A paz, se possível, mas a verdade, a qualquer preço!

Martinho Lutero
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13/04/2012

Escola Batista forma quinta turma no norte da África !



Com informações JMM - 


A Junta de Missões Mundiais formou recentemente a quinta turma do Projeto Pedra Fundamental, uma Escola Batista que atua em um país do Norte da África que trabalha com crianças.

O objetivo da instituição de ensino é fortalecer os alunos física, moral e espiritualmente, como relata a missionária Ludmila Gaspar que faz parte do grupo. “A escola caminha sob os cuidados de Deus. Somos gratos a todos que colaboram direta e indiretamente”, diz ela.

O trabalho da Escola Batista naquele país é tão importante que alguns alunos da primeira turma hoje trabalham auxiliando as crianças fazendo parte do quadro de missionários.

Um dos principais problemas enfrentados pela população é a fome, fator que por diversas vezes prejudica o desempenho dos pequenos na escola. “Muitas vezes, somos obrigadas a tirá-las da sala de aula para alimentá-las. Com fome, não conseguem se concentrar. Quando percebemos que estão em jejum, tomamos as providências e elas seguem nas suas tarefas”, relata a missionária.

Na escola elas são alfabetizadas, recebem alimentação e orientação espiritual. Ludmila dedica quatro dias da semana evangelizando esses alunos sempre no final da tarde, apesar da triste realidade, o Evangelho tem mudado o futuro desses pequenos.





11/04/2012

JMN realiza evento evangelístico na Cracolândia!




Por G.Prime -

Para a próxima semana a Junta de Missões Nacionais está organizando uma ação evangelística para mobilizar missionários com o desejo de levar a Palavra de Deus para os moradores da chamada Cracolândia, região central da cidade de São Paulo conhecida por abrigar centenas de usuários de drogas.

A operação missionária vai acontecer entre os dias 16 e 20 de abril tendo como base a Primeira Igreja Batista de São Paulo que é a igreja-mãe do projeto. A PIB espera 400 voluntários para realizar esse trabalho falando de Cristo para os dependentes químicos.

Com o nome de Tras Cracolândia o evento tem como objetivo levar a mensagem de que Jesus Transforma, mostrando para todas aquelas pessoas que há uma saída. Interessados em participar podem se inscrever através do site www.sejaluz.com.br.

Os inscritos também poderão participar do Congresso Resgate que vai apresentar o passo-a-passo de como implantar uma Missão Batista Cristolândia em outros bairros de São Paulo e do Brasil.

Devidamente uniformizados com camisetas os voluntários vão receber as instruções gerais e seguirão pelas ruas do Centro da capital paulista evangelizando e encaminhando os interessados para casas de tratamento. O projeto da Cristolândia é um dos mais conhecidos na região tendo inclusive uma sede na região da Cracolândia onde os dependentes são recebidos, alimentados e podem receber roupas limpas.

Para saber mais sobre o projeto entre em contato pelo site www.missoesnacionais.org.br.



11/02/2012

HISTÓRIA DOS BATISTAS - OS BATISTAS SÃO REFORMADOS!






Extraído: Igreja Batista da Redenção, Quem Somos: O que é uma Igreja Batista? -





A igreja batista nasceu a partir dos movimentos de reforma eclesiástica que agitaram o século 16. Mais especificamente, os batistas descendem da igreja inglesa que, com Henrique VIII, rompeu com o catolicismo romano, dando início à denominada Igreja Anglicana.

Para algumas pessoas que pertenciam à Igreja Anglicana, a reforma de Henrique VIII devia ser mais ampla, indo além de questões institucionais e atingindo áreas de fé e doutrina. Esses grupos, por desejarem um retorno ao Novo Testamento em sua forma mais pura, foram chamados de puritanos.


Entre os puritanos havia os separatistas que, além de se opor a certos aspectos teológicos da Igreja Anglicana, também não aceitavam o controle estatal da igreja, crendo que esta devia ser independente. Esses puritanos foram chamados de separatistas.

Evidentemente, a coroa inglesa não via com bons olhos os movimentos puritanos separatistas e os considerava ilegais. Por isso, muitos desses grupos fugiram da Inglaterra e se fixaram em vários países. Entre eles, em 1609, uma congregação liderada por John Smith (c. 1570-1612), refugiou-se em Amsterdã, na Holanda. Ali, John Smith teve contatos com os anabatistas e com os menonitas, sendo influenciado por esses movimentos no tocante a um retorno completo às Sagradas Escrituras, ao batismo somente de crentes e à rejeição do batismo infantil.


Em 1612, Thomas Helwys (c. 1550-1616) e outros membros da igreja fundada por Smith voltaram à Inglaterra e fundaram, em Londres, a primeira igreja batista. É interessante notar que essa igreja, a princípio, praticava o batismo por efusão, mas já detinha os outros traços distintivos dos batistas - a aceitação da Bíblia como autoridade final em matéria de fé e prática, a salvação pela graça mediante a fé somente, a separação entre a igreja e o Estado e o dever do governo de garantir a liberdade de consciência e de culto.



Os batistas de convicção calvinista, também chamados de batistas particulares, originaram-se em 1633, a partir de um cisma na igreja liderada por Henry Jacob, em Londres. Esse grupo, além de enfatizar as doutrinas reformadas, insistia no batismo dos crentes por imersão e tornou-se o segmento mais influente dentro do movimento batista inglês.Espalhando-se para as mais diversas regiões do globo, os batistas muito cedo chegaram aos Estados Unidos.



De lá veio para o Brasil o casal de missionários William e Anne Bagby. Por esse tempo, já havia batistas americanos em Santa Bárbara e Americana (SP), mas suas igrejas eram voltadas apenas para a colônia estrangeira. O casal Bagby, porém, em 1889, fundou, em Salvador, a primeira igreja batista brasileira. A partir daí os batistas se espalharam por todo o País e, em 1907, foi organizada a Convenção Batista Brasileira.


DEZ TRAÇOS DISTINTIVOS DOS BATISTAS

1. Adoção da Bíblia como única regra de fé e prática (2Tm 3.16).

2. Ênfase na doutrina da salvação pela fé somente (Ef 2.8-10).

3. Destaque para o ensino do sacerdócio de todos os crentes (1Pe 2.9)

4. Separação entre Igreja e Estado com ênfase na independência da igreja (Mt 22.21).

5. Autonomia de cada igreja local que adota a forma de governo congregacional (Mt 18.17; At 6.1-6).

6. Cooperação entre as igrejas para a expansão do Reino de Deus (1Co 16.1-4).

7. Prática do batismo por imersão ministrado somente aos crentes (At 8.36-39).

8. Rejeição do batismo infantil (Mt 28.19).

9. Consideração do batismo e da Ceia do Senhor como símbolos de verdades espirituais e não como sacramentos (Rm 6.4; 1Co 11.24-25).

10. Rejeição de doutrinas pentecostais especialmente no tocante ao batismo do Espírito Santo acompanhado pelo dom de línguas (1Co 12.13,30).


RESSALVAS


1. Os batistas não são os seguidores de João Batista. Muitos identificam os batistas com os seguidores João Batista, mas esse entendimento é fruto apenas da intuição popular que percebe a igualdade dos nomes e automaticamente passa a crer que há qualquer ligação entre ambos. Esse modo de pensar, porém não tem qualquer amparo, mesmo porque João Batista e seus discípulos nunca fundaram qualquer igreja ou movimento religioso. O papel de João e seus discípulos se limitou a preparar o caminho para a vinda do Messias que é Jesus (Mt 3.1-3). Depois disso João saiu de cena (Jo 3.30).

2. Os batistas não adotam a Teologia da Prosperidade. O ensino de que os crentes de fé terão prosperidade material e livramento de doenças, ensino este proposto pela chamada Teologia da Prosperidade não é ensinado nas igrejas batistas genuínas por não ter amparo bíblico. Na Palavra de Deus aprendemos que dificuldades físicas e financeiras advêm tanto a crentes como a incrédulos (Mt 19.23; Lc 16.22-23; Gl 4.13; Fl 2.25-27; 2Tm 4.20; Tg 2.5).

3. Os batistas não têm comunhão como seitas paraprotestantes. Seitas paraprotestantes são aquelas cujos fundadores estiveram originalmente ligados de alguma forma a igrejas protestantes, mas romperam com elas por professarem doutrinas estranhas ao cristianismo histórico, fundando em seguida o seu próprio movimento. Todos esses movimentos, à luz da Bíblia, não podem ser considerados cristãos. Daí ser impossível a comunhão entre eles e as igrejas batistas que preservam seus princípios fundamentais (2Jo 10).


4. Os batistas não praticam rituais comuns em outras igrejas ditas evangélicas. Rituais de quebra de maldição, supostas orações de poder, cultos de libertação espiritual, unção de objetos e coisas do gênero não são práticas adotadas pelos batistas ou por qualquer igreja bíblica. Na verdade, essas superstições servem apenas para desfigurar o nome de cristão e desviar o coração das pessoas da verdadeira mensagem do evangelho, fazendo-as crer em fábulas (Mt 7.21-23; 2Tm 4.3-4; 2Pe 2.1-3).
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09/02/2012

Deputado Jean Wyllys afirma que cristãos “calvinistas são aliados do movimento gay”



Por Tiago Chagas -

Comentários: Rev Heuring Felix  -


Epa lá, nobre deputado Jean Wyllys - 

Vale lembrar que igrejas que toleraram a questão gay ,são consideradas liberais e ate mesmo apóstatas,o caso da presbiteriana nos Estados Unidos,que teve sua ordem dividida por causa da questão.



