige aprendizado. Aquele que ensina deve-se dedicar ao ensino (Rm 12.7). Escreveu o professor James I. Packer: Despreze o estudo de Deus e você estará sentenciando a si mesmo a passar a vida aos tropeções, como um cego, como se não tivesse nenhum senso de direção e não entendesse aquilo que o rodeia. Deste modo poderá desperdiçar sua vida e perder a alma.[1]

Os animadores de auditório não suportam sermões de conteúdo, pois eles querem é entretenimento. São como crianças que deveria ficar na escola, mas pulam o muro para jogar bola. O pregador não pode fugir da responsabilidade de trazer conteúdo bíblico aos seus ouvintes, como disse Paulo: “Pregues a Palavra, instes a tempo e fora de tempo. Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (II Tm 4.2, 15).

Os animadores de auditório desprezam temas relevantes em suas pregações

Você já foi em um grande congresso, onde esses animadores de auditório comparecem, cujo tema era “O fruto do Espírito” ou “A Santíssima Trindade”? Mas certamente você já foi em eventos que os verbos mais conjugados foram: receber, vencer, poder, ganhar, conquistar, sonhar, triunfar etc?! Infelizmente os temas essenciais da Bíblia são desprezados nos púlpitos. Onde estão aquelas pregações sobre o “caráter cristão”, “a graça de Deus”, “o céu e inferno”, “a justificação pela fé”, “a mortificação da carne”, “o preparo para um encontro com Deus” etc? Logos os animadores dizem: “Isso é tema para Escola Dominical”, mas eles nunca vão a Escola Bíblica Dominical! E quem disse que pregação não deve conter o temas essenciais da fé cristã?Para pregar os temas relevantes da fé cristã é preciso manejar bem a Palavra da Verdade e ser como Apolo, “varão eloquente e poderoso nas Escrituras” (Atos 18.24). Mas não basta somente boa oratória, eloquência e experiência em homilias, é necessário acima de tudo dominar as Escrituras, ser “instruído no caminho do Senhor” e ser “fervoroso de espírito”, sendo assim, o pregador vai falar e ensinar com diligência “as coisas do Senhor”(Atos 18.25), assim como Apolo. John Stott escreveu: O arauto cristão sabe que está tratando de assunto de vida ou morte. Anuncia a situação do pecador sob os olhos de Deus, e a ação salvadora de Deus, através da morte e ressurreição de Cristo, e o convida ao arrependimento e à fé. Como poderia tratar tais temas com fria indiferença?[2]

A partir do momento em que os pregadores esquecem o tema principal do evangelho, eles desprezam o próprio Senhor da Palavra. Quando desprezam o verdadeiro Deus passam a adorar o falso deus da teologia da prosperidade: Mamon! Isso acontece quando as doutrinas centrais do cristianismo são desprezadas.

Os animadores de auditório despertam o emocionalismo

O emocionalismo é ser guiado e orientado pelas emoções. A emoção é parte importante do culto cristão, pois nós, os seres humanos, somos emocionais e também racionais; o grande problema é que os animadores valorizam excessivamente a emoção em detrimento da razão. Os animadores chegam a afirmar que as pessoas não precisam compreender aquilo que acontece em suas reuniões ou dizem para que os cultuantes não usem a mente. Outros, mais ousados, ameaçam sua platéia dizendo que Deus condena os incrédulos, com se ter senso crítico fosse incredulidade. A Bíblia adverte contra a credulidade cega, que não analisa e vê, baseado nas Escrituras, aquilo que está engolindo (I Jo 4.1). Os animadores de auditório não gostam de uma platéia que pense!

Os animadores de auditório pregam um deus mercantilista

Para os animadores Deus é obrigado a agradar os seus bons meninos dizimistas e ofertantes. A base do relacionamento com Deus é na troca: “Eu vou dar o dízimo para Deus me dar uma casa ou vou fazer uma grande oferta para arranjar uma linda noiva”. Ora, vejam com Deus é visto nos pensamento dos animadores, como um grande comerciante, melhor inclusive que aplicação na bolsa de valores.

Quão miserável é essa espiritualidade mercantilista, onde o dinheiro é visto com mediador entre o homem e Deus; onde a “divindade” faz trocas com homens materialistas. Ó quão miserável e podre doutrina dos animadores de auditório! Mas quão maravilhosa é a visão bíblica do Altíssimo, um Deus de amor que nos transmite graça sendo nos ainda pecadores, e que nos livra do pecado e da morte e nos dá uma nova vida em Cristo!

Os animadores de auditório amam títulos

Apesar do horror pelo estudo bíblico, os animadores gostam do título de Doutor em Divindades, que pode ser comprado por dois mil dólares em falsas faculdades nos Estados Unidos e no Brasil, mas só que na América de cima é mais chique! Ora, como alguém se torna doutor em apenas seis meses? (eis um rolo gospel do diploma).

Isso mostra que os animadores não estão preocupados com um estudo aprofundado das Escrituras ou até mesmo na trilha de uma carreira acadêmica, o que eles amam na verdade é os títulos. Hoje proliferam os auto proclamados bispos, profetas, apóstolos, arcanjos e daqui a pouco: semi-deus ou vice-deus. Mas é melhor não dar idéia.


***
Gutierres Siqueira é editor do blog Teologia Pentecostal. Divulgação: Púlpito Cristão

Condenada, Bispa Sonia Hernandes terá de devolver R$ 785 mil ao Ministério da Educação





Publicado por Tiago Chagas em 31 de janeiro de 2012
Fonte: G.notícias


O Tribunal de Contas da União negou recurso apresentado pela bispa Sonia Hernandes e manteve a sentença que obriga a esposa do apóstolo Estevam Hernandes a devolver R$ 785 mil aos cofres públicos, por causa de um convênio firmado pela Fundação Renascer com o Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação, entre 2003 e 2004.

Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
Como Sonia era presidente da Fundação Renascer à época, foi condenada a devolver o valor do repasse feito pelo Ministério da Educação por não ter comprovação da aplicação dos recursos em alfabetização de jovens e adultos.

Além dos R$ 785 mil que terá de devolver, a bispa terá que pagar uma multa de R$ 100 mil. O que levou o FNDE a solicitar uma investigação sobre o destino da verba repassada foi o saque do valor integral em espécie, num caixa de banco e a documentação, considerada “insuficiente para comprovar o nexo entre o desembolso de valores e as despesas realizadas, haja vista que somente foi apresentada relação de nomes dos alfabetizadores e coordenadores e respectivos pagamentos supostamente realizados, sem nenhum documento comprobatório, além de não terem sido encaminhadas notas fiscais dos materiais adquiridos, recibos dos alfabetizadores referentes às bolsas e aos vales-transportes recebidos e folhas de frequência dos alunos alfabetizados”, segundo palavras do relator do processo, Dr. Aroldo Cedraz.

Zé Bruno, que à época era bispo-primaz da Renascer e vice-presidente da Fundação Renascer, foi isento de culpa, segundo o relatório: “Inicialmente, foram citados a Fundação Renascer/SP e seu ex-vice-presidente José Antônio Bruno, cujas alegações de defesa, conforme demonstrou a Secex/SP (fls. 638/644 do volume 3), comprovaram sua ausência de responsabilidade pelas irregularidades e pelos débitos apurados”, informa o texto do relatório do Tribunal de Contas da União.

Segundo o Renascer Prime, ateus ironizaram a condenação da bispa e publicaram nota em um site de humor classificado-a como covarde: “Essa mulher é a representação clara da covardia praticada contra o povo, o mesmo povo que permite o controle mental, pois é mais fácil seguir algo totalmente pronto e mastigado, do que pensar e questionar por conta própria. Será que nos sites relacionados à Igreja Renascer existem informações sobre o acontecido?”, questiona o texto.

30/01/2012

A GUERRA VIRTUAL JÁ COMEÇOU!




site EXAME:


http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/6-ataques-poderosos-orquestrados-pelo-anonymous

site REVISTA VEJA

http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/anonymous-divulga-dados-do-diretor-do-fbi



O grupo anonnymous invadiu sites do governo norte americano em protesto as novas leis e não vão parar por aí






Vejam o video


Minissérie bíblica “Rei Davi”, da TV Record, recebe patrocínio de R$ 15 milhões de marca de cerveja




G noticias



A minissérie “Rei Davi”, que narra a história de um dos personagens bíblicos mais importantes, produzida pela TV Record disponibilizou cotas de patrocínio nacionais e regionais. O valor da cota nacional, que chega a R$ 15 milhões, foi comprado por uma marca de cerveja.

