A paz, se possível, mas a verdade, a qualquer preço!

Martinho Lutero
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10/04/2012

UM SERMÃO SOBRE ORAÇÃO!




Por Rev.John Piper - 




Mateus 6:5-15 - 

E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. 6 Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. 7 E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. 8 Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes. 9 Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10 Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; 11 O pão nosso de cada dia nos dá hoje; 12 E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; 13 E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém. 14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; 15 Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.

Então, vamos começar o ano com um sermão sobre a oração. O que Deus tem me ensinando sobre a oração nesta guerra espiritual, e como ela poderia fazer uma diferença em sua vida? Eu escolho concentrar-me em oração, porque ela tem estado comigo durante minha licença do ministério, tanto como um grito constante a Deus por sua ajuda, como um foco recorrente de reflexão e pensamento. Orei muito, e eu pensei muito sobre oração.

Eu amo as orações da Bíblia. Eles moldam minhas orações mais do qualquer outra coisa. Eu amo as orações de Paulo em Filipenses 1:9-11, e Efésios 1:16-21 e 3:14-19 e Colossenses 1:9-12. Eu amo a oração de Jesus em João 17. E eu amo de todo o livro dos Salmos, que é o livro de orações da bíblia - cheio com essa gama de emoções que o grito do nosso coração em quase qualquer experiência pode encontrar palavras nos Salmos.

A oração do Senhor: simples e espetacular

Mas a oração na Bíblia que mais me prendeu durante esta licença é oração do Pai Nosso em Mateus 6:9-13. Isto provavelmente porque, pela providência de Deus, eu estava decorando o Sermão da Montanha, com muitos de vocês. Assim semana após semana eu estava revendo Mateus 6 em minha mente, e assim dizendo a Oração do Senhor mais e mais.

Como eu pensei sobre ela e orou com base nela, isso teve um efeito sobre o quadro geral da minha vida, e isso teve um efeito sobre o âmago das lutas diárias em minha vida. Eu espero que ela tenha um efeito similar sobre você enquanto você orar com base nela.

A oração do Senhor é muito fiel à vida neste sentido. A vida é um combinação de coisas espetaculares e coisas simples. Na vida de quase todos há coisas deslumbrantes e coisas chatas, coisas fantásticas e coisas familiares, coisas extraordinárias e coisas comuns. Essa é a vida.

A oração do Senhor em duas partes

Esse é o caminho da oração do Senhor: quase todo mundo nota que ela tem duas partes. A primeira parte (vers. 90-10) tem três petições, e a segunda parte (vers. 11-13) possui três petições.
As três primeiras petições são:
'Santificado seja o teu nome
Venha o teu reino
Vossa vontade seja feita na terra como no céu.'

Estamos pedindo a Deus para trazer estas três coisas: fazer com que seu nome santificado; fazer com que seu reino venha; fazer com que a sua vontade seja feita tanto no céu como na terra.

2. As outras três petições são:

'Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia
Perdoai-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores
Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.'

Você pode ver a diferença e sentir a diferença entre esses duas metades. As três primeiras petições são sobre o nome de Deus, o reino de Deus, a vontade de Deus. Os três últimos são da nossa comida, nosso perdão, nossa santidade. As três primeiras chamam a nossa atenção para a grandeza de Deus. E as três últimas chamam atenção para as nossas necessidades. As duas metades têm um impacto muito
sensação diferente.

Em outras palavras, há uma correspondência entre o conteúdo da presente oração e do conteúdo de nossas vidas. O grande e o pequeno. O glorioso e o comum. O majestoso e o mundano. O sublime e os humildes. E essa é a forma como esta oração liga a eternidade e a vida ordinária.

Oração para a Eternidade

Versículo 9: Pai, faça com que o seu nome grande e santo seja honrado e reverenciado e estimado e valorizado acima de tudo, em todo o mundo (incluindo o meu coração).

Versículo 10: E faça com que seu glorioso, soberano, majestoso reino venha dominar
sem obstrução em todo o mundo (incluindo o meu coração).