Batistas que toleram a questão gay, não são fundamentalistas,são liberais que relativizam as escreituras sagradas.

Luteranos deixaram de ser seguidores de Luthero a muito tempo, como por exemplo o retorno ao culto a Maria que tem apóio muito forte dos luteranos,portanto o depujtado Jean Wyllys que tenta de qualquer forma ser ''estrela'' da mídia,ou pseudo intelectual defensor dos oprimidos, deveria pesquisar antes de afirmar asneiras,na realidade so ta saindo isso daquela mente,asneiras,mostrando o desespero que ele tem para aprovar seus intentos obscuros,será mesmo que ele é defensor da causa gay ou ele está querendo ser prefeito,governador ou senador?

A familia brasileira deve repensar o voto antes de eleger pessoas sem responsabilidades para com Deus e com a familia,aceitar o comportamento gay é tornar o mundo estéril!

A bíblia não tem nada contra o ser humano gay,mas, condena sim , o comportamento gay como sendo contra a ordem natural,basta ler Romanos 1!


Vejam a matéria:


Voltando a relacionar os princípios defendidos por católicos e evangélicos ao regime fascista, o deputado federal e ativista gay, Jean Wyllys, criticou abertamente padres e pastores que pregam contra a homossexualidade.





Ele afirmou que não são todos os cristãos que entendem que o homossexualismo seja abominação: “É importante dizer que não são todos os padres e pastores que promovem esse tipo de incentivo. O movimento LGBT tem muitos aliados na Igreja Católica e, também, entre os evangélicos. Inclusive, existem Igrejas Inclusivas, Calvinistas, com o protestantismo histórico, que não são contrárias à dignidade dos homossexuais”, afirmou, mencionando o pai do ministro da saúde Alexandre Padilha, que lidera um movimento de protestantes tradicionais, como batistas, anglicanos e luteranos, e que prega a tolerância ao movimento homossexual.



Na entrevista concedida ao jornal Extra, de Pernambuco, o deputado também voltou a bater na tecla de que os cristãos que pregam uma doutrina contrária ao homossexualismo são responsáveis pelas mortes de gays, vítimas de intolerância; e que se utilizam do dinheiro arrecadado com dízimos e ofertas, livres de impostos (isenção prevista na Constituição) “para promover campanhas difamatórias contra mim, colocando-me a imagem de ‘inimigo do cristianismo’”.



Jean Wyllys frisou que “padres e pastores vêm a público, através do rádio, da TV e em jornais impressos, alegando que o homossexual é abominável”. Eles estão usando espaço alugado em emissoras que utilizam concessão pública, e que na opinião dele é errado.

15/01/2012

O que John Piper Representou no Brasil




Por Augustus Nicodemus Lopes




Tive o privilégio de estar com John Piper na Conferência da Fiel em Águas de Lindóia e depois no Mackenzie, onde ele falou na sexta à noite e no sábado pela manhã. Algumas coisas me impressionaram, como o recorde absoluto de audiência, tanto da Conferência Fiel, quanto dos eventos que costumeiramente são feitos no Mackenzie.

Aqui destaco o papel crescente da internet e das mídias sociais (Facebook, Twitter, YouTube e outros). Houve muito mais gente assistindo as conferências ao vivo pela internet do que nos auditórios do Hotel Majestic e do Mackenzie. Durante as palestras, e depois delas, havia intensa troca de comentários e impressões nas mídias sociais por parte dos que estavam nos auditórios ou assistindo pela internet, o que leva à formação de uma comunidade cada vez maior reunida em torno, não do Piper, mas do que ele representa.





E este é o gancho para minha segunda observação. Os fatos acima descritos simplesmente confirmam o que vem sendo dito, inclusive por mídias não-cristãs, de que o Calvinismo passa por uma ressurgência, um avivamento, por assim dizer, que tem atingido especialmente os Estados Unidos e o Sul-Global -- nome que tem sido dado à cristandade abaixo do equador, no hemisfério sul, especialmente África, China e Brasil.

 Mas, não se trata daquela caricatura de calvinismo explorada pelos contrários - gente sisuda, fechada nas quatro paredes de seus templos, cantando salmos ao som de órgãos de tubo, de paletó e gravata e pregando a predestinação para o inferno.


 Este calvinismo que ressurge, e que tem sido chamado de vários nomes, fala da alegria em Deus, quer estar presente e influenciar a cultura moderna, utiliza o que ela tem de melhor a oferecer para a glória de Deus - a julgar pelo alto emprego de tecnologia que marca os eventos - sem, em momento algum, abandonar os pontos característicos da Reforma: Sola Scriptura, Sola Fide, Sola Gratia, Solus Christus e Soli Deo Gloria. Além, é claro, dos famosos cinco pontos do Calvinismo: depravação total, eleição incondicional, expiação limitada (ou eficaz), graça irresistível e perseverança final dos santos.



O interesse pela fé reformada tem crescido tanto a ponto de romper as barreiras denominacionais, trazendo para o mesmo ambiente de estudo, adoração e louvor batistas, presbiterianos, independentes, comunidades, pentecostais, anglicanos e outros que partilham do mesmo entusiasmo pelas antigas doutrinas da graça. Isto ficou muito claro em Águas de Lindóia e no Mackenzie.



A terceira observação é que a maioria dos que estavam presentes na Fiel e no Mackenzie é composta de jovens. Acredito que a mesma coisa se poderia dizer dos que seguiram tudo pela internet. Para mim, este é um indicador extraordinário de que Deus está de fato tendo misericórdia de nós e nos dando uma sobrevida de pelo menos mais uma geração, enquanto que em outros lugares, onde um dia a fé reformada floresceu, apenas anciãos ocupam poucos lugares em enormes catedrais vazias.



Meu último comentário é que Piper pregou o tempo todo, na Fiel e no Mackenzie, num dos pontos principais do Calvinismo, sem levantar as sobrancelhas dos que detestam os calvinistas. Refiro-me à principal ênfase de Calvino, em suas Institutas e seus comentários, que é a glória de Deus como supremo bem do homem, ponto este capturado no slogan da Reforma, Soli Deo Gloria. Ao fazer isto, Piper mostrou que o calvinismo nada mais é que uma tentativa de honrar e pregar a mensagem central da Palavra de Deus, como Calvino tão apropriadamente nos mostrou. Não me lembro de ter ouvido Piper citar Calvino ou os puritanos, mas ele estava pregando calvinismo puro o tempo todo.



A Deus, portanto, toda glória.

25/07/2011

A DECEPÇÃO DE RICK WARREN ALASTRA AS IGREJAS BATISTAS TRADICIONAIS!

(Em bom português brasileiro seria - O engodo de Rick Warren se alastra)



Texto do Professor Johan Malan e Pr Heuring Felix Motta









Temos observado  por tempos que as Igrejas Batistas tradicionais estão se envolvendo em sombras de uma teologia atrativa de charme e glamour,para aglomerar jovens e adultos com novidades focadas em campanhas que não é nada de novo para nós, na realidade   são raízes neopentecostais com uma capa de personalismo com etiqueta.Quando uma igreja se envolve com esse tipo de campanha ela simplesmente admite que não quer compreender a bíblia e não quer focar sua vida em Deus,mas, nos modismos e na  agitação da liderança, que prefere fermentar  a comunidade do que qualificá-la na palavra ,fazendo exposições bíblicas,exegeses detalhadas do texto sagrado.

Mas, por que  os lideres  omitem a forma correta para  dar como alimentos, enlatados? Simples ,por preguiça e por medo de serem questionados em seus procedimentos suspeitos,por medo e por vaidade,por  ter o púlpito como palanque  para seu discurso pavão, embriagados no seu ego e longe da rota de Deus e da clareza da palavra,tudo por vaidade e poder!

Rick Warren é somente mais um que traz um produto enlatado com a intenção de alienar pessoas,limitando e tirando o poder da criação que nos foi garantido desde de Gênesis 1 e 2 em simetria com a ressurreição que acontece no primeiro dia,Deus criando sempre,sempre livre para criar e não para focar seu poder de criação em um aquário.
Tirar essa dádiva de Deus em nós é simplesmente admitir  a ausência de se maravilhar  com a criação, é deixar de participar nela (a criação) para receber  dos enlatados uma vida virtual e sem cores!

Vida com propósito  é um engodo personalista tentando sufocar o poder de criação das pessoas, talvez se os lideres  dessem mais oportunidades aos talentos,ao poder de criar e de  exercer  o direito de ser diferença e fazer  diferença, de cada pessoa da comunidade ,ela certamente iria se maravilhar, como fez Deus ,quando  contemplou toda  sua criação,ele descansou,santificou e abençoou. Enlatados são prejudiciais a saúde espiritual do povo eleito de Deus!