No Twitter, diversos usuários comentaram o acerto entre a emissora do bispo Edir Macedo e a Cervejaria Itaipava: “Locutor da Record: ‘Rei Davi! Oferecimento. cerveja Itaipava, se beber não dirija’”, postou o usuário


 
 
O plano de mídia oferecido pela emissora prevê 232 inserções da marca de cerveja patrocinadora da minissérie, com chamadas e comerciais durante a exibição dos 29 capítulos previstos. Rei Davi alcançou a liderança isolada de audiência na Grande São Paulo, durante a exibição do segundo capítulo, deixando a TV Globo em segundo lugar.




Anteriormente, a emissora já havia usado o patrocínio de uma marca de cerveja para fazer a cobertura do carnaval e o bispo Edir Macedo, proprietário da emissora, declarou durante um culto que bebia cerveja por ser uma questão pessoal: “Deus nos deu a fé para que a gente decida o que é melhor pra nós. Não tem nada a ver com religião. A religião proíbe beber cerveja, mas eu bebo cerveja quando eu estou com vontade. Eu bebo e acabou! E quem é que vai me dizer pra eu não beber?”.




 

29/01/2012

Culto a deusa ilusão!




Por Rev. Heuring Felix e Ricardo Chioro




‘’O prazer pode apoiar-se sobre a ilusão, mas a felicidade repousa sobre a realidade...Sébastien-Roch Chamfort’’


Deusa,Deusa do encanto me envolve no meu próprio espanto,a instantânea e prazerosa sensação de realização tão temporária como um pequeno cubo de gelo que se derrete exposto ao calor!


A ilusão é sem dúvida o grande mal da humanidade,ela está em toda parte ,em todos os cantos,nas sutilezas imperceptíveis do dia a dia.Não há como evitar o abraço das possibilidades e das satisfações a curto prazo.A Deusa sabe agradar aos que se banqueteiam na fartura do seu império globalizado!

Ela conhece seu objeto, seu alvo, seu fantoche,seu escravo,seu amante por que todos a desejam,e é justamente o desejo que causa a fraqueza aos que pensam continuarem fortes diante do seu feitiço.Ora como fugir das ilusões se a própria sociedade é enraizada nela desde os primórdios? como se livrar de uma teia em que você tenta escapar e fica mais grudado ainda a ela? Poucos conseguiram, e esses poucos mostraram o caminho com a luz na imensa escuridão,enxergaram a verdade além do abraço vicioso do circulo vazio que apriziona o ser,onde só há a mesmice disfarçada de inúmeras possibilidades para o frágil ego humano!


Amigo leitor (a), diria que estamos no mundo dela,no seu palco,a própria terra é um cenário que nos eleva a uma percepção onde se encontra o extremo,a mediocridade, o fracasso,a improbabilidade,a realidade,a ilusão,a natureza,a coincidência,o destino e a intervenção.Tudo isso são elementos que servem de energia para fazer funcionar o sensorial humano,que no seu limite traduz o finito e previsto julgamento,que é incapaz de ver o todo universal e mutável para infinitas probabilidades,somente o eco da displicente e inevitável vontade!



A Sofia e a lança!


Nós temos nossa visão de mundo, mas por interesse ou por alguma dificuldade emocional ou mental ou psicológica essa nossa visão não é correta, por isso não é sabedoria. Por exemplo: uma pessoa materialista, que tem dinheiro e que adora o dinheiro, acredita que o dinheiro é o motivo da pessoa estar bem, ou pior, ser bem, por isso ela acredita que quem não tem muito dinheiro está mal, e muitas vezes que é inferior a ela e coisa e tal.


Esse é um exemplo de uma pessoa que por interesse no dinheiro, ela o tendo e o adorando, é conveniente pensar isso. São muitas as pessoas no mundo de hoje que possuem essa visão, mas ela é uma ilusão, pois o dinheiro não é motivo para uma pessoa ser ou estar bem, pois o próprio Jesus não tinha dinheiro e gozava de grande felicidade, pois tinha atingido sua felicidade plena em Deus. E não só Jesus, como grandes mestres da humanidade como Sidarta Gautama e Gandhi; o que trás felicidade para as pessoas é a realização que vem do coração; e como vêm do coração implica em auxiliar os outros e crescer espiritualmente em Jesus.

Agora como você imagina que uma pessoa com interesse no dinheiro como citado em nosso exemplo, pode sair da sua ilusão de sua visão do dinheiro?


Ela tem que conhecer a si mesma, tem que reconhecer que é seus interesses e que é a sua visão defeituosa de mundo que a faz pensar assim. Só que pessoas materialistas assim geralmente demoram muito para se conhecer, pois não tem interesse em fazer uma coisa profunda como o auto-conhecimento.

Uma ilusão é o contrário da sabedoria, uma vez que a ilusão é uma informação errada da realidade. O exemplo da pessoa que enxerga a importância com o dinheiro, se trata de uma ilusão.

Uma ilusão que a pessoa tenha por causa do ego, é uma ilusão que a pessoa tenta se engrandecer, se vendo muito grande.


Os exemplos dados são poucos perto das ilusões que existem, pois todos nós temos diversas ilusões por causa das enoções, do mental, do ego .


Para você ter uma idéia de que também tem ilusões, o caso do amigo falso, pense se você não cairia nas mentiras dele?


As ilusões vão sendo quebradas quando a pessoa ilumina a si mesma da fonte que vem de Deus. Na escuridão, não se pode ter informações corretas da realidade, só com a luz de Deus podemos enxergar as coisas.


O caminho da sabedoria é portanto o caminho  em Cristo e na abertura de infinitos caminhos para se chegar ao uno,Deus.

Maranata ,hora vem senhor Jesus!

TEOLOGIAS DO INFERNO!



Por Maurício Zágari
Fonte: Púlpito Cristão





Sou megaultrahiper a favor do estudo Teológico. Já fiz dois seminários e defendo com unhas e dentes o estudo da Teologia. Mas estou preocupadíssimo. Tenho visto instituições de ensino e certos professores falarem cada absurdo que minha vontade é começar a concordar com os irmãos que dizem que basta ter Jesus no coração e cantar umas músicas num festival gospel que tá tudo certo. Pois a verdade é que há muitas instituições ditas evangélicas de ensino teológico cujos desensinos têm me arrepiado todo. Por mais que seja uma contradição em termos, parecem teologias do inferno.




A última foi um professor de pós-graduação de uma universidade Metodista de São Paulo que tem quase 9 mil seguidores no twitter e que soltou a seguinte pérola na rede social: “Eu não falei nada em ganhar almas, eu nem acredito que há almas imortais“. Depois de alguns segundos de catatonia, fiquei pensando nas pobres criaturas que têm aulas com esse cavalheiro. Que matriculam-se numa universidade, pagam mensalidades, gastam horas em salas de aula… para desaprender a Bíblia. Minutos depois, mandou-me outro tweet: “biblia fala na ressureição da pessoa por parte d Deus, alma imortal é conceito grego e ñ necessita de ressurreição“.



Ou seja, o que esse teólogo disse (se não é isso, por favor, que me corrijam) é que a alma morre e depois ressuscita com o corpo (pessoa = parte corpórea + parte espiritual). Bem, aí eu fiz o que todos deveriam fazer ao ler coisas estranhas assim: fui checar na Bíblia. E não é que descobri que em Mateus 10.28 Jesus diz que a alma não pode ser morta?! “Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes, tenham medo daquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno“. Pois é, biblicamente apenas as almas que vão para o inferno podem ser destruidas. As demais não – e, portanto, permanecem existindo em sua imortalidade. Ou Jesus estava equivocado?



Ou Mateus 16.26: “Pois, que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma?“. Como se perderia uma alma se ela não fosse imortal? Ah, já sei, é conceito grego…



Ou Ap 6.9: “Quando ele abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas daqueles que haviam sido mortos por causa da palavra de Deus e do testemunho que deram“. Peraí. no Céu João viu almas cujos corpos morreram mas elas continuavam vivas? Então temos: “eu nem acredito que há almas imortais” versus “vi debaixo do altar as almas daqueles que haviam sido mortos”. Hmmm… começo a sentir cheiro de ensinos teológicos errados no ar. E teologias erradas não vêm de Deus. E se não vêm de Deus… vêm de quem então? Talvez de 1 Timóteo 4.1, “O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios”.



Foi quando lembrei-me que esse mesmo senhor, meses atrás, por ocasião do tsunami no Japão, apoiou as opiniões de um certo pastor (autointitulado “o herege da vez”) que disse que “Um deus q tem propósito pra tudo, inclusive pra o mal, é réu confesso! E a pena deveria ser a morte!“. Ao que esse professor que não crê em almas imortais afirmou no twitter: “Quem se pergunta c/ Deus pode permitir terremoto-tsunami ñ entendeu q Deus,por ser Amor, abdicou d controle sobre o mundo“.