Versículo 10: E faça com que a sua sábia, boa, justa e santa vontade seja ser feita por todo este mundo da mesmas maneira que os anjos fazem perfeitamente e alegremente no céu (faça acontecer também em mim).
Essa é a parte de tirar o fôlego da oração. E quando nós oramos nós estamos envolvidos em grandes coisas, coisas gloriosas, coisas global, coisas eternas. Deus quer que isso aconteça. Ele quer que sua vida seja ampliada, enobrecida e enriquecida como essa oração.

Oração para o Diário

Mas, então, nós oramos:

Versículo 11: Pai, eu não estou pedindo a graça de riquezas. Eu estou pedindo o pão. Apenas o suficiente para me dar vida. Eu quero viver. Eu quero ser saudável, e ter um corpo e uma mente que funcionam. Você me dá o que eu preciso para o meu corpo e mente?

Versículo 12: E, Pai, eu sou um pecador e preciso ser perdoado todos os dias. Eu não posso viver e prosperar com a culpa. Eu vou morrer se tiver que suportar minha culpa todos os dias. Não quero guardar rancor. Eu sei que não mereço perdão, e por isso não tenho o direito de guardar rancor contra ninguém. Eu deixo de todas as ofensas feitas contra mim. Por favor, tenham piedade de mim e me perdoe e me deixe viver na liberdade do seu amor. E, claro, sabemos agora que quando oramos por perdão, esperamos receber não apenas porque Deus é nosso Pai, mas porque o Pai entregou o Seu Filho para morrer em nosso lugar.

Versículo 13: E Pai, eu não quero continuar pecando. Eu sou grato pelo perdão, mas Pai, eu não quero pecar. Por favor, não me leva as complicações da tentação irresistível. Livra-me do mal. Guarda-me de Satanás e de todas as suas obras e todos os seus caminhos. Conceda-me andar em santidade.

Essa é a parte da terrena da oração. A mundana, diária luta da vida cristã. Precisamos de comida, perdão e proteção contra o mal.

27/03/2012

Acautele-se da Lógica!







Por - Rev.John Piper



“Ordena o que quiseres, e dá-me o que ordenares.”

2 Crônicas 30 nos diz como o rei Ezequias restaurou a Páscoa em Israel. Essa celebração havia sido negligenciada, e Ezequias contristou-se por essa desobediência. Por isso, enviou mensageiros que percorressem o país e chamassem o povo ao arrependimento e à obediência.

A mensagem do rei estava repleta de afirmações condicionais. Por exemplo: “Se vós vos converterdes ao SENHOR… vosso Deus… não desviará de vós o rosto” (v. 9). Estas afirmações condicionais mostram que Deus reage às nossas escolhas. Ou seja, se fizermos determinada escolha, Deus faz algo; se fizermos uma escolha diferente, Ele faz algo diferente. Por isso, Ezequias convocou o povo a voltar-se para o Senhor, a fim de que Ele se voltasse para o povo.

Esta reação de Deus às escolhas que fazemos levam algumas pessoas a precipitarem-se a uma conclusão “lógica” que não possui qualquer fundamento. Eles dizem: “Se Deus reage às nossas escolhas, então, o que escolhemos e o que Deus faz em resposta à nossa escolha dependem, em última instância, de nós mesmos”. Isto é o que eu chamo de “interpretação filosófica”, em vez de interpretação exegética. Em outras palavras, esta maneira de entender as afirmações condicionais da Bíblia resulta do raciocínio lógico do ser humano, e não da atenção cuidadosa aos caminhos singulares de Deus revelados no texto bíblico.


Quero ilustrar isso com base em 2 Crônicas 30. Estas são as exortações que Ezequias enviou ao povo. Estão carregadas de condições:

• Versículo 6: “Filhos de Israel, voltai-vos ao SENHOR, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, para que ele se volte para o restante que escapou do poder dos reis da Assíria”. Em outras palavras, se vocês se voltarem ao Senhor, Ele se voltará para vocês.