Rick Warren adoptou um conceito humano típico do crescimento da igreja e do crescimento espiritual, visto que as normas que escolheu na determinação do êxito mostram uma base doutrinal muito pobre. O seu evangelho não-ofensivo foi defenido de uma maneira tão vaga que, do ponto de vista humano, é aceitável virtualmente por toda a gente. As pessoas não são ofendidas por êle, porque o pecado e as terríveis consequências da ira de Deus sôbre os pecadores, não são mencionados. O significado completo da morte de Jesus na cruz, onde Êle verteu o Seu sangue e deu a vida para servir a pena de morte de Deus sôbre os pecadores, (Romanos 6:23) não é explicitamente proclamado. Dave Hunt comenta com muito acêrto: “Falta ali por completo algo com que convencer o pecador da sua rebelião contra Deus e do próximo julgamento… Falta ali por completo a explicação do preço que Cristo pagou na cruz pelo pecado”. Embora se mencione a cruz, não são explicadas todas as implicações da morte substitutiva de Cristo.

O que Rick Warren de facto  proclama é uma identificação geral com Jesus Cristo, e as numerosas bênçãos que Êle tem em reserva para nós. O Cristinismo é apresentado de maneira tão positiva e benéfica, e feito tão aceitável pelos pecadores com a sua associação à música moderna e aos métodos mundanos de motivação espiritual, que grandes muiltidões são atraídas para a igreja. O vasto fluxo de gente para as mega-igrejas, bem assim como o grande aumento de receita das congregações, são interpretados como reavivamento espiritual e como um novo movimento reformador. 

São de facto os grandes aumentos em números e receita, indicações de crescimento espiritual? Será uma avaliação em têrmos dêstes critérios norma aceitável para determinar a verdadeira espiritualidade? Não há uma grande diferença entre a classificação humana e a classificação divina de um assunto? Como é que sabemos se um determinado dirigente da igreja, como ser humano, é de facto dirigido pelo Espírito de Deus e obedece aos princípios das Escrituras, ao tomar decisões e ao fazer afirmações? Por favor, consideremos os seguintes êrros graves que os seres humanos podem cometer, ao julgarem assuntos segundo os seus próprios valores e interesses:

·       A promoção de doutrinas humanamente determinadas que não refletem o verdadeiro significado das Escrituras, é um exercício fútil, pois não é aceitável pelo Senhor: “Em vão Me adoram, ensinando como doutrinas os comandos dos homens” (Mateus 15:9). Nós estamos profundamente dependentes do Espírito Santo para nos guiar em toda a verdade (João 16:13), pois apenas a verdade da Palavra de Deus nos pode libertar do pecado e da decepção (João 8:32). Quando usamos os livros de certos autores, devemos em primeiro lugar verificar se êles nos apresentam exposições bíblicas sãs (1 Pedro 2:2). 

·       As doutrinas falsas gozam muitas vezes de grande aceitação social e eclesiástica. E podem tornar-se tão populares e tão firmemente estabelecidas, que muitos pastores as proclamam para garantir popularidade, grandes congregações e receitas. Isto dá em resultado que muitas pessoas são enganadas pelo baixo nível de um evangelho distorcido. “Pois o dia virá em que êles não aceitarão doutrina sã, mas, de acordo com os seus próprios desejos e porque têm ouvidos ávidos, procurarão para si mesmos professores; e afastarão os ouvidos da verdade e escutarão fábulas” (2 Timóteo 4:3-4). Os professores Walvoord & Zuck (Comentário do Conhecimento Bíblico), dizem o seguinte àcêrca desta escritura: -- “Paulo estava preocupado com o perigo das heresias afastarem as pessoas da verdade de Deus”. Estamos nós a investigar cuidadosamente as doutrinas, antes de as aceitarmos em boa fé e de expormos as nossas congregações ao seu conteudo? Parece que não. 
 
·       A verdade àcêrca do evangelho de Jesus Cristo, bem como as pessoas que o proclamam, a maior parte das vezes não são aceites pelo mundo (João 15:18-20). A aclamação do mundo é dirigida usualmente àqueles que diluem e distorcem a Palavra, para a tornar socialmente mais aceitável. Os prègadores que sucumbem à pressão da aceitação social, colocam-se sob o julgamento de Deus: -- “Ai de vós, quando todos os homens falam bem de vós, pois o mesmo fizeram os seus pais aos falsos profetas” (Lucas 6:26).

·       Do ponto de vista humano, as riquezas materiais, a posição social e a fama não são consideradas por Deus virtudes espirituais. Para Êle é uma abominação quando as pessoas justificam e seguem tais coisas descrevendo-as como bênçãos de Deus. “Vós sois daqueles que se justificam perante os homens, mas Deus conhece os vossos corações. Porque aquilo que é altamente estimado entre os homens é uma abominação aos olhos de Deus”. (Lucas 16:15). A Bíblia Viva diz: “Os vossos pretextos trazem-vos honra da parte dos homens, mas são uma abominação aos olhos de Deus”.

·       Os critérios seculares para obter êxito podem ser espiritualmente muito enganadores. A igreja aceitável e financeiramente próspera do tempo do fim, é julgada como segue pelo Senhor Jesus: “Portanto, porque estais mornos, e nem frios nem quentes, Eu cuspir-vos-ei da minha boca. Porque dizeis – Eu sou rica, tornei-me rica e não tenho necessidade de coisa alguma – e não compreendeis que sois desgraçadas, miseráveis, pobres, cegas e nuas” (Apocalipse 3:16-17; Veja-se também 1 Timóteo 6:7-12).

Prémio Igreja Saudável

Rick Warren é incansável na sua avaliação do crescimento da igreja, e apresenta também a sua congregação – a congregação Saddleback – como um modêlo para as outras. Êle afirma: “A Igreja Saddleback é agora apenas uma entre milhares de igrejas Movidas Pelo Propósito, a vanguarda de uma nova reforma”. As igrejas que copiam com mais êxito as ideias de Rick Warren, são premiadas com o Prémio Igreja Saudável.

Aos dirigentes da igreja que seguem Rick Warren é dito que, se seguirem a sua campanha e agirem como outras que o fazem, crescerão 20%  por ano em presenças e dinheiro. E então serão olhadas como congregações “saudáveis” candidatas ao prémio. A igreja em Lodiceia ter-se-ia certamente qualificado para êste prémio, pois era muito rica e saudável. Mas espiritualmente falhou a prova, porque o reino de Cristo opera com outros princípios (Apocalipse 3:15-18). 

O Senhor Jesus não se importa com números ou dinheiro, mas está interessado em corações mudados e vidas santas. No que diz respeito a números, Êle afirma que são poucos aqueles que estão realmente salvos (Lucas 13:23-24). 

Decepção doutrinária

O principal objectivo de Rick Warren não é a pureza de doutrina, mas sim o crescimento exterior da igreja. Êle diz que a doutrina tem tão pouca importância, que Deus nem mesmo pergunta por ela: -- “Deus não vos vai  interrogar sôbre a vossa bagagem religiosa ou opiniões doutrinárias”- (A Vida Movida por Propósito, p.34). Êle recusa-se a ser  atraído a discussões sôbre êste tópico e não tem quaisquer problemas com as doutrinas de outras igrejas ou seitas, se elas implementarem os seus métodos de crescimento.

No entanto na Bíblia, a pureza de doutrina é da maior importância: “Quem quer que transgrida e não cumpra a doutrina de Cristo, não tem  Deus. Aquele que permanece na doutrina de Cristo tem tanto o Pai como o Filho” (2 João 1:9). Os professores Walvoord & Zuck (Comentário do Conhecimento Bíblico pgs. 907-908) dizem o seguinte  a respeito desta escritura: “‘Quem quer que transgride e não permanece na doutrina de Cristo não tem Deus’. Estas palavras  sugerem fortemente que o apóstolo estava a pensar aqui no abandono da verdade por aqueles que dantes se agarravam a ela…Uma pessoa que não continua numa coisa, evidentemente que esteve em tempos nessa coisa. Os autores do Novo Testamento eram realistas quanto à possibilidade de Cristãos cairem vítimas da heresia, e avisaram-os contra isso…João tinha acabado de avisar os seus leitores da possibilidade da perda da recompensa (2 João 1:8). E assim os cristãos foram avisados para não irem além dos limites de sã doutrina, mantendo-se onde estavam no ensino àcêrca de Jesus. Desviarmo-nos da verdade é deixar Deus para trás. E Deus não está com uma pessoa que faz isso. O que essa pessoa faz, fá-lo sem Deus…Em contraste com o abandono da verdade, ‘Aquele que permanece na doutrina de Cristo tem tanto o Pai como o Filho’. Isto diz-nos que Deus está com aqueles que persistem na verdadeira doutrina sôbre Cristo” (Versão da NKJV). 