Calma. Para tudo. Vou repetir o que ele escreveu, atenção por favor: “…Deus, por ser Amor, abdicou d controle sobre o mundo“. Isso dito por um professor de uma universidade metodista e que tem quase 9 mil seguidores no twitter. Imagina quantos corações e mentes ele não influencia com esses pensamentos. Que vêm de onde mesmo? Uma teologia como essa, que tira de Deus o controle do mundo é um beijo de Judas: tem aparência de amor mas por trás só traz destruição.



Eu confesso: diante dessa última resposta não aguentei e lhe pedi uma explicação mais a fundo (sei lá, vai que entendi errado, que peguei a frase fora de contexto ou que a validade de meus óculos venceu). E não é que ele meteu os gregos de novo na história? Defendeu a mesma ideia de que o Deus da Bíblia controlar as forças da natureza é uma herança pagã dos gregos, que o Deus da Bíblia é relacional e não interfere nas forças da natureza. Agostinho cristianizou Platão e Tomás de Aquino, Aristóteles e por isso agora os teólogos pós-modernos do século 21 helenizaram 2 mil anos de teologia cristã. Jesus…



Aí eu me lembrei do Dilúvio, da abertura do Mar Vermelho, da abertura do Rio Jordão para os israelitas entrarem em Canaã, do “sol que parou”, das pragas do Egito, de Cristo acalmando a tempestade, do terremoto no momento da morte de Jesus e outras forças da natureza sobre as quais a Bíblia – e não os gregos – é clara sobre terem sido provocadas pelo controle de Deus sobre o mundo, suspirei e simplesmente ignorei os devaneios desse senhor. Dei unfollow nele e toquei a vida sem que suas frasezinhas bonitinhas pontuadas por absurdos teológicos incomodassem minha vista. Mas agora ele volta à minha vida ao afirmar que não há almas imortais. Então tá.



Peraí. “Então tá” coisa nenhuma. A coisa é séria. Pois são senhores como esse que assumem a direção de cursos de Teologia e ensinam multidões de pobres almas imortais que elas não são almas imortais!



Isso me faz lembrar de um amigo que depois de 6 anos na igreja matriculou-se num seminário dominado pelo Liberalismo Teológico e ouviu tanta bobagem antibíblica que apostatou da fé. Hoje segue a religião de um guru chamado Osho (que assim como esse professor, tem umas frases lindíssimas e que fisgam milhares de simpatizantes nas redes sociais, mas que prega pesado contra o Cristianismo). Então não posso simplesmente falar “então tá”, pois, com todo respeito à opinião do nobre colega, levar pessoas a crer em heresias pode levar almas imortais a irem para o inferno.



Quer dizer, isso se esse senhor acreditar em inferno, talvez ele creia que seja apenas “uma metáfora”, como afirmam os teólogos liberais. Ou uma invenção dos gregos. Em dias maus como os nossos, se até pastores emergentes estão tirando Gandhi do inferno… tudo é possível.



Um Jesus caótico e descontrolado



Segundo artigo intitulado A soberania de Deus e a contingência do mundo, do blog de um pastor chamado Ed René Kivitz, o referido professor é mencionado como tendo dito que “o Deus da Bíblia não é o Deus da ordem e do controle, pois o amor instala, ou, no mínimo, abre espaço e a possibilidade do caos“. Se você leu rápido demais, deixe-me repetir: “o Deus da Bíblia não é o Deus da ordem e do controle“. Fico me perguntando de que Bíblia ele está falando. Será a mesma Bíblia que afirma que Deus fez certos preparativos “desde antes da fundação do mundo”? Como, p.ex., em Ef 1.4: “Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele em amor“. Suponho eu que organizar e preparar ocorrências antes da fundação do mundo para acontecerem dali a milênios exija um pouco de ordem e controle, não? Ou é possível planejar algo com tanta antecedência cruzando os dedos para que o caos faça as coisas acontecerem como se desejou?



Vai ver que Deus criou o mundo cantando “o acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído…”.



Mas essa praga de pensamentos apócrifos que contradizem dois mil anos de Cristianismo como se fossem uma grande descoberta teológica revelada a essas poucas mentes privilegiadas não é exclusividade desse cavalheiro, a quem um grupo de irmãos sérios na teologia que conheço apelidou carinhosamente de “Senhor Miyagi” (não só por sua aparência oriental, mas por ficar se preocupando em inventar teologias bizarras tão úteis ao Reino de Deus como catar moscas no ar, um hábito desse personagem do filme Karatê Kid). No seminário teológico Presbiteriano onde meu sogro estudou antes de ser ordenado Pastor, as heresias do Liberalismo Teológico comiam soltas. Schleiermacher, Ritschl, Troeschl e Bultmann reinavam absolutos. Graças a Deus (e põe Deus nisso), a direção do seminário mudou e um ortodoxo assumiu, demitindo os professores que ensinavam o falso cristianismo do Deus que não faz milagres e voltando às bases da fé. Que alívio e que sorte para os futuros alunos. Oro para que os alunos da universidade metodista paulistana onde esse cavalheiro das almas mortais e do Deus sem controle leciona venham a ter a mesma sorte.



Eu mesmo ministrei por nove anos em um seminário teológico onde os alunos me relatavam ensinos de outros professores, como um querido que ensinava que almas penadas caminham entre nós após a morte – e outras sandices do gênero.



Considerações finais



Enfim…volto a dizer: sou a favor do estudo teológico. O considero imprescindível. Recomendo enfaticamente a quem não cursou um seminário que o faça, para aprender as verdades bíblicas e não ficar achando, por exemplo, que um programa de música “gospel” na televisão secular é um grande avanço do Evangelho. Mas meu irmão, minha irmã, aqui vai o ponto-chave do que eu quero dizer com todo este post: informe-se muito bem sobre o lugar onde você pretende estudar. Não matricule-se apenas. O que você aprenderá ali vai mexer a tal ponto com sua mente que você poderá crescer enormemente no conhecimento de Cristo ou poderá se tornar um herege ou mesmo um apóstata.



Ser cristão sem compreender e saber explicar as razões da nossa fé é manter-se na tensão superficial do oceano do Espírito. Faço minhas as palavras de Anselmo de Cantuária, teólogo e filósofo cristão do século XII, que disse que Teologia é “fides quaerens intellectum” – fé em busca de entendimento. Mas é fundamental que seja um entendimento baseado na Verdade que Pedro afirmou em 2 Pe 1.15,16: “Eu me empenharei para que, também depois da minha partida, vocês sejam sempre capazes de lembrar-se destas coisas. De fato, não seguimos fábulas engenhosamente inventadas, quando lhes falamos a respeito do poder e da vinda de nosso Senhor Jesus Cristo; ao contrário, nós fomos testemunhas oculares da sua majestade“.



Portanto, querido irmão, querida irmã, fuja das fábulas engenhosamente inventadas por aqueles que querem garantir seu lugar na História inventando uma nova teologia (falar o que todo mundo já fala não dá muito ibope, afinal, não é?).



Fuja da Teologia Relacional.


Fuja do Teísmo Aberto.


Fuja do Universalismo.


Fuja da Teologia Liberal.


Fuja da Ética Transacional Ascendente.


Fuja da Teologia da Prosperidade.


Fuja da Confissão Positiva.



Fuja de tudo aquilo que contraria 2 mil anos de conhecimento e traz novas invenções doutrinárias que servem tão somente para dar notoriedade aos seus proponentes mas que não fazem absolutamente nada pela causa do Evangelho. Porque entre me associar a uma dessas heresias ou ficar tocando pandeirinho e cantando “Desce fogo, desce poder, quem estiver ligado vai receber…” eu fico com a segunda opção. Causa menos dano espiritual. E os pandeiros, tenho certeza, não foram inventados pelos gregos.



Paz a todos vocês que estão em Cristo.



***

Maurício Zágari é jornalista, escritor e editor do blog Apenas.

Há um futuro para o movimento evangélico?

.

Por: Guilherme de Carvalho - 



Foi muito comentada a reportagem da revista Época sobre os "Novos Evangélicos"; celebrada por uns, criticada e até mesmo ridicularizada por outros (e não sem razão, diga-se). Agora que o susto passou e o "corpo" foi recolhido, acho que posso arriscar uns palpites sobre a "causa mortis".