• Versículo 7: “Não sejais como vossos pais e como vossos irmãos, que prevaricaram contra o SENHOR, Deus de seus pais, pelo que os entregou à desolação, como estais vendo”. A ação de Deus em entregar os pais “à desolação” resultou de haverem eles sido infiéis ao Senhor.

• Versículo 8: “Não endureçais, agora, a vossa cerviz, como vossos pais; confiai-vos ao SENHOR, e vinde ao seu santuário que ele santificou para sempre, e servi ao SENHOR, vosso Deus, para que o ardor da sua ira se desvie de vós”. O ardor da ira de Deus se desviará de vocês, se servirem ao Senhor Deus.

• Versículo 9: “Porque, se vós vos converterdes ao SENHOR, vossos irmãos e vossos filhos acharão misericórdia perante os que os levaram cativos e tornarão a esta terra; porque o SENHOR, vosso Deus, é misericordioso e compassivo e não desviará de vós o rosto, se vos converterdes a ele”. Converter-se ao Senhor é uma condição que as pessoas têm de satisfazer, para que recebam a compaixão do Senhor em não virar as costas para elas.

Qual foi a resposta obtida pelos servos de Ezequias que levavam essas mensagens de esperança condicional? O versículo 10 nos mostra que algumas pessoas “riram-se e zombaram deles”. Mas outras “de Aser, de Manassés e de Zebulom se humilharam e foram a Jerusalém” (v. 11). O povo de Judá fez essa mesma escolha humilde (v. 12). O que fez a diferença na maneira como as pessoas reagiram? O versículo 12 nos dá a resposta incomum: “Também em Judá se fez sentir a mão de Deus, dando-lhes um só coração, para cumprirem o mandado do rei e dos príncipes, segundo a palavra do SENHOR”.

Não leia isso rapidamente. Pense sobre as implicações impressionantes. São importantíssimas. O que o versículo 12 ensina, à luz do contexto anterior, é que Deus havia ordenado: “Voltai-vos para mim, eu me voltarei para vós”. Algumas pessoas se voltaram. Por que motivo o fizeram? O versículo 12 apresenta a mais profunda razão: Deus lhes deu um coração disposto a fazer o que Ele ordenara. “Também em Judá se fez sentir a mão de Deus, dando-lhes um só coração, para cumprirem o mandado do rei e dos príncipes”.

Há alguma contradição em afirmar: “Se fizerem o que o rei ordenou, Deus removerá a sua ira de vocês” e, em seguida: “Deus lhes deu um coração disposto a fazer o que o rei ordenara”? É uma contradição afirmar uma condição que o povo tinha de satisfazer e, em seguida, dizer que Deus os capacitou a satisfazer a condição? Não, não é uma contradição. Somente um preconceito filosófico contrário ao ensino deste texto bíblico chamaria isso de contradição.

Isso esclarece dezenas de passagens bíblicas. De fato, esclarece toda a estrutura do pensamento bíblico. Quando lemos sentenças como: “Se vos voltardes ao SENHOR, Ele se voltará para vós”, não nos precipitemos à conclusão de que aquilo que escolhemos e aquilo que Deus faz em resposta à nossa escolha depende exclusivamente de nós. O versículo 12 ensina com bastante clareza: O que Deus ordena, Ele também pode dar. Isto é o correspondente bíblico mais próximo à famosa oração de Agostinho: “Ordena o que quiseres, e dá-me o que ordenares” (Confissões, X, xxix, 40).

A lição para nós é uma advertência e uma exortação. Acautele-se de interpretar a Bíblia com inferências lógicas, em vez de prestar atenção ao texto. Em vez disso, alegre-se, porque a graça de Deus está por trás de sua reação à graça dEle. Se a graça não nos despertar à graça, dormiremos durante o acontecimento. “Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente” (Romanos 11.36).

25/03/2012

Posição da Igreja Batista Bethlehem sobre a Homossexualidade!