Onde é que Rick Warren tem os pés assentes relativamente à doutrina de Cristo? Bob DeWaay, da congregação Twin City em Minneapolis, afirma no seu Comentário de Assuntos de Crítica, de Jan/Fev. 2005: “O livro de Rick Warren sôbre a Vida Movida por Propósito, nunca explica a justificação pelo sangue no contexto do evangelho da salvação. Jesus louvou os vitoriosos – as pessoas são vitoriosas por causa do sangue do Cordeiro. Visto que  os leitores e seguidores de Rick Warren não ouvem nada dêle sôbre a justificação pelo sangue ou sôbre a ira de Deus contra o pecado, êles não têm maneira alguma de  se tornarem vitoriosos.
Qual é a vantagem da doutrina, se ela não conduz à justificação e à santificação? Ela pode dar apenas às pessoas uma espécie de santidade, bem assim como uma auto-imagem positiva, como em Laodiceia, que foi totalmente rejeitada pelo Senhor Jesus.

Misticismo oriental 

Rick Warren associa-se abertamente com a meditação, que êle apelida de “oração contemplativa” ou “oração respirada”, utilizando-a em alguns dos seus seminários de treino de pastores, a par de exercícios yoga de relaxamento. Isto são práticas místicas estranhas de origem oriental. Em Comentários de Assuntos de Crítica (ibid) afirma-se: “Rick Warren compromete-se com os pagãos, tal como as igrejas que Jesus admoestou em Apocalipse 2 e 3. Êle utiliza princípios pagãos no seu programa SHAPE, que foi inspirado pelas teorias duvidosas de Carl Jung. Êle ensina práticas pagãs de ‘oração’ como ‘orações  respiradas’, que se destinam a induzir estados alterados de consciência. Êle consulta complacentes como Robert Schuller, e encoraja outros a fazer o mesmo. “

Estas sessões de meditação nos seus seminários são apenas o tôpo do iceberg. No seu livro A Hora da Partida – Como uma Unidade Universal Está a Mudar a Face do Cristianismo, Ray Yungen indica que as orações  contemplativas ou centralizadoras estão a invadir largos sectores do Cristianismo, onde a oração é substituida por esta prática mística. Ela oferece às pessoas experiências estranhas de ”outro Jesus” dentro delas (o Deus interior) e conduz também a estados de consciência de alternativa, que constituem a base da falsa espiritualidade. Sandy Simpson, (www.deceptioninthechurch.com) diz que a vasta introdução da oração contemplativa, vai certamente ser o prego final na urna da igreja enganda moderna.

Rick Warren conseguiu a cooperação de Ken Blanchard para o ajudar no treino de dirigentes em Saddleback. Existe forte evidência de que Blanchard aderiu ao grupo místico contemplativo da Nova Era. Podiam citar-se vários exemplos desta devoção à espiritualidade mística. Êle escreveu o prefácio dos livros de Jim Ballard O que Faria Buda a Trabalhar e A Mente como Água. E também escreveu o prefácio do livro sôbre clarividência, de Elle Ladd Morrer e Partir. Ken Blanchard não dá qualquer desculpa quando afirma que se pode ganhar muito com o Budismo. Tanto êle como a esposa encorajam e praticam yoga e  meditação com mantras. 

Enganados de propósito 

No seu livro “Enganados de Propósito: As Influências da Nova Era na Igreja Movida por Propósito, Warren Smith confirma sem sombra de dúvida, as influências da Nova Era no ministério de Rick Warren e nos seus livros. No contexto da frase “um pouco de fermento fermenta toda a massa” (Galatas 5:9), Smith refere-se a várias distorções no livro de Warren, em que êle tira muitas vezes conclusões que são contrárias ao verdadeiro significado das Escrituras. O evangelho é apresentado de tal maneira, que as pessoas fazem uma descoberta positiva de si mesmas sem serem convencidas dos seus pecados. E isso reflete as ideias de Robert Schuller sôbre a auto-estima, assim como o teor da Oração de Jabez de Bruce Wilkinson, em que o alargar e a expansão dos interesses pessoais constituem o conceito-chave. Rick Warren também se refere a autores Nova Era, para ilustrar algumas das suas afirmações. O resultado final é um evangelho que soa bem, com base no conceito do pensamento positivo de Robert Schuller e Norman Vincent Peale.  
 
Não tem qualquer elemento de contraste de um demónio com todos os seus poderes de decepção, e portanto nenhuma maneira de resistir ao mal e ao engano. Robert Schuller disse: “Concentrai-vos no que é positivo. Se aceitardes Jesus Cristo como salvador…nunca tereis de vos preocupar com o diabo”. Rick Warren faz eco desta afirmação no seu livro, quando declara: “Ajuda-nos saber que Satanás é inteiramente previsível” (pg. .203).

No final do seu livro, Warren Smith faz os seguintes comentários sôbre Rick Warren e o seu ministério Movido por Propósito:

“A trabalhar com a eficiência de propósito de uma corporação estritamente dirigida por Peter Drucker, Rick Warren e a sua aliança global de dirigentes Cristãos e organizações, estão a desviar  metòdicamente a Igreja para fora do campo do Cristianismo biblico a caminho da fronteira da Nova Espiritualidade…Não é demasiado tarde para Rick Warren reconhecer que foi altamente enganado pelas teorias mundanas de Robert Schuller. Êle podia abrir os olhos a muitas pessoas, se começasse a expor as diferenças entre o Cristianismo bíblico e as teorias deceptivas da Nova Era e da nova espiritualidade… Êle podia fazer compreender a Walsch e a outros dirigentes da Nova Era, que o “território” espiritual do que acreditamos não vai ser alargado, expandido, alterado ou transcendido em nome da Nova Espiritualidade, de Jabez, ou de qualquer outro. Rick Warren podia tornar claro, que não necessitamos de qualquer nova revelação, porque já nos foi dado tudo o que precisamos saber, em Escrituras devidamentee traduzidas e no nosso relacionamento com o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Êle podia esclarecer sem a mínima dúvida, que Deus não está em todos e em tudo, e que nós nunca aceitaremos os ensinamentos de uma nova espiritualidade…

“Se Rick Warren fizesse estas coisas, êle podia edificar e encorajar grandemente o corpo de Cristo. E então estaria verdadeiramente a lutar pela fé, como somos instruidos a fazer. Ao desmascarar os estratagemas e artifícios do nosso cada vez mais agressivo adversário, êle podia evitar que muitas pessoas sejam enganadas. E podia tornar claro que, embora desejemos fazer todo o possível por ajudar o mundo, não vamos permitir que a nossa fé ou o Evangelho sejam comprometidos ao fazê-lo. 

“Mas, no momento, não parece que Rick Warren tencione mudar de curso, queira publicar os tão necessários avisos pormenorizados e venha sèriamente a lutar pela fé. É triste que, se Rick Warren e outros dirigentes Cristãos cairem nas malhas dos estratagemas e artifícios da Nova Era, em vez de os exporem, afundarão consigo próprios números sem fim de pessoas sinceras. Será os cegos a guiarem os cegos, ao camiharem mais e mais para dentro do enganoso abismo da Nova Era e sua espiritualidade. Os Cristãos sem discernimento que julgam estar a caminhar no caminho estreito a preparar o caminho para Jesus Cristo, podem descobrir demasiado tarde, que de facto estão a caminhar na estrada larga a preparar o caminho para o Anticristo. Não é demasiado tarde para avisarmos toda a gente. Mas devemos fazê-lo antes que a decepção avance aínda mais. Como já vimos, há outro  Jesus, outro cristo, outro espírito e outro evangelho a operar hoje no mundo. A Igreja não deve continuar a cair preza da decepção.” (Warren Smith: Enganados de Propósito: As Influências da Igreja Movida por Propósito,  Conscience Press, 2004 p.168-170). 

Um evangelho sem alma 

Um evangelho sem alma, em que se dizem muitas coisas boas sôbre o Senhor Jesus ao oferecer as Suas bênçãos a todos os Cristãos, mas sem mencionar as destrutivas consequências do pecado nem o futuro nêgro dos pecadores no contexto da ira de Deus sôbre os mesmos, não pode ser de qualquer vantagem real. Aínda mais, êle não conduz a uma apreciação sã da natureza da morte de Cristo na cruz para o perdão dos nossos pecados. E também não tem valor prático como  directiva na vida, uma vez que todos os aspectos negativos, como a decepção espiritual, o aumento das fôrças anti-cristãs e o papel dos falsos profetas, são evitados e deliberadamente ignorados. 

Esta atitude positivista pode resultar em grandes congregações, onde as atracções mais importanates são a “excitante” música contemporânea, (incluindo o ‘Rock Cristão’), e a prègação não-ofensiva na forma de prédicas motivadoras, que agradam a pessoas de todas as persuasões doutrinárias. Mas os sermões que não refletem os princípios básicos do Evangelho de Cristo, são descritos como fábulas ou mitos (2 Timóteo 4:3-4). São veículos para a introdução do espírito do engano nas congregações Cristãs (2 Tessalonicenses 2:10-12). Desta maneira, a verdadeira mensagem do Evangelho é rebaixada e eventualmente silenciada. Através de pregação desta natureza, as pessoas são privadas do seu armamento espiritual, de que necessitam para poderem enfrentar as ciladas do diabo (Efésios 10:12).
 


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15/07/2011

CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA X IMORAL ALIANÇA ''BATISTA''



















Por Pr Heuring Felix

Igreja Batista Shekinah em Jequié-ba


Essas igrejas Batistas  sairam da CBB  por razões pentecostais no passado e formaram a convenção nacional,logo se filiaram a aliança Batista que por sua vez aceita a causa gay,agora estão abraçando a liberalidade  da causa gay.Os Batistas daa CBB repudiam toda e qualquer idéia,teologia ou doutrina que não encontra apóio nas escrituras sagradas,por que temos a palavra de Deus com única fonte de  regra e fé!