Mais de uma vez ouviu-se o óbvio: que o mago da reportagem jogou numa cartola só todas as alternativas às igrejas mais tradicionais (históricas e pentecostais) e às neopentecostais, e tentou tirar dali o coelho da "Nova Reforma". É claro, foi um truque. Deu pra ver que o coelho era de plástico. Sem contar com o fundo falso da cartola da “Época”.



Mas não é que nada de novo esteja acontecendo. Há coisas novas acontecendo sim - especialmente as coisas menos conhecidas ou "anônimas" que aparecem na reportagem, como a Comunidade 242 e a banda de rock Palavrantiga - e há coisas acontecendo que nem aparecem na reportagem. O que não é novo é o que alguém ironizou como os "novos reclamantes", apresentados na reportagem como os "novos reformadores". Tudo estaria errado: parte dos "novos evangélicos" são na verdade os velhos evangélicos, alguns mais tradicionais, outros mais inovadores, reclamando juntos da grande crise evangélica. E os "evangélicos" da reportagem (neopentecostais, principalmente) são essa forma de evangelicismo defectiva e doente que conhecemos; como se fosse uma laranjeira grande, viçosa, folhuda, mas que dá laranjas esquisitas, pequenininhas e azedas. Esse tipo de árvore confunde a gente.



E muita gente atacou a reportagem: "O que é isso, Novos Evangélicos? Isso é a Globo, dividindo o povo de Deus!". Vários "reclamantes", no entanto, botaram lenha na fogueira: "É, a Época misturou um pouco as coisas, mas precisamos mesmo nos separar dessa laranjeira estéril". Sim, não nos esqueçamos dos “reclamantes dos reclamantes”, vociferando contra ambos os grupos. A pergunta de quem observa é a mesma: "Há futuro para o movimento evangélico"?



Sim

Isso é o que dizem apóstolos, bispos e pastores neopentecostais, diversos ministros de megaigrejas baseadas no paradigma moderno de religião, e a massa de crentes comprometidos com a "cultura gospel": está tudo indo muito bem, a vitória será completa, o povo de Deus vai dominar este país e ai de quem se opuser a isso. A rede Globo e os crentes que desafiam os novos apóstolos cairão sob o juízo de Deus e serão amaldiçoados. (Confesso que gosto da parte sobre a Globo).



Não

Assim dizem alguns dos "reclamantes", assim como os "reclamantes dos reclamantes": o movimento evangélico está falido, não há saída, não há esperança. Vamos esperar por algo novo. Não sabemos o que será, mas sabemos que não é o que conhecemos. Precisamos nos livrar da ortodoxia endurecida dos evangélicos mais fundamentalistas (especialmente dos calvinistas do Mackenzie e dos assembleianos doutrinários), assim como do neopentecostalismo, e partir para outra: para um cristianismo honesto, voltado para a cultura, não-dogmático, dialógico etc. E aqui às vezes se mistura de tudo: igrejas tribais e multitribais, emergentes urbanos, movimentos anti-institucionais como as igrejas nas casas, e muita gente do movimento de missão integral.



Talvez

Certo, pode parecer fácil indicar uma terceira via depois das duas caricaturas horrorosas que eu pintei logo acima, mas na verdade é bem difícil. Todo mundo identifica facilmente essas caricaturas. Quanto ao meu palpite, tenho sérias dúvidas. Sou o único que conheço pensando assim (talvez isso não seja um problema; não conheço muita gente mesmo). Enfim, as caricaturas são necessárias às vezes. Perdoem-me. Quero apresentar meu palpite com traços grossos e de forma impressionista.



E aí vai: se houver um futuro para o movimento evangélico, ele estará no Evangelho.

Não quero ser bonitinho, nem santarrão, nem piegas - estou falando sério. Ouço notícias sobre pastores se tornando muçulmanos depois de anos de trabalho; assisto ao evangelho da prosperidade na televisão e a pregadores de jatinho passando como "Evangelho" coisas que desconheço completamente; testemunho líderes e igrejas inteiras ensinando salvação por meio de esforços religiosos; ouço CD's de adoração totalmente baseados na descrição de vivências psicológicas e de promessas de santidade, mas vazios do anúncio da verdade sobre Deus e sobre a Graça; leio trabalhos de teólogos latinoamericanos da missão integral propondo sínteses entre pensamento social humanista e o Evangelho; ouço e leio pastores evangélicos dizendo que não são mais evangélicos e pregando sínteses de libertarianismo humanista e cristianismo; ouço podcasts de pessoas que realmente - realmente - acreditam que Brian McLaren apresenta um caminho viável para o cristianismo na pósmodernidade.



Sim, estou me parecendo com um dos "reclamantes". Talvez eu seja um deles, não sei. Mas sei de uma coisa: a igreja evangélica já não tem muita certeza do que seja o Evangelho.



Muita gente, quando me ouve dizer essas coisas, reage efusivamente: "É isso mesmo, vamos criticar essa malandragem! O problema dos crentes contemporâneos é que eles não tem caráter! E esses pastores, então, manipulando a fé das pessoas? Precisamos denunciá-los na internet. Precisamos de arrependimento, de ensinar o custo do discipulado!".



Com o perdão da expressão, arrisco-me a dizer que o problema é "mais embaixo". Não se trata meramente de uma crise moral, ou de uma crise de caráter, mas de uma crise de fundamentos. O mero fato de alguns cristãos acreditarem que nossa maior necessidade seja uma reforma das instituições, ou uma reforma moral em direção a um comportamento mais coerente, ou uma atitude intelectual crítica e revolucionária, revela que eles fazem parte do problema. Eles nem começaram a entender o que está acontecendo.



O que quero dizer com "Evangelho", então? Ora, refiro-me ao que se entende classicamente como o Evangelho: o anúncio dos atos e da presença salvadora de Deus. O que está acontecendo com a igreja evangélica no Brasil é que o seu conteúdo está se perdendo. As pessoas não sabem quem é Deus; nem porque ele é trino; nem sobre a condição depravada do homem diante de Deus; nem sobre o alcance cósmico da obra de Cristo; nem o que significa viver sob a Graça; nem o que significa ter esperança. Não é que não saibam essas doutrinas, meramente (a verdade é que não sabem mesmo), mas que não sabem as realidades descritas por essas doutrinas. Tenho me encontrado com centenas de cristãos, desde o tempo em que fui professor de teologia, que simplesmente não sabem o que é o Evangelho. O seu relacionamento com Deus é baseado em seus sentimentos, em suas especulações, ou em regras religiosas, ou em esforços de santificação. Eu até já parei de evangelizar católicos. Agora evangelizo crentes.



Fonte: [ Ultimato ]

28/01/2012

‘Precisa-se de pastor que tenha passado pela Mundial ou Universal’, diz anúncio de nova igreja em Curitiba

 
 
 
 
 
 
Por - The Chrstian post  -
 
 
O anúncio dizia: “Precisa-se de pastor para evangelizar que seja originário da Mundial ou Universal – tratar com Bispo Antonio José pelo telefone 41- XXXX”



A impressão é que a mercantilização parece ter chegado a tal ponto que a função do ministério já não é considerado como vocação, ou chamado de Deus, mas como uma ocupação devidamente remunerada.



O anúncio chamou tanto a atenção que o apresentador de rádio Luiz Carlos Martins usou seu programa para ligar ao vivo, na manhã desta sexta-feira (27), ao número que aparecia no jornal para verificar a existência da “vaga”.



Após se apresentar brevemente, e comentar sobre sua experiência, o apresentador questionou a respeito da remuneração.



O “bispo”, identificado como Antonio José, esclareceu que a igreja pagaria um “X”, caso o pastor fosse casado e outro valor se fosse solteiro. Ele falou ainda sobe os “benefícios” que poderiam ser acrescentados, como casa e aluguel por conta da igreja.

As duas igrejas citadas no anúncio, Universal e Mundial do Poder de Deus, são classificadas como neopentecostais.



O segmento se caracteriza pela teologia da prosperidade. Esta, segundo apologista Johnny Torralbo Bernardo, fundador do Instituto de Pesquisas Religiosas do Brasil (INPR), é marcada por pregações que focam os ganhos e benefícios materiais como bênçãos de Deus.



De acordo com o estudioso, a Igreja Mundial não chega a ser uma seita, mas diz que há um grande número de práticas e ensinos que são mantidos em prejuízo à integridade do Evangelho de Cristo.



Segundo o reverendo Augustus Nicodemus, professor de Novo Testamento do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, atualmente, os líderes de igrejas muitas vezes não são adequadamente preparados para o ministério pastoral.