Por - Rev.John Piper - 


Em vista das recentes ações da Corte Suprema com respeito às leis sodomitas, e das controvérsias sobre bispos homossexuais em atividade na denominação Episcopal e Anglicana, é importante apresentar novamente a posição da Igreja Batista Bethlehem, que os presbíteros estabeleceram no outono de 1992. Eu esbocei esta declaração com a ajuda de Joe Hallet, que saiu de uma vida homossexual pelo poder de Cristo e viveu fielmente com AIDS, e eventualmente com sua esposa, até sua morte em 1997. - 
Crenças Sobre o Comportamento Homossexual e o Ministério com Pessoas Homossexuais
Nossa afirmação de que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus com “suprema autoridade em todos os assuntos de fé e conduta”, e nossa afirmação de que “um Cristão deve viver para a glória de Deus”, incluem as seguintes seis crenças sobre a heterossexualidade e homossexualidade:
1. Cremos que a heterossexualidade é a vontade revelada de Deus para a humanidade e que, visto que Deus é amor, uma casta e fiel expressão desta orientação (seja a pessoa solteira ou casada) é o ideal para o qual Deus chama todo o Seu povo.
2. Cremos que uma orientação homossexual é resultado da queda da humanidade numa condição pecaminosa, que permeia toda e qualquer pessoa. Não importa quais raízes biológicas ou familiares possam ser descobertas, não cremos que estas sancionem ou escusem o comportamento homossexual, embora elas possam aprofundar nossa compaixão e paciência para com aqueles que estão lutando para se livrar das tentações sexuais.
3. Cremos que há esperança para a pessoa com uma orientação homossexual, e que Jesus Cristo oferece uma cura alternativa na qual o poder do pecado é quebrado e a pessoa é livre para conhecer e experimentar sua verdadeira identidade em Cristo, e na comunhão de Sua Igreja.
4. Cremos que esta liberdade é adquirida através de um processo que inclui o reconhecimento do comportamento homossexual como pecado, renunciando a prática do comportamento homossexual, redescobrindo amizades saudáveis e não-eróticas com pessoas do mesmo sexo, abraçando um estilo de vida sexual moral, e na era porvir, levantando-se dos mortos com um novo corpo livre de todo impulso pecaminoso. Este processo é paralelo ao processo similar de santificação, necessário no tratamento de tentações heterossexuais também. Cremos que esta liberdade vem através da fé em Jesus Cristo, pelo poder do Seu Espírito.
5. Cremos que todas as pessoas foram criadas à imagem de Deus e que devem ser tratadas com dignidade humana. Cremos, portanto, que o assédio odioso, atemorizante e indiferente deve ser repudiado. Cremos que este respeito para com pessoas com uma orientação homossexual envolve um compartilhamento de fatos honestos, fundamentados e não-violentos, com respeito à imoralidade e responsabilidade do comportamento homossexual. Por outro lado, endossar um comportamento que a Bíblia desaprova, põe em perigo as pessoas e desonra a Deus.
6. Cremos que as igrejas Cristãs devem estender a mão em amor e verdade para ministrar às pessoas tocadas pela homossexualidade, e que aqueles que contendem biblicamente contra sua própria tentação sexual, devem ser pacientemente assistidos em sua batalha, não banidos ou desprezados. Contudo, quanto mais proeminente o papel de liderança ou de uma pessoa exemplar for sustentado numa igreja ou instituição da conferência, mais altas serão as expectativas para os ideais de obediência e integridade sexual estabelecidos por Deus. Afirmamos que tanto as pessoas heterossexuais como homossexuais devem encontrar ajuda na igreja, para ajudá-los na batalha bíblica contra todos pensamentos e comportamento sexuais impróprios.
Pastor John Piper

24/03/2012

O BLOG ANDANDO NA GRAÇA RECOMENDA ESTE LIVRO:O Racismo, a Cruz e o Cristão



Por muitos anos busquei um livro que tratasse a questão racial com solidez bíblica e bases teológicas consistentes. Deus atendeu à minha oração. Das páginas desta obra de John Piper saltam o poder do evangelho para superar o racismo e um chamado para que tenhamos uma atitude centrada na cruz e marcada pela justiça de Deus para com aqueles que são diferentes de nós. Esta é uma obra importante, essencial. Tenho certeza de que Deus irá usá-la para lembrar a todos nós do poder da dignidade do evangelho, uma dignidade preciosa, que não tem preço.”