Infelizmente a aliança Batista tanto mundial e Brasileira, seguem a apostasia que tanto Jesus e os apostolos nos alertaram veementemente sobre tais posturas levianas e sem compromisso com os mandamentos de Deus!

Comentário Sobre Rm 1:26-27

Encontramos a declaração de Paulo nas seguintes palavras:

''Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.''


A Aliança de Batistas do Brasil aplaudiu a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que concede direitos civis a pessoas do mesmo sexo vivendo em situação estável.


Um documento dos ''batistas'', assinado pela presidente da instituição, pastora Odja Barros diz que a Aliança “compreende como uma ‘boa nova’ o fato de que as pessoas identificadas sob a rubrica LGBTS (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Simpatizantes) estejam sendo incluídas no ideal de equidade social defendido pela Constituição Federal Brasileira.” Para eles a decisão do STF trata de uma reparação a uma minoria historicamente tratada como pessoas de segunda categoria, estigmatizadas e sem uso pleno da cidadania.

“Não defendemos essas ideias por mera sofisticação cultural, muito menos para sermos fiéis à cultura presente, mas a defendemos como conseqüência de nossa leitura do Evangelho de Jesus Cristo e de nossa relação com a herança batista da qual fazemos parte”, escreveu Odja Barros que não encara o reconhecimento de direitos civis a pessoas do mesmo sexo vivendo em união estável como uma “onda de imoralidade”.

A sede da Aliança fica em Maceió e está presente em Pernambuco, Alagoas, Bahia e Rio de Janeiro.


 DECLARAÇÃO DA ALIANÇA BATISTA APOSTATA




A Aliança de Batistas do Brasil, instituição batista de caráter ecumênico em sua Carta de Princípios proposta no ano de 2005, se propõe a “celebrar a diversidade da vida e da humanidade em todas as suas formas, respeitar as diferenças e promover o diálogo”, assim como também “defender a causa dos empobrecidos e proscritos da sociedade”. Esses anseios se fundamentam em nossa leitura do Evangelho de Jesus Cristo, em seu claro chamamento à causa dos oprimidos, em sua paixão pela liberdade humana e pela plenitude da vida de toda criação. Esses anseios também se fundamentam em nossa tradição batista, marcada historicamente pela defesa da liberdade de consciência de todas as pessoas, em matéria de religião e de civilidade. 
 
É com base nestes princípios que a Aliança de Batistas do Brasil, mais uma vez fazendo uso das prerrogativas constitucionais de livre expressão, deseja tornar público o seu posicionamento com relação à decisão do Supremo Tribunal Federal brasileiro (STF) em garantir, de modo unânime, a legitimidade dos direitos civis das uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo. Como entidade identificada com a justiça social e com a busca da equidade devida a cada cidadão e cidadã da nação brasileira, desejamos externar nossa satisfação e nosso contentamento com a decisão unânime do STF.

Desejamos tornar pública nossa leitura destes fatos, conscientes de que a mesma possa divergir da maneira como amplos setores das igrejas cristãs brasileiras têm se posicionado frente à mesma discussão. 

1. Em primeiro lugar, não consideramos a decisão do STF relacionada aos direitos civis das uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo como “ondas de imoralidade”, nem as articulações dos grupos identificados sobre a rubrica LGBTS (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Simpatizantes) como “afrontas à família brasileira e à moralidade sexual cristã”. Antes, as consideramos sob o ponto de vista da legalidade da luta política e ideológica, como expressões das possibilidades plurais de expressão próprias de qualquer estado democrático de direito. Em outros termos, compreendemos que conquistas como a sinalizada pela decisão do STF apontam para o amadurecimento da democracia, para a organização e o fortalecimento dos movimentos sociais, expressas por lutas demoradas, pacientes, assumidas por amplos setores da sociedade civil organizada. É com esta compreensão que manifestamos nosso apreço a programas como o Brasil sem Homofobia, cuja finalidade, mais do que conceder privilégios a grupos em especial, é reparar lapsos feitos a certas minorias, historicamente tratadas como pessoas de segunda categoria, estigmatizadas, e sem pleno uso de sua cidadania.
2. Em segundo lugar, compreendemos que embora decisões como a do STF não sejam eficazes na diminuição do preconceito de que os indivíduos e grupos implicados têm sido vítimas ao longo de muito tempo, ao menos ajudam a reparar injustiças históricas e a conceder a esta comunidade de pessoas direitos legais já possuídos pelo restante da sociedade. Desta maneira, entendemos que as leis que regem o nosso país, em grande parte, estão ligadas a contextos sócio-políticos e culturais onde vigiam o patriarcado, além de refletirem a visão de mundo e de sociedade das pequenas elites ocupantes dos espaços políticos e jurídicos de produção dessas leis. Como conseqüência dessa leitura, entendemos que decisões como as do STF, também são reflexo do amadurecimento político e cultural, senão diretamente de nossos representantes políticos, pelo menos de alguns setores da sociedade civil organizada. A Aliança de Batistas do Brasil compreende que conquistas como as que estão em questão, representam rupturas históricas louváveis frente aos modos de constituição das formas jurídicas que regulam a sociedade brasileira. Oxalá esse amadurecimento chegue em breve aos campos tributário, penal, ambiental e político institucional. 

3. Em terceiro lugar, e do ponto de vista estritamente teológico, desejamos tornar pública nossa posição de que com o reconhecimento dos direitos civis da união estável de pessoas do mesmo sexo, os princípios evangélicos da vida com abundância, da dignidade humana e da justiça, amplamente defendidos pelas Escrituras Sagradas, são profundamente afirmados. Compreendemos que decisões legais como a que está em questão, ajudam a dirimir o senso de indignidade daqueles e daquelas que em nossa cultura cristã-patriarcal têm sido considerados “impuros”, e cuja opção, até o presente momento, tem sido os guetos de nossa sociedade. Pautados na atitude de Jesus de Nazaré, que sempre subverteu as formas com que as instituições religiosas de seus dias tratavam os “impuros”, relativizando dogmas milenares e chamando as pessoas a uma nova atitude frente àqueles excluídos, a Aliança de Batistas do Brasil compreende como uma “boa nova” o fato de que as pessoas identificadas sob a rubrica LGBTS estejam sendo incluídas no ideal de equidade social defendido pela Constituição Federal Brasileira. Também compreendemos teologicamente que eventos como a decisão unânime do STF ajudam a corroborar aquele que certamente é o maior princípio evangélico de todos, que é a defesa e a prioridade da vida. O preconceito contra a diversidade sexual, radicalizado por reações homofóbicas de todo tipo, degeneram em grande número de casos em crimes e atentados contra a integridade física dessas pessoas. Por isso, compreendemos que qualquer lei que beneficie e proteja a vida, funciona em sintonia com o espírito do Evangelho de Jesus Cristo.

4. Finalmente, como Aliança de Batistas do Brasil, entendemos que nosso papel principal, como igrejas cristãs desse tempo, seja o de contribuir no enfrentamento da intolerância que se dissemina com força cada vez maior no tecido social. Somos profundamente simpáticos a uma espiritualidade que se abra ao diálogo e que não tema o encontro com a alteridade; que se paute pela celebração da diversidade e que tenha na defesa da vida sua motivação precípua. 

Não defendemos essas idéias por mera sofisticação cultural, muito menos para sermos fiéis à cultura presente. Mas as defendemos, como dissemos, como conseqüência de nossa leitura do Evangelho de Jesus Cristo e de nossa relação com a herança batista da qual fazemos parte.

Prª Odja Barros
Presidente da Aliança de Batistas do Brasil 




''Maceió, 17 de maio de 2011'' DATA DO DOCUMETO POSTADO NAQUELA OCASIÃO




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Os Cinco Pontos das Igrejas Batistas Reformadas

















Por David Charles

Batista Reformado? O que é isso? Um batista que está se recuperando de alguma coisa? Batistas não podem ser reformados! Igrejas Batistas Reformadas são uma novidade e, portanto, não são confiáveis. No que exatamente os batistas reformados acreditam? O que exatamente é uma igreja Batista Reformada?
Esses tipos de perguntas e declarações são comuns nestes dias. A maioria dos pastores batistas reformados têm que lidar com tais sentimentos de forma regular.
O Cabeça da Igreja tem sido generoso com o evangelicalismo americano nos últimos anos. O Calvinismo parece estar desfrutando de um pequeno reavivamento. Conferências, livros e pregadores de destaque abundam. Alegre-se Sião!
Entretanto, isso não veio sem causar um pouco de consternação ao nosso pequeno grupo de igrejas; nós somos freqüentemente deturpados por aqueles que sabem o que foi a Reforma, e mal compreendidos por aqueles que não sabem. Na maior parte do tempo, isso não é difícil de suportar. É nosso privilégio poder explicar o que nós acreditamos e por que é tão importante para nós.
O real desafio para nós é quando uma igreja que tem pouco em comum conosco além dos chamados "Cinco Pontos do Calvinismo" ainda assim reivindica ser uma Igreja Batista Reformada. Observe que estes irmãos podem rejeitar o Princípio Regulador do Culto como antiquado, a Lei é menosprezada como sendo penosa, a observância do Sabbath é considerada legalista ou a teologia do pacto é comprometida com uma adesão ao dispensacionalismo. Eu gostaria de ver um pouco de honestidade nos anúncios.
Em uma tentativa de ajudar a explicar no que nós acreditamos, ofereço os CINCO PONTOS DAS IGREJAS BATISTAS REFORMADAS.
Estes não são completamente originais. Eu os ouvi pela primeira vez de Richard Barcellos que por sua vez os ouviu do Pastor Greg Nichols. Adicionei os sub-pontos e modifiquei alguns dos termos dos pontos principais.
Eu arriscaria dizer que uma Igreja Batista Reformada pode ser mais do que está aqui, mas não menos. Algumas de nossas igrejas podem cantar exclusivamente Salmos enquanto outras são completamente comprometidas com os hinos. Home-schooling ou escola pública e muitas outras preocupações são problemas a serem solucionados com prudência Cristã e caridade (sim, as igrejas batistas reformadas reconhecem adiaphora). Mas para nosso pequeno grupo de igrejas, estes "Cinco Pontos" estão fora de discussão.