“Há líderes que são realmente convertidos e zelosos de Deus mas lhes falta, por vezes, entendimento melhor dos pontos da teologia cristã”, disse ele, explicando que não se trata de uma heresia ou negação da Palavra, mas sim de erros teológicos.



“Por outro lado, há os lobos disfarçados de ovelhas, que torcem as Escrituras para sua própria perdição, que pregam um outro Evangelho, pensando que a piedade é fonte de lucro. É preciso resistir a estes e corrigir aqueles”, cotinuou.



O bispo autor do anúncio publicado no jornal identificou a igreja que está contratando o, a Igreja Global do Poder de Deus, como sendo nova na cidade de Curitiba

Cresce interesse dos israelenses pela religião, sobretudo por Jesus






Traduzido e adaptado de Israel Today e Notícia Cristiana -



Para muitos, Israel tem se tornado um país cada vez mais liberal. Especialmente quando Tel Aviv foi escolhida, ano passado, como um dos melhores destinos de viagem para gays. Ao mesmo tempo o país está se tornando cada vez mais religioso.

Uma pesquisa realizada pela Foundação Guttman-Avi Chai, cujos resultados foram publicados semana passada, revela, após mais de dois anos de análise, que mais de 80% dos judeus israelenses acreditam em Deus.

A Fundação faz esse estudo periodicamente há mais de duas décadas e a mais recente revelou o maior nível histórico de pessoas que dizem crer em Deus.

Além disso, mais de 70% dos judeus israelenses aceitam na promessa bíblica que seu povo foi “escolhido” por Deus para um destino profético. Entre os entrevistados, 71% defendem o aumento de estudos bíblicos nas escolas israelenses.

Porém, isso não significa que os judeus em geral estão se tornando mais religiosos, ao menos não segundo a forma judaica ortodoxa. Apenas 37% dos judeus israelenses disseram que viam como “um problema” os judeus não seguirem os mandamentos bíblicos, e quase 70% defendem que mais espaços de entretenimento devem ser abertos durante o sábado – dia santo em que tudo fecha no país.

Os números coincidem com outros estudos e confirmam que os israelenses estão cada vez mais ávidos por uma vida espiritual profunda. Isso é visto com surpresa em uma nação onde parece haver uma disputa crescente entre os religiosos que buscam a Deus e os que defendem firmemente o humanismo liberal.

Segundo outra pesquisa recente, as estatísticas do Google mostram que os israelenses procuram o termo “Yeshua” (Jesus, em hebraico), mais de 25.000 vezes por mês. Enquanto a frase “Brit Hadasha” (Novo Testamento) é procurada mensalmente mais de 5.000 vezes.

O Israeli Messianic ministry One for Israel [Ministério messiânico israelense unidos por Israel] publicou em seu relatório anual que os israelenses são muito mais ativos na Internet do que a média dos ocidentais. Os dados do comScore mostram que os israelenses passam 11,1 horas por mês no Facebook, mais que o dobro da média global de 5,7 horas. Além disso, 94% dos internautas israelenses são ativos nas redes sociais.

O ministério “One for Israel” aproveitou isso para fazer uma campanha publicitária no Facebook, no Google e em outros sites de alto tráfego. Criaram anúncios para uma série evangelística postadas em sites na língua hebraica (como iGod.co.il) que tentam explicar aos não-crentes de Israel quem é Jesus, segundo as profecias.

Percebendo que o israelense médio não conhece bem a Bíblia, e portanto ignora a maioria das profecias, criou-se um novo site, TheOne.co.il (em Inglês), que usa uma abordagem muito simples para correlacionar a mensagem profética com Jesus ( o Messias) e os problemas que Israel sempre enfrentou.

Em um ano, o site em hebraico dedicado a evangelizar os judeus foi visitado mais de 150.000 vezes. Além disso, os israelenses fizeram milhares de downloads de uma versão digital do Novo Testamento em hebraico. Em média, houve um pedido de cópia física do Novo Testamento por dia, distribuídos gratuitamente pelo site. Em um país onde é proibida a conversão a outra religião, esses índices significativos revelam que muitos judeus estão curiosos para saber mais sobre o cristianismo.

27/01/2012

IGUARIAS DA TEOLOGIA LIBERTÁRIA



Por Rev. Heuring Felix -






Um tema bem atual e vivido por segmentos ,que não aprovam o modo vulgar como se comporta os evangélicos.É a realidade dos ‘’libertários’’,podemos assim chamar aqueles que levantaram a bandeira da ‘’libertação’’ denominacional para viver segundo suas idéias,seu caminho!



Não se pode negar que o sistema religioso  muito vem se degradando,a teologia da prosperidade tomou e assolou as comunidades ''evangélicas'',se já não bastava a chamada ‘’renovação’’, a prosperidade tomou conta dos pentecostais e renovados, dando a lugar a heresias . Podemos afirmar que vai ficar pior!



O ''libertário'' cristão já existia dentro das igrejas protestantes fundamentalistas e liberais,só não havia uma intensidade como nos dias atuais. Então o ‘’libertário’’ ficava ali no meio do muro,fazendo alianças com a teologia liberal e a teologia tradicional .Uma idéia forte para combater a prosperidade positivista, que espalhava seus tentáculos heréticos dividindo igrejas ao meio!



Uma defesa para combater um grande mal,que não surtiu efeito algum,pelo contrário,liberou uma onda de pensamentos e formulações de idéias que beiram a libertinagem e a anarquia,’’ser livre em Deus não significa fazer o que queres ,pois é o todo da lei’’,nossa liberdade está sujeita a soberania de Deus,depende do sim e não, dele,primeiro vem o seu movimento, por que o segundo movimento  fisico é nosso,primeiro vem a sua palavra ,depois a nossa!



O ‘’libertário’’ vem com a proposta de que você tem que ser feliz a qualquer custo,seja livre,mesmo que seja preciso fazer uma releitura das escrituras sagradas para convencer sua mente de que é assim que devemos viver na terra,simples e ''racional''.Se fosse de Deus,mas, como vem dos homens,devemos sempre desconfiar dessas simplicidades atrativas que são mais armadilhas pra angariar números,seguidores, sempre em detrimento de algum guru ou líder que tenta a todo custo ocupar seu lugar na fama,na mídia ,no poder e no reconhecimento de si.É um jogo que vicia o individuo,como o jogo político,no final a idéia é semelhante a  do diabo,usurpar o trono de Deus!

É uma forma de manipulação que convence o individuo através do charme e brilhantismo das palavras,muito bem relacionadas dentro de uma lógica contextual,é incisivo e vai diretamente na ferida do câncer que se encontra nas igrejas evangélicas,ao mesmo tempo que se instá-la um vírus que vai gerar uma doença maior ainda. O ''libertário'' pretende sim,colocar o homem como o maior bem supremo,olhem para os seguidores dos homens que difundem essa filosofia e vocês verão a paixão feroz que eles nutrem por seu guru!



A pessoa é a própria presença do homem, com pleno direito à realização pessoal, ao qual é exigido o compromisso com Deus, na luta, para que os valores do homem sejam reconhecidos e promovidos.A cada um o seu paraíso, o seu direito à felicidade,a cada um a forma que se sinta feliz.Pode se dizer que cresce um antropocentrismo cristão como forma de combater as feses da teologia da prosperidade que estão por ai.Um mal para combater outro mal !


Igreja,olhemos para o caminho que Jesus andou.Isso implica em uma radicalidade e ao mesmo tempo em um equilíbrio sublime,nada mais importa a não ser seguir os passos do mestre,o resto são iguarias da teologia humana,tão banal e metamórficos inerente ao estado de queda.Pois o que vemos é resultado daquilo que nos encontramos agora,por isso Jesus é o ponto de equilíbrio.Um dia não seremos assim!



Em Jesus sempre!

Calvino e o zelo de expor a glória de Deus




Por  rev. John Piper






Em 1538, o cardeal italiano Sadoleto escreveu aos líderes de Genebra tentando reconquistá-los novamente para a Igreja Católica Romana, depois de terem se voltado aos ensinamentos reformados. Ele começou sua carta com um longo parágrafo conciliatório sobre a preciosidade da vida eterna, antes de começar com suas acusações contra a Reforma. Calvino escreveu a resposta a Sadoleto em seis dias no outono de 1539. Foi uma das suas primeiras obras, que espalhou seu nome como reformador por toda a Europa. Lutero a leu e disse: "Eis aqui uma obra que possui mãos e pés. Alegro-me em saber que Deus levanta homens como este".