Os cinco pontos das Igrejas Batistas Reformadas

Um breve esboço de nossas convicções distintivas

I. REFORMADA

A. Sola Scriptura - A Bíblia é a autoridade completa, fechada e clara em todas as matérias de fé.
B. Solus Christus - Nossa confiança para a salvação está somente em Jesus Cristo.
C. Sola Gratia – a Graça assegurou a redenção sem referência a obras.
D. Sola Fide - Somos declarados justos por Deus somente pela fé [1].
E. Soli Deo Gloria – A finalidade da criação e redenção é a glória de Deus.

II. CALVINISTA

A. Depravação total - A queda de Adão afetou a totalidade da pessoa do homem [2].
B. Eleição incondicional – A Eleição não é baseada na presciência da fé ou em obras [3].
C. Expiação limitada – A redenção foi obtida por Cristo para os eleitos [4].
D. Graça irresistível – A regeneração pelo Espírito santo é eficaz para os eleitos.
E. Perseverança dos Santos - Deus vai, pela graça, completar o que Ele começou na regeneração.

III. PURITANA

A. Piedade na Adoração - Princípio Regulador do Culto [5], o Dia do Senhor como um Sabbath Cristão.
B. Piedade na Pregação - Primazia da pregação. Ênfase na exposição e na aplicação.
C. Piedade na Instrução - Confessional e católica. Propagar aquilo que nós cremos que a Bíblia ensina [6].
D. Piedade na Família - Pais devem instruir (catequizar) e disciplinar os seus filhos no Senhor.
E. Piedade no Comportamento - Manter uma boa consciência diante de Deus e dos homens.

IV. PACTUAL

A. Unidade da Bíblia - Muitas partes, mas uma só mensagem.
B. Interpretação Cristocêntrica - a pessoa de Jesus, Sua obra e Seu reino, é o tema da Bíblia.
C. Distinção entre Lei / Evangelho – A Lei [7] ordena e condena. O Evangelho salva [8].
D. Um meio de salvação - Cristo salvou todos os eleitos ao longo de todas as eras.
E. Visão otimista da história - Jesus Cristo é agora Rei, reinando sobre todos. Ele virá em breve.

V. BATISTA

A. Prática Eclesiástica Bíblica – Ordenanças só para crentes [9]. Disciplina da igreja exercida com amor.
B. Liberdade Eclesiástica Bíblica - O estado não deve intrometer-se em assuntos da consciência.
C. Governo de Igreja Bíblico - Presbíteros e diáconos. A congregação local escolhe seus líderes [10].
D. Crescimento de Igreja Bíblico - Proclamação do Evangelho para o mundo. Arrependimento e Fé exigidos de todos.
E. Ministério Eclesiástico Bíblico - Sacerdócio de todos os crentes

Os Cinco Pontos das Igrejas Batistas Reformadas

David Charles
Batista Reformado? O que é isso? Um batista que está se recuperando de alguma coisa? Batistas não podem ser reformados! Igrejas Batistas Reformadas são uma novidade e, portanto, não são confiáveis. No que exatamente os batistas reformados acreditam? O que exatamente é uma igreja Batista Reformada?
Esses tipos de perguntas e declarações são comuns nestes dias. A maioria dos pastores batistas reformados têm que lidar com tais sentimentos de forma regular.
O Cabeça da Igreja tem sido generoso com o evangelicalismo americano nos últimos anos. O Calvinismo parece estar desfrutando de um pequeno reavivamento. Conferências, livros e pregadores de destaque abundam. Alegre-se Sião!
Entretanto, isso não veio sem causar um pouco de consternação ao nosso pequeno grupo de igrejas; nós somos freqüentemente deturpados por aqueles que sabem o que foi a Reforma, e mal compreendidos por aqueles que não sabem. Na maior parte do tempo, isso não é difícil de suportar. É nosso privilégio poder explicar o que nós acreditamos e por que é tão importante para nós.
O real desafio para nós é quando uma igreja que tem pouco em comum conosco além dos chamados "Cinco Pontos do Calvinismo" ainda assim reivindica ser uma Igreja Batista Reformada. Observe que estes irmãos podem rejeitar o Princípio Regulador do Culto como antiquado, a Lei é menosprezada como sendo penosa, a observância do Sabbath é considerada legalista ou a teologia do pacto é comprometida com uma adesão ao dispensacionalismo. Eu gostaria de ver um pouco de honestidade nos anúncios.
Em uma tentativa de ajudar a explicar no que nós acreditamos, ofereço os CINCO PONTOS DAS IGREJAS BATISTAS REFORMADAS.
Estes não são completamente originais. Eu os ouvi pela primeira vez de Richard Barcellos que por sua vez os ouviu do Pastor Greg Nichols. Adicionei os sub-pontos e modifiquei alguns dos termos dos pontos principais.
Eu arriscaria dizer que uma Igreja Batista Reformada pode ser mais do que está aqui, mas não menos. Algumas de nossas igrejas podem cantar exclusivamente Salmos enquanto outras são completamente comprometidas com os hinos. Home-schooling ou escola pública e muitas outras preocupações são problemas a serem solucionados com prudência Cristã e caridade (sim, as igrejas batistas reformadas reconhecem adiaphora). Mas para nosso pequeno grupo de igrejas, estes "Cinco Pontos" estão fora de discussão.

Os cinco pontos das Igrejas Batistas Reformadas

Um breve esboço de nossas convicções distintivas

I. REFORMADA

A. Sola Scriptura - A Bíblia é a autoridade completa, fechada e clara em todas as matérias de fé.
B. Solus Christus - Nossa confiança para a salvação está somente em Jesus Cristo.
C. Sola Gratia – a Graça assegurou a redenção sem referência a obras.
D. Sola Fide - Somos declarados justos por Deus somente pela fé [1].
E. Soli Deo Gloria – A finalidade da criação e redenção é a glória de Deus.

II. CALVINISTA

A. Depravação total - A queda de Adão afetou a totalidade da pessoa do homem [2].
B. Eleição incondicional – A Eleição não é baseada na presciência da fé ou em obras [3].
C. Expiação limitada – A redenção foi obtida por Cristo para os eleitos [4].
D. Graça irresistível – A regeneração pelo Espírito santo é eficaz para os eleitos.
E. Perseverança dos Santos - Deus vai, pela graça, completar o que Ele começou na regeneração.

III. PURITANA

A. Piedade na Adoração - Princípio Regulador do Culto [5], o Dia do Senhor como um Sabbath Cristão.
B. Piedade na Pregação - Primazia da pregação. Ênfase na exposição e na aplicação.
C. Piedade na Instrução - Confessional e católica. Propagar aquilo que nós cremos que a Bíblia ensina [6].
D. Piedade na Família - Pais devem instruir (catequizar) e disciplinar os seus filhos no Senhor.
E. Piedade no Comportamento - Manter uma boa consciência diante de Deus e dos homens.

IV. PACTUAL

A. Unidade da Bíblia - Muitas partes, mas uma só mensagem.
B. Interpretação Cristocêntrica - a pessoa de Jesus, Sua obra e Seu reino, é o tema da Bíblia.
C. Distinção entre Lei / Evangelho – A Lei [7] ordena e condena. O Evangelho salva [8].
D. Um meio de salvação - Cristo salvou todos os eleitos ao longo de todas as eras.
E. Visão otimista da história - Jesus Cristo é agora Rei, reinando sobre todos. Ele virá em breve.

V. BATISTA

A. Prática Eclesiástica Bíblica – Ordenanças só para crentes [9]. Disciplina da igreja exercida com amor.
B. Liberdade Eclesiástica Bíblica - O estado não deve intrometer-se em assuntos da consciência.
C. Governo de Igreja Bíblico - Presbíteros e diáconos. A congregação local escolhe seus líderes [10].
D. Crescimento de Igreja Bíblico - Proclamação do Evangelho para o mundo. Arrependimento e Fé exigidos de todos.
E. Ministério Eclesiástico Bíblico - Sacerdócio de todos os crentesResto do Post

07/01/2010

CARTA ABERTA PARA OS BATISTAS!


















Por JD. Berean

Muita gente das principais denominações, incluindo muitos Batistas - sem investigar, sem medir essa tal "renovação" pela palavra de Deus, já engoliu essa mentira". "Por causa do seu orgulho, o ímpio não investiga..." (Salmo 10:4)

O tal renovado nega qualquer ligação como pentecostismo. Ele não investiga. Ele não tem tempo. Está preocupadíssimo, se enchendo de orgulho, para saber o que Deus pensa de tudo isso!

O protestante renovado é um coitado, mas também, ele já está acostumado a aceitar a opinião dos homens.

Mas um Batista renovado?! é uma vergonha! uma tragédia.

Um Batista pentecostal é uma contradição de termos, de definições. As duas coisas não podem existir na mesma pessoa. O Batista, que agora chama-se "renovado", já deixou de ser Batista!

Se o Batista procurasse saber sua história, que começou nos Evangelhos...


Se o Batista compreendesse que ele não é protestante, que ele não é ex-católico, que ele não é produto de nenhum movimento humano....

Se o Batista abrisse os seus olhos ao fato que a famosa (?) Renovação Espiritual não passa de pentecostismo disfarçado e que Satanás está usando, justamente, esse tipo de movimento carismático/ecumênico a fim de levar muita gente, muitas igrejas, muitas denominações, diretamente para os braços de Roma...

Se o Batista reconhecesse esses fatos.... ele afirmaria no rosto de qualquer movimento que oferecesse "novas bênçãos" e o Batista, como os seus pés firmados na história, citaria, humildemente aos renovados, Efésios 1:3: "Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo!


Os Batistas rejeitam todas as tradições e práticas que foram inventadas desde o tempo dos Apóstolos.Os Batistas nunca foram ligados aos Protestantes e nunca foram identificados com a Igreja Católica Romana. Antes e depois da Reforma, mantiveram sua identidade e foram fiéis às Escrituras. Os Batistas verdadeiros mantêm os claros ensinos de Jesus e Seus Apóstolos. Por estas doutrinas, dadas por Deus, eles estavam e estão prontos a morrer se for necessário. Hanz Denk, um Batista do século 16 disse, "Fé significa obediência à Palavra de Deus, seja para viver, seja para morrer." Para muitos, era morte.

Os Batistas crêem fortemente na responsabilidade individual a Deus, porque as Escrituras ensinam claramente que "Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus," Rm. 14:12. Um sacerdote não pode se responsabilizar por você, e a igreja também não. Os padrinhos idem. Ninguém é salvo por quilo que os pais crêem. Ninguém é salvo pela identificação com uma religião. Cada um dará conta de si mesmo a Deus. Na sua maioria os pentecostais,carismáticos e renovados não crêem nesta doutrina bíblica.



 

07/11/2009

UMA RESPOSTA À CARTA CONVOCATÓRIA DO PASTOR ELI FERNANDES... Acerca dos Mulçumanos!...


          




Recebi o texto que segue, escrito pelo pastor Eli Fernandes, meu amigo de muitos anos. Li com atenção o que ele escreveu, e, com todo carinho, gostaria de emitir minha opinião ao final do texto dele.

Caio

____________________________________


Pr. Eli Fernandes de Oliveira



Estive, dias atrás, na Turquia, acompanhado do Pr Walmir Vargas, Ministro de Educação Cristã da LIBER. Em Istambul, unimo-nos a uma caravana de 45 membros da Igreja Palavra Viva, liderada por seu pastor e meu querido amigo, Lamartine Posella, conhecido líder evangélico no Brasil. Visitamos as cidades das sete igrejas do Apocalipse, depois do que voltamos para o Brasil em vôo da Turkiesh Airlines, Istambul/São Paulo, com escala em Dakar, capital do Senegal. Assentou-se ao meu lado um jovem universitário senegalês, muçulmano, El Hadí, com 26 anos, muito educado. Orei ao Senhor e, percebendo que ele falava também inglês, abordei-o acerca de Jesus. El Hadí ouviu-me atentamente, também formulou algumas perguntas interessantes, e até aceitou orar comigo, erguendo suas mãos como eu, repetindo as palavras à medida em que eu orava. Pedi que Jesus Cristo entrasse no seu coração e o ajudasse em sua compreensão espiritual.

Qual não foi minha surpresa quando um homem barbudo, de sorriso estranho, maldoso, com veste e turbante brancos, veio à nossa poltrona, dizendo que ouvira nossa conversa. Dirigindo-se ao jovem senegalês, perguntou-lhe: "Por que você, muçulmano, está ouvindo as palavras desse cristão que o quer converter? Você é quem deveria lhe falar de Maomé". Aquele lugar foi tomado de uma forte opressão. A cada palavra que eu ministrava sobre Jesus, o único Senhor e Salvador, aquele homem desprezava-O, ressaltando o nome de Maomé, sempre em tom arrogante e agressivo. Quando lhe perguntei se desceria no Senegal, disse-me que estava indo para São Paulo. Mostrou-me umas anotações, nas quais estava escrito: Santo Amaro, de 9 a 11. Ainda falou-me o que aconteceria no bairro de Santo Amaro: um encontro de líderes muçulmanos, para planejar a conversão da América do Sul para o islamismo. "O Brasil será de Maomé em breve, a Europa também logo será muçulmana". "O cristianismo está para se acabar e o mundo será islâmico". E repetiu: "Maomé é o Profeta de Deus! Noé, Abraão, Moisés e Jesus foram profetas, mas Maomé é o maior, o último e o mais importante".

Enquanto o enfrentava, os evangélicos no avião davam-me cobertura espiritual, percebendo a luta e orando com fervor. Deus concedeu-me, por seu poder, a firmeza e a autoridade espiritual para encarar aquele homem desdenhador de Jesus Cristo. Após reafirmar-lhe que, um dia, diante de Jesus. “Todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus é o Senhor, para a Glória de Deus Pai" e de assegurar que Jesus "é o único caminho, verdade e vida, e que ninguém vai ao Pai, senão por Ele", encerrei aquela tensa conversa, ordenando-lhe que se afastasse. Aquele homem retirou-se, diante da autoridade com que Deus me investira para o enfrentamento firme, e por minha inabalável convicção acerca de Jesus.

Em conversa com meu amigo e colega Lamartine, e em espírito de oração, resolvemos que, ao chegar a São Paulo, quando fôssemos retirar nossas bagagens, abordaríamos aquele líder muçulmano, declarando-lhe que o Brasil é de Jesus Cristo! E que Deus fecharia as portas para a ação evangelizadora muçulmana em nosso país.

Ontem, dia 06, tive a oportunidade de pregar na PIB de São Paulo, pela manhã, na reunião dos pastores das igrejas batistas do centro, na qual também estavam presentes 4 obreiros da Missão junto aos árabes. Ali tomei conhecimento da magnitude desse encontro Islâmico com a presença significativa de líderes de diversos países. O quadro ficou completo: Entendi que Deus nos permitiu o enfrentamento do líder muçulmano, fanático, naquele vôo, a fim de que nós cristãos obtivéssemos, dele mesmo, as informações do que planejam: discutir estratégias de forma a, segundo ele, converter o Brasil e o mundo à fé islâmica. Não fosse assim, dificilmente saberíamos tanto, com tanta antecipação.

Mas, agora, o que fazer? O que Deus quer de nós? Sei que não é oportuno o simples uso de chavões inconseqüentes, corriqueiros. Volto às circunstâncias em que se deu aquele episódio: A ira do kwaitiano ao me ouvir evangelizando um muçulmano senegalês durante o vôo de regresso ao Brasil. A Bíblia dá-nos conta de que os crentes daquelas sete igrejas da Ásia Menor, de onde estávamos vindo, se descuidaram, um dia, do padrão do Senhor, não deram ouvido às advertências a elas dirigidas pelo Cristo ressurreto, e foram derrotados, banidas totalmente! E hoje, 99% dos moradores daquele país, a Turquia, são muçulmanos! Deu para entender? Lá fomos derrotados mesmo!

À vista destes acontecimentos, quero conclamá-los a que nos unamos, neste momento, em fervorosas orações. Apelo-lhes a que reconheçam as razões pelas quais o cristianismo foi derrotado nas 7 igrejas. Arrependamo-nos e voltemos a uma vida de santidade e de compromisso única e absolutamente com Jesus, com as Escrituras e com Sua Igreja, para que a derrota não se repita mais! O recado do Apocalipse continua sendo o mesmo para nós, hoje: "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas"!

Ora, fomos derrotados quando perdemos o primeiro amor (Ap 2.4); quando não fomos fieis até a morte (Ap 2.10); quando permitimos heresias em nosso meio (Ap 2.14,15); quando deixamos de ser como Jesus (Ap.2.20); quando matamos nossa vida espiritual (Ap. 3.1); quando não retivemos as bênçãos recebidas (Ap. 3.11); quando nos permitimos permanecer sob o jugo de dois senhores (Ap.3.15,16).

O jovem senegalês desceu em Dakar, deixando-me seus contatos e pedindo que eu não me esquecesse dele, inclusive convidando-me a visitar o Senegal, hospedando-me em sua casa.