A resposta de Calvino a Sadoleto é importante, pois revela a raiz da disputa de Calvino com Roma, que definiria toda a sua vida. O assunto não inclui, principalmente, os pontos característicos e bem conhecidos da Reforma: justificação, abuso sacerdotal, transubstanciação, oração aos santos e autoridade papal. Todos esses itens serão discutidos. Mas, sob todos estes, o assunto fundamental para João Calvino, desde o começo até o fim da sua vida, era a centralidade, a supremacia e a majestade da glória de Deus. Ele vê na carta de Sadoleto a mesma coisa que Newbigin vê no evangelicalismo moderno cheio de si.



Aqui está o que Calvino disse ao cardeal: "[Teu] zelo por uma vida santa [é] um zelo que mantém um homem inteiramente devoto a si mesmo e não o desperta, em nenhum momento, a santificar o nome de Deus". Em outras palavras, mesmo a verdade preciosa a respeito da vida eterna pode ser bastante distorcida e deslocar Deus do centro e do alvo. Esta era a principal contenda de Calvino com Roma. Isso sempre aparece em seus escritos. Ele continua e diz a Sadoleto o que ele deveria fazer — e o que Calvino almeja fazer toda sua vida — "colocar à frente [do homem], como motivo primordial de sua existência, zelo para demonstrar a glória de Deus".



Esse seria o tema apropriado de toda vida e trabalho de João Calvino - -zelo para ilustrar a glória de Deus. O significado essencial da vida e da pregação de João Calvino é que ele recuperou e incorporou uma paixão pela realidade e pela majestade absoluta de Deus. Meu desejo é que vejamos isso mais claramente. Benjamin Warfield disse o seguinte acerca de Calvino: "Nenhum homem jamais teve um senso tão profundo de Deus como ele". Eis aqui a chave para a vida e teologia de Calvino.



Geerhardus Vos, estudioso do Novo Testamento, em Princeton, no ano de 1891, perguntou: Por que, ao contrário de muitos outros ramos da cristandade, a teologia reformada foi capaz de compreender a plenitude da Escritura? Ele responde: "Porque a teologia da Reforma apropriou-se das Escrituras em sua raiz, em sua idéia mais profunda (...) Essa idéia arraigada que serviu como chave para desvendar os ricos tesouros das Escrituras foi a preeminência da glória de Deus na consideração de tudo o que havia sido criado". É essa orientação inflexível para a glória de Deus que dá coerência à vida de João Calvino e à tradição reformada que o seguiu. G. Vos disse que "o lema mais amplo da fé reformada, que a tudo abrange, é esse: a obra da graça no pecador é um espelho para a glória de Deus". Espelhar a glória de Deus é o sentido da vida e do ministério de João Calvino.



Quando Calvino chegou ao assunto da justificação em sua resposta a Sadoleto, ele disse: "Você (...) menciona a justificação pela fé, o tema primeiro e mais agudo da nossa controvérsia (...) Onde o conhecimento desse tema é removido, a glória de Cristo é extinta".8 Portanto, aqui podemos ver novamente o que é fundamental. Justificação pela fé é crucial. Mas há uma razão profunda que a torna tão crucial. A glória de Cristo está em jogo. Sempre que a compreensão da justificação é removida, a glória de Cristo é extinta. Esta sempre é a questão mais pro¬funda para Calvino. Que verdade e que comportamento irão "demonstrar a glória de Deus"?



Para Calvino, a necessidade da Reforma era fundamentalmente essa: Roma tinha "destruído a glória de Cristo de muitas maneiras — apelando aos santos para interceder, quando Jesus Cristo é o único mediador entre Deus e o homem; adorando a Virgem Santa, quando somente Cristo deve ser adorado; oferecendo um contínuo sacrifício na Missa, quando o sacrifício de Cristo na cruz foi completo e suficiente", elevando a tradição ao nível das Escrituras e até mesmo tornando a palavra de Cristo dependente da palavra do homem para sua autoridade. Calvino pergunta, no seu Comentário aos colossenses: "Por que acontece que sejamos 'levados pelos diversos ensinamentos estranhos' (Hb 13.9)?" E ele responde: "Porque a excelência de Cristo não é compreendida por nós". Em outras palavras, o grande guardião da ortodoxia bíblica por todos os séculos é a paixão pela glória e pela excelência de Deus em Cristo. Quando Deus não está no centro, tudo começa a mudar de lugar. Esse fato — não estar no centro - não prediz boas coisas para a fidelidade doutrinária em nossos próprios dias.



Portanto, a raiz unificante de todos os trabalhos de Calvino é sua paixão para expor a glória de Deus em Cristo. Aos 30 anos, descreveu uma cena imaginária na qual, ao final da sua vida, ao acertar as contas com Deus, dizia: "O Deus, o alvo a que dei primazia, e para o que diligentemente trabalhei, foi que a glória da tua bondade e da tua justiça (...) pudessem resplandecer claramente, para que a virtude e as bênçãos do teu Cristo (...) sejam plenamente expostas".



Vinte e quatro anos mais tarde, tendo permanecido inalterado em suas paixões e alvos, e um mês antes de dar, verdadeiramente, um relato a Cristo no céu (ele morreu com 54 anos), Calvino mencionou no seu último testamento: "Nada tenho escrito por ódio a ninguém, mas sempre tenho proposto com fidelidade o que considero contribuir para a glória de Deus".





Fonte: [Josemar Bessa]

Via: [ Toma e Sua Cruz e Siga-me ]

Escândalo de corrupção expõe Vaticano e irrita Bento XVI






Traduzido e adaptado de News Yahoo e National Post







Recentemente, um grupo de manifestantes foi ao Vaticano chamar o papa de “criminoso” e a Igreja Católica de “corrupta”. Isso irritou as autoridades eclesiásticas e chateou o papa.




Mas um novo escândalo de corrupção abalou o Vaticano nesta quinta-feira. O canal de televisão italiano “La 7” divulgou que um arcebispo conhecido foi transferido por irritar outros padres, fazendo denúncias de irregularidades nos contratos da Igreja.



Durante o programa The Untouchable [O Intocável] foram mostradas várias cartas escritas em 2011 pelo arcebispo Carlo Maria Vigano, que ocupava o cargo de vice-governador da Cidade do Vaticano. A correspondência era endereçada a seus superiores, entre eles estava o papa Bento XVI. O assunto eram os supostos casos de corrupção.



O programa entrevistou um homem identificado como membro do “comitê de banqueiros”, afirmando que Vigano tinha a reputação de “estraga-prazeres” entre as empresas que tinham contratos com o Vaticano. O apelido seria por causa de sua insistência em fazer negócios com o máximo de transparência e concorrência leal.



O Vaticano respondeu, expedindo um comunicado oficial, fazendo criticas ao jornalismo usado pelo programa, que revelou documentos pessoais. Para a autoridade católica, a investigação tratou de forma “parcial e banal” um assunto “delicado”. Embora tenha dito que tomará medidas legais para defender a “honra” das pessoas mencionadas, confirmou que os documentos eram autênticos.



O arcebispo Vigano trabalhou como vice-governador da Cidade do Vaticano durante dois anos. Desde agosto do ano passado ele é o núncio apostólico [embaixador] do Vaticano em Washington, EUA. Para muitos, essa foi uma “punição branda” para o arcebispo.



No material revelado, ele afirma que descobrira uma “rede de corrupção e nepotismo” que tinham valores superfaturados em contratos terceirizados. Alerta também sobre uma campanha de outros religiosos, pedindo sua transferência por conta da suas denúncias.



Numa das cartas, datada de março de 2011, Vigano fala sobre uma transação corrupta realizada em 2009 que resultou em um prejuízo de US$ 2,5 milhões. Ele também fez cortes drásticos no orçamento, diminuindo consideravelmente os gastos com os jardins do Vaticano e o tradicional presépio de Natal. Os custos caíram de 550.000 euros, em 2009, para 200.000 euros em 2010.

Esse saneamento implementado por Vigano permitiu que o Vaticano saísse de um déficit de quase oito milhões de euros, em 2009, para ter um lucro de mais de 34 milhões de euros, em 2010. Mesmo assim, artigos com críticas constante, considerando-o ineficiente eram frequentes no jornal italiano Il Giornale. Em março de 2011, o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone informou a Vigano que ele seria removido de sua posição, mesmo que tivesse sido nomeado para ocupa-lo até 2014.

26/01/2012

NAS VÍSCERAS DOS FALSOS!




Por Rev.Heuring Felix Motta






"Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós

disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos

devoradores." Mt 7.15










O que revela o caráter de um homem seguidor da coerência do caráter do Cristo?

 O que o faz diferente dos lobos devoradores de almas ,como pacificadores e interessados em solucionar todos os problemas sendo o paladino da ‘’perfeita justiça’’?

como realmente identificar e se é possível isso?



Ora Jesus se revelava como o ideal a ser seguido sem se revelar a própria natureza,ele simplesmente foi ele,ignorou os paradigmas,o sistema dos homens,os dogmas,as tradições e trouxe a vida,o significado de caminhar em tempo curto e ver a beleza da vida em tudo e em todos saboreando as águas da graça que mata a sede e nos conforma em estado de alegria!



Seguir a Jesus implica em radicalidade,é um mergulho profundo em si mesmo, é reconhecer o seu falso ‘’eu’’ e encontrar-se com o negar a si mesmo ,lançando sobre ele toda ansiedade!



É ver em si mesmo aquilo que você sempre negou-se a ver,seu verdadeiro caráter e aceitar sem se preocupar se Deus ama ou não,ele ama,sim ama do jeito que você sempre foi e conhece suas fraquezas e limitações!





Ora os que não reconhecem isso,ficam atrás de púlpitos,negociatas, vivem na ilusão de que ta tudo certo e que seus objetivos séculares estão alcançados;sua casa,seu carro,seu curso superior e sua esposa que venceu as etapas de uma linda carreira.Se seguram nisso e apostam que estão bem protegidos nessa trajetória.Trágica maneira de viver,vivendo uma vida de impostor!





O sujeito que deveria viver em fé e fé,vive em arrogância e arrogância,usam textos Bíblicos para justificar seus interesses obscuros para dominar e manipular,dizendo assim que Deus trabalha dessa forma.Isso é o lobo que quer devorar e chupar ate o tutano das almas,dos vocacionados,daqueles que querem o reino da verdade, São vampiros que precisam sugar a energia da verdade para subsistirem no seu mundo maléfico que é encoberto pelo hedonismo,o culto ao belo!



Triste fim será para os que são frouxos diante do compromisso com a verdade!

Mike Murdock falsifica a Palavra de Deus, afirma pastor!

























Por pastor Ciro Zibordi

Fonte:cirozibordi.blogspot.com/2012/01/por-que-mike-murdock-falsifica-palavra.html




O pastor Ciro Zibordi escreveu em seu blog uma crítica a pastores da teologia da prosperidade como o pregador Mike Murdock que incentiva os fiéis a entregarem dinheiro nas igrejas para receberem mais dinheiro. A TP é muito criticada, mas ao mesmo tempo as igrejas que a pregam são as que mais crescem no Brasil e em outros países do mundo.

Mas para o pastor da Assembleia de Deus em Cordovil, no Rio de Janeiro, esse evangelho pregado por pastores como Murdock é um outro evangelho. “Ele prega ‘outro evangelho’ (2 Coríntios 11.4),, que induz os incautos a acreditarem que a vida cristã se limita a ‘semear’ e ‘colher’ dinheiro, bens e riquezas”, escreve.

Zibordi explica em seu texto que passagens bíblicas como a 2 Coríntios 9 ensinava os cristãos a ofertarem movidos por generosidade e não por necessidade, como que desejando colher mais do que foi semeado. “Paulo apresentou a lei do “semear e colher” com a intenção de despertar os crentes de Corinto para o auxílio generoso aos pobres. Seu ensino nada tem a ver com desafios para obter riquezas ou para comprar aeronaves, casas, carros, etc.”.

Na visão do pastor essa passagem é pregada fora de seu contexto, pois quando Paulo diz que quem semeia pouco, colherá pouco e quem semeia com fartura com abundância ceifará ele não estava dizendo que os membros da igreja de Corinto ofertassem esperando receber algo em troca, mas que contribuíssem com espontaneidade e alegria.

“Se o que nos estimula a contribuir para a obra do Senhor é prioritariamente a generosidade, por que Murdock e seus discípulos usam de pressão psicológica e poder de persuasão?”, questiona Ciro Zibordi.

“O evangelho pregado por Mike Murdock nada tem a ver com o verdadeiro Evangelho. Esse famoso palestrante, infelizmente, faz parte do seleto grupo de telemilionários que andam pelo mundo espalhando invencionices”, disse.

Encerrando o texto, Zibordi orienta seus leitores a procurarem os ensinamentos de Jesus que estão em Mateus 5-7,24,25, João 13-17 e Apocalipse 2-3. “Verifique se o Senhor Jesus estimula os seus servos a buscarem riquezas materiais”, diz.

PERDOEM-ME O DESGOSTO! ...ESTÁ INSUPORTÁVEL! - VIDEO





O blog andando na graça recomenda este video a você que não se deixa enganar pelo projeto do diabo que luta para se possivel perveter os eleitos de Deus!






Vejam:


Pregação Expositiva (Descrição)



Por voltamos ao evangelho


O ponto para começar a falar sobre as marcas da igreja saudável é onde Deus começa conosco – o modo como Ele fala conosco. Foi por aí que a nossa própria saúde espiritual veio, e é por esse caminho que a saúde de nossas igrejas virá também. Especialmente importante para qualquer um que esteja na liderança de uma igreja, mas particularmente para o pastor, é um compromisso com a pregação expositiva, um dos mais antigos métodos de pregação.


Trata-se da pregação cujo objetivo é expor o que é dito em uma passagem particular da Bíblia, explicando cuidadosamente seu significado e aplicando-o à congregação (veja Neemias 8:8). Existem, evidentemente, muitos outros tipos de pregação. Sermões tópicos, por exemplo, coletam tudo o que a Bíblia ensina sobre um único assunto, como a oração ou a contribuição. A pregação biográfica aborda a vida de alguém na Bíblia e retrata-a como uma demonstração da graça de Deus e como um exemplo de esperança e fidelidade. Mas a pregação expositiva é algo diferente – uma explicação e aplicação de uma porção particular da Palavra de Deus.




“(…) os pregadores cristãos de hoje têm autoridade para falar da parte de Deus somente se proclamarem as palavras dEle.”

A pregação expositiva presume uma convicção na autoridade da Bíblia, mas é algo mais. Um compromisso com a pregação expositiva é um compromisso de ouvir a Palavra de Deus. Assim como os profetas do Antigo Testamento e os apóstolos do Novo Testamento não receberam apenas uma ordem para ir e falar, mas uma mensagem específica, os pregadores cristãos de hoje têm autoridade para falar da parte de Deus somente se proclamarem as palavras dEle. Assim, a autoridade do pregador expositivo começa e termina com as Escrituras. Às vezes as pessoas podem confundir pregação expositiva com o estilo de um pregador expositivo predileto, mas não é fundamentalmente uma questão de estilo. Como outros já observaram a pregação expositiva não é tanto sobre como nós dizemos o que dizemos, mas sobre como nós decidimos o que dizer. Não é marcada por uma forma particular, mas por um conteúdo bíblico.



Pode-se aceitar alegremente a autoridade da Palavra de Deus e até mesmo professar a convicção na inerrância da Bíblia; ainda assim se na prática (propositalmente ou não) alguém não prega expositivamente, nunca pregará além do que já sabe. Um pregador pode tomar um trecho das Escrituras e exortar a congregação em um tópico que é importante sem que ele realmente pregue o ponto abordado na passagem. Quando isso acontece, o pregador e a congregação só ouvem nas Escrituras o que eles já sabiam.



“Como outros já observaram a pregação expositiva não é tanto sobre como nós dizemos o que dizemos, mas sobre como nós decidimos o que dizer.”

Em contrapartida, quando pregamos uma passagem das Escrituras no contexto, expositivamente – tomando o ponto da passagem como o ponto da mensagem – nós ouvimos de Deus coisas que nós não pretendíamos ouvir quando começamos. Desde a chamada inicial ao arrependimento até a área de nossas vidas em que o Espírito nos condenou recentemente, a nossa salvação inteira consiste em ouvir a Deus de modos que nós, antes de ouvi-lO, nunca teríamos adivinhado. Esta submissão extremamente prática à Palavra de Deus deve ser evidente no ministério de um pregador.


Não se deixe enganar: em última instância, é responsabilidade da congregação assegurar que as coisas sejam assim (observe a responsabilidade que Jesus põe sobre a congregação em Mateus 18, ou Paulo em 2 Timóteo 4). Uma igreja jamais pode colocar como supervisor espiritual do rebanho uma pessoa que não demonstra na prática um compromisso claro em ouvir e ensinar a Palavra de Deus. Agir assim é impedir inevitavelmente o crescimento da igreja, praticamente encorajando-a a só crescer até o nível do pastor. Se assim for, a igreja será conformada lentamente à mente dele, em vez de ser conformada à mente de Deus.