O fanático e agressivo Kuaitiano está agora aqui em São Paulo, ultimando os preparativos para a sua ofensiva religiosa, juntamente com outros líderes, para converter o Brasil e a América do Sul a Maomé.

Lá, na Turquia, terra do apóstolo Paulo e onde ele foi pastor em Éfeso por cerca de dois anos e meio, onde João também exerceu profícuo pastorado - é repetido constantemente pelos guias turísticos que quando João chegou em Filadélfia a cidade inteira se converteu - , onde também Policarpo foi pastor na Igreja de Esmirna, no segundo século. Sim, lá na Turquia mataram nossos profetas, homens de Deus, e nos expulsaram violentamente daquele País. Após a "tomada" de Constantinopla pelos turcos, o País inteiro se "converteu" sob imposição ao Islamismo, e os cristãos se retiraram cabisbaixos, derrotados. Será que vamos permitir que quadros semelhantes venham se repetir, e agora em nossa amada terra e Continente? Em nome de Jesus, outra vez NÃO! Para que sejamos vitoriosos contra estas investidas devemos pagar o preço, conforme está dito em II Crônicas 7.14:

"SE MEU POVO QUE SE CHAMA PELO MEU NOME ORAR, BUSCAR A MINHA FACE E SE CONVERTER DE SEUS MAUS CAMINHOS, ENTÃO EU OUVIREI DOS CÉUS, PERDOAREI OS SEUS PECADOS E SARAREI A SUA TERRA!"

Coloquemo-nos, pois, de joelhos, jejuemos, oremos a nosso Deus e Ele nos ouvirá, certamente. E o Brasil será de Jesus, até Sua volta! Esse é tempo de oração, de luta espiritual! Estejamos em oração nestes dias!

Ore e divulgue essa matéria àqueles que fazem parte de seus grupos de e-mails de intercessão. Vençamos através da, para a glória de Deus e para o feliz estabelecimento do Seu Reino que é de paz, perdão e vida eterna, na pessoa de Seu Filho Jesus Cristo, único e suficiente Salvador! Amem!

Pr. Eli Fernandes de Oliveira

IB da Liberdade - São Paulo

Presidente da CBESP

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Comentário:



Querido amigo Eli: Graça e Paz!



Li seu texto conclamatório com todo carinho. Acerca dele tenho alguns simples comentários a fazer, e espero que você não os tome de modo negativo.

O problema não é o Islamismo e nunca foi...

Você acha que Jesus ficaria preocupado com o Islamismo?...

Sim, o Jesus que disse que as portas do Inferno não prevalecerão contra a Igreja terá medo do Islã?...

Se nós fossemos gente como Paulo, João, Policarpo e outros [...] — não teríamos medo de invasões bárbaras ou islâmicas, pois, no espírito do que seja Igreja, não Cristianismo, quando mais invadidos formos, mas próximos ficam os que têm de ser alcançados.

Sua preocupação é religiosa, e tem a ver com o Cristianismo, que é uma Potestade Religiosa e Política semelhante ao Islã, por exemplo; porém, com o agravante de ser “executado” como missão de Jesus na Terra.

Quem é de Jesus e está cheio do Espírito Santo e do espírito do Evangelho, vê os planos islâmicos de invasão do Brasil, e diz “Oba! Eles mesmos estão vindo!...”.

Sim, pois entrar lá está cada vez mais difícil, a menos que se vá como gente/apenas, e não como “missionário”...

A melhor coisa que pode acontecer à verdadeira Igreja é ver a sua densidade geográfica invadida pelo opositor, pois, se não se pode ir onde eles estão [...], então, que se aprenda a servi-los em amor, como Jesus mandou, aqui mesmo; o que torna tudo muito mais fácil.

A questão é que a mentalidade do “Cristianismo” é a mentalidade mundana do poder, do controle e das definições geopolíticas de soberania religiosa...

Ora, para quem pensa e sente assim os tempos atuais devem ser desesperadores mesmo, posto que de fato o poder do “Cristianismo” no mundo esteja se esvaindo...

Todavia, para quem não desaprendeu a ver a vida com os olhos de Jesus, tal movimento não significa nada além de que os que hoje são os impenetráveis, sim, eles mesmos estão tentando nos penetrar... Sim, sendo isto mesmo, e sendo nós de fato gente do amor no Evangelho, tomados de intrépida mansidão, cheios do Espírito Santo e de bondade [...] — então, sinceramente, o que vejo é que o Espírito de Deus está trazendo os Impermeáveis para dentro de um ambiente que, tendo gente de Deus nele, torna o trabalho de alcançar tais pessoas algo infinitamente mais simples.

O problema é que quem é do “Cristianismo” sabe que vive o ocaso de uma Era... E, assim, esquecendo que não há promessas de Jesus para o “Cristianismo”, mas tão somente para o que seja Igreja segundo Ele mesmo, por tal esquecimento cai em depressão defensiva...

As orações devem acontecer, mas não pedindo que os mulçumanos não venham... [...]; mas ao contrário: pedindo que nós nos convertamos ao Evangelho da Graça de Deus, segundo Jesus, e apenas segundo Jesus, antes que Maomé chegue; pois, saiba: faz vinte anos que venho dizendo que quando os islâmicos chegassem aqui [...], e encontrassem o islamismo tácito que já existe, por exemplo, nas favelas do Rio; e mais: encontrando também o xiitismo que sub-jaz na religiosidade “evangélica” [...] — não se deveria ter dúvidas de que grande seria a deserção cristã e o caos...

Se a ênfase for a que o irmão propôs, os males serão os seguintes:

1. Estabelecer-se-á o mesmo espírito de defesa de geografias de poder que moveu as Cruzadas cristãs contra os Islâmicos; e que foi um fiasco absoluto, tanto na proposta quanto no resultado; e de cujos frutos de veneno o choque civilizatório entre “ocidentais cristãos” e “islâmicos” se alimenta até ao dia de hoje;

2. Estabelecer-se-á o espírito anti-Jesus de “territorialidade”, o qual não existe Nele e nem no Seu ensino, em lugar nenhum do Novo Testamento, mas que superabunda no “Cristianismo Constantiniano”;

3. Criar-se-á um espírito anti-Jesus de intolerância, quando o chamado de Jesus é para amar e acolher até o inimigo;

4. Transferir-se-á o problema de quem não somos [discípulos de Jesus é que não temos sido!...] para os islâmicos; quando, de fato, todo esse “medo e pânico” apenas decorrem da realidade que, lá no fundo, você e todos os evangélicos e cristãos ligados ao espírito territorial do Cristianismo, sabem que nós não temos verdade de vida, segundo Jesus e de acordo com o Evangelho, para lidarmos com tais invasões sem o medo da perda de poder;

5. Atiçar-se-á o ódio e não o amor; se instilará o medo e não a ousadia no amor; se criará a mentalidade defensiva da “igreja” e não se estimulará a coragem certeira e segura da Igreja, ante cuja realidade as portas do Inferno não prevalecerão jamais;

6. Desviar-se-á, portanto, o centro do problema para outro eixo [...], sem que se veja que o único problema é a nossa falta de conversão verdadeira ao Evangelho; posto que no Evangelho não haja o espírito de medo que existe em sua carta; mas o oposto disso: que é a alegria de saber que se os crentes nunca foram a Maomé, Maomé está vindo aos crentes... A menos que não haja crentes!... Ainda há?...

Se “as igrejas” se converterem ao Evangelho de Jesus e deixarem as palhaçadas diabólicas, então, tal “vinda islâmica” será apenas uma boa nova para eles... E para os verdadeiros discípulos de Jesus será apenas uma facilitação escatológica do mandamento da Evangelização do mundo.

Entretanto, para quem pensa com as categorias da religião e do Cristianismo, de fato tal vinda é ameaça e possibilidade de perda de poder.

A questão é: Você acha que Jesus está preocupado com a perda de poder do Cristianismo?... Sim, você que está vindo das Sete Igrejas do Apocalipse [...] não discerniu que o próprio Jesus profetiza o Apocalipse das Igrejas?...

Sinceramente, minha oração é pela conversão das “igrejas” no Brasil, pois, a Igreja de Deus no Brasil está preparada para qualquer coisa, mas as “igrejas” não dão conta nem de si mesmas...

Para quem vive das “igrejas” e para as “igrejas” [...] a decisão islâmica de tomar o Brasil é uma ameaça. Mas para quem está cheio do Evangelho e é Igreja de Deus, tal fato apenas facilita a missão; afinal, eles estão vindo até nós... Temos nós medo deles?...

Meu querido irmão Eli, eu teria muito a dizer sobre isto, mas creio ter deixado claro o que penso e sinto; e mais: que, para mim, tal vinda islâmica pode ser pura bondade de Deus por eles, a menos que nesta terra não haja sal nem luz de Jesus para eles... Há?...



Nele, que nos mandou ir a todo mundo, e que nunca teve medo que o mundo viesse até Ele; afinal, Ele morreu e ressuscitou por brasileiros evangélicos enganados tanto quanto por islâmicos sem luz,



Caio

7 de novembro de 2009

Lago Norte

Brasília

DF