O povo de Deus sempre foi criado pela Palavra de Deus. Da criação em Gênesis 1 até a chamada de Abraão em Gênesis 12, da visão do vale dos ossos secos em Ezequiel 37 até a vinda da Palavra Viva, Deus sempre criou o Seu povo através da Sua Palavra. Como Paulo escreveu aos romanos, “a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo” (10:17). Ou, como ele escreveu aos coríntios, “Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação” (1 Cor. 1:21).



“Uma igreja construída sobre a música – seja qual for o estilo – é uma igreja construída sobre a areia.”

A pregação expositiva sadia freqüentemente é o manancial de crescimento em uma igreja. Na experiência de Martinho Lutero, tal atenção cuidadosa para com a Palavra de Deus foi o princípio da reforma. Nós também precisamos estar comprometidos em sermos igrejas que sempre estão sendo reformadas de acordo com a Palavra de Deus.



Certa vez, quando eu estava ensinando em um seminário sobre puritanismo em uma igreja de Londres, eu mencionei que os sermões puritanos às vezes duravam duas horas. Diante disso, uma pessoa perguntou, “Quanto tempo sobrava para a adoração?” A suposição era de que ouvir a palavra de Deus pregada não constituía adoração. Eu respondi que muitos cristãos protestantes ingleses teriam considerado a possibilidade de ouvir a palavra de Deus no seu próprio idioma e de responder a ela nas suas vidas como a parte essencial da sua adoração. Se eles teriam tempo para cantar juntos seria comparativamente de pouca importância.



Nossas igrejas têm que recuperar a centralidade da Palavra na nossa adoração. Ouvir a Palavra de Deus e responder a ela pode incluir louvor e ações de graças, confissão e proclamação, e qualquer destas coisas pode vir na forma de canções, mas nenhuma delas precisa ter essa forma. Uma igreja construída sobre a música – seja qual for o estilo – é uma igreja construída sobre a areia. Pregar é o componente fundamental do pastorado. Ore por seu pastor, para que ele se dedique a estudar Bíblia rigorosa, cuidadosa e seriamente, e para que Deus o conduza na compreensão da Palavra, na aplicação dela à sua própria vida, e na aplicação dela à igreja (veja Lucas 24:27; Atos 6:4; Ef. 6:19-20). Se você é um pastor, ore por estas coisas para si mesmo. Ore também por outros que pregam e ensinam a Palavra de Deus. Finalmente, ore para que nossas igrejas assumam um compromisso de ouvir a Palavra de Deus pregada expositivamente, de forma que os rumos de cada igreja sejam crescentemente moldados pela agenda de Deus expressa nas Escrituras. O compromisso com a pregação expositiva é uma marca de uma igreja saudável.

Deputados analisam proposta que impede o Estado de interferir em atos litúrgicos das igrejas






Fonte:Agência Câmara



Os deputados federais Eros Biondini (PTB-MG) e João Campos (PSDB-GO) apresentaram uma proposta um Projeto de Lei de nº2756/11 que tem como objetivo garantir aos clérigos o exercício dos atos litúrgicos sem a interferência do Poder Público.

A proposta foi baseada na separação entre Igreja e Estado que está garantida desde 7 de janeiro de 1890 pelo Decreto 119-A, de Rui Barbosa, e que é constitucionalmente consagrada desde a Constituição de 1891.

O PL visa dar autonomia para as duas entidades assim como já acontece em outros Estados democráticos e também em diversos tratados internacionais. “O princípio da separação entre o Estado e a Igreja traz como consequência a impossibilidade de o Estado interferir nas normas e nos dogmas da Igreja. Isto significa que os órgãos do Estado não podem obrigar os integrantes da Igreja a adotar práticas que contrariem suas convicções ou doutrinas religiosas”, afirmam os deputados.

Esse projeto foi analisado pela Câmara e agora seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. De acordo com os autores do texto, esse PL tem apoio da Bancada Católica e também da Frente Parlamentar Evangélica.

“As religiões estabelecidas têm o direito de conduzir seus ritos, doutrinas e dogmas e seus atos litúrgicos de acordo com os ditames dos respectivos códigos religiosos”, disseram os autores.

Depois de passar pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania a proposta voltará a ser discutida na Câmara Federal.

25/01/2012

Antigas profecias judaicas sugerem que o Messias de Israel pode estar chegando em breve



Traduzido e adaptado por G Prime de Israel National News






















Uma profecia judaica medieval sobre a vinda do Messias de Israel parece estar se cumprindo com a situação atual do Oriente Médio, informou o jornal Israel National News.




Os judeus familiarizados com uma compilação de antigos textos de exegese agádica chamado Yalkut Shimoni parece ter previsto, séculos atrás, a tensão atual entre Irã e Arábia Saudita. Essa profecia fala sobre fatos que antecedem a vinda do Messias – o Rei que redime a Israel e a todo mundo.



Não se sabe exatamente quem compilou o Shimoni Yalkut, mas a cópia mais antiga conhecida é de 1310. Muitos dos rabinos citados pelo Shimoni Yalkut viveram muito antes, durante a era talmúdica no primeiro e no segundo séculos.



Em partes citando o livro bíblico de Isaías e as profecias nele contidas, um rabino mencionado pelo Shimoni Yalkut afirma: “No ano em que o Messias-Rei aparece, todas as nações do mundo estão provocando uma às outras. O rei da Pérsia provoca um rei árabe e o rei da Arábia busca o conselho de Aram. ”



O Irã atual compreende boa parte do antigo reino da Pérsia e “o rei árabe” pode ser razoavelmente entendida, aos olhos modernos, como o rei da Arábia [Saudita], um antigo aliado dos Estados Unidos.



Esta passagem é relativamente bem conhecida dos judeus, e algumas versões modernas substituíram “Edom” por “Aram”. Antigas referências judaicas para “Edom” hoje são vistas como uma referência à Europa ou ao Ocidente. “Aram” refere-se a uma região da antiga Mesopotâmia, a parte norte do atual Iraque e a porção oriental da Síria.



Essa descrição parece espelhar o atual programa nuclear do Irã e a tensão que isso está gerando com os países árabes, especialmente a Arábia Saudita. A instabilidade precisamente nessa área é o que mais preocupa os sauditas, com a saída dos EUA do Iraque e a instabilidade do regime na Síria, antiga aliada do Irã.



Mas o que acontece depois? De acordo com o Shimoni Yalkut:



“O Rei da Pérsia volta e destrói o mundo inteiro. Todas as nações do mundo sentem pânico e angústia e caem com seus rostos em terra e sentem dores como as de uma mulher prestes a dar à luz … ”



Um relatório recente da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) confirmou que o Irã está trabalhando na construção de armas nucleares e que provavelmente poderia deixa-las prontas para serem usadas dentro de um ano. Isso significa que os esforços diplomáticos têm falhado e o Irã tem feito ameaças de exterminar Israel e, com isso, provocou os Estados Unidos.



A profecia é um mau presságio para grande parte do mundo, pois, se os rabinos estiverem certos na interpretação, uma grande guerra virá antes da chegada do Messias.






Muitos políticos no Ocidente estão preocupados em minimizar os perigos de um Irã nuclear. Eles argumentam que, assim como a União Soviética não usou suas armas nucleares contra o Ocidente, o Irã saberá mostrar moderação. Mas parece que eles ignoram a ideologia religiosa profundamente enraizada nos governantes do Irã, que se vem como “instrumentos de Deus” para inaugurar uma nova era dourada para o Islã.



O que tudo isso significa se, de fato, a profecia do Shimoni Yalkut for precisa? O texto diz o seguinte:



“… Israel estará em pânico e angústia, se perguntando “para onde iremos nós”? E o Senhor lhes diz ‘Meus filhos, não tenham medo. Tudo o que eu fiz, foi só para vocês. Por que vocês estão com medo? Não tenha medo, o tempo de resgate chegou, e a redenção final não é como o primeiro resgate, porque o primeiro resgate foi seguido pela dor e pela servidão a outros reinos, mas a redenção final não é seguida pela dor e servidão a outros reinos”.



Israel, de fato, já mostra sinais de que o pânico e angústia. Desde o mês passado, Israel e Irã tem feito ameaças mútuas. O Irã já disse que pretende relegar o Estado judeu ao ‘lixo da história’. Enquanto isso, o Comando Militar de Israel fala sobre o lançamento maciço de mísseis não convencionais a partir de Tel Aviv.



Embora os judeus não tenham reconhecido a Jesus como o Messias, várias profecias sobre aquele país ainda precisam ser cumpridas até a volta de Cristo. Para muitos intérpretes será necessária uma nova perseguição maciça, pois toda vez que o povo era derrotado no Antigo Testamento, voltava-se para Deus.