Crawford W. Loritts Jr.

“John Piper nos presenteia com uma obra primorosa sobre a questão racial. Ele trata da questão com solidez bíblica e teológica combinadas à sensibilidade pessoal e conselhos práticos. Esta é uma obra que deve ser lida por todos que buscam a unidade ensinada por Deus.”

Tony Evans

“As pessoas se voltam para organizações, educação, personalidades famosas e, em última análise, para o governo, em busca de soluções para o constante conflito racial. [...] John Piper, com base em passagens específicas da Bíblia, defende que o evangelho de Cristo é a única solução suficientemente poderosa para acabar com o conflito racial e promover reconciliação e harmonia. O evangelho anuncia que Jesus, por meio do seu sangue, derrubou as barreiras que separavam a humanidade em linhagens raciais, unindo todas as etnias em um só corpo: a igreja. Mas Piper não para por aqui. Ele nos conduz com o cuidado de um pastor na reflexão sobre as várias implicações do evangelho para as questões raciais e étnicas. Nesse sentido, o livro que você tem em mãos é muito mais do que um simples livro sobre raça e etnia. É um excelente exemplo de como devemos nos empenhar no esforço de renovar nossa mente, substituindo nossos velhos modos de pensar pelo modo de pensar do evangelho.”

Juan R. Sanchez Jr.


Veja  o video abaixo ,um testemunho de coragem e verdade!


23/03/2012

DEVOCIONAL:ENCORAJEM O VALOR DO SOFRIMENTO!




Por Rev. John Piper -












O Novo Testamento não apenas deixa claro que o sofrimento é necessário
para os seguidores de Cristo, ele também se empenha em explicar o porquê e
quais são os propósitos de Deus nisso. É crucial que os crentes conheçam
esses propósitos. Deus os revelou para nos ajudar a entender porque sofremos
e para nos passar como ouro pelo fogo.

Em Regozijem-se as Nações, no capítulo sobre o sofrimento, eu revelo
esses propósitos. Aqui eu apenas os enumerarei e direi aos pregadores da
prosperidade: Incluam os grandes ensinos bíblicos em suas mensagens.
Recém-convertidos precisam saber por que Deus ordena que eles sofram.

1- O sofrimento aprofunda a fé e a santidade.
2- O sofrimento faz seu cálice crescer.
3- O sofrimento é o preço de encorajar os outros
4- O sofrimento preenche o que falta no sofrimento de Cristo
5- O sofrimento fortifica o mandamento missionário do ide.
6- A supremacia de Cristo é manifesta no sofrimento.

22/03/2012

Chamados Segundo o Seu Propósito



Por -  Rev.John Piper -






Romanos 8:28-30 - 

Romanos 8 é um dos capítulos mais sangrentos do Novo Testamento. Veja os versículos 35 e 36:

“Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: ‘Por amor de ti enfrentamos a morte todos os dias; somos considerados como ovelhas destinadas ao matadouro'”.

Porém, sobre esta violenta pintura da vida cristã, Paulo escreve a palavra ESPERANÇA com um grande pincel vermelho. Por exemplo, no verso 37, ele exclama: “Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores”. Não apenas vencedores, mas mais que vencedores! Tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo e espada não são apenas vencidos; são mais que vencidos: se tornam servos para nosso bem.

Este é o significado do aclamado versículo 28: “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito”. As versões diferem um pouco aqui. A NTLH diz: “Pois sabemos que todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles a quem ele chamou de acordo com o seu plano” . E a “Revista e Atualizada” diz: ”Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”.

Para o meu estudo, estou inclinado a ler a KJV (N.T.: King James Version) como a mais fiel ao palavreado original de Paulo. Mas a diferença não é tão grande que você tenha de aceitar minha palavra para o que digo. Todas as versões significam basicamente que Deus está tão soberanamente no controle do mundo que todas as coisas que acontecem aos cristãos são ordenadas de tal forma que elas servem ao nosso bem. Tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo e espada – todas trabalham juntas para o bem dos que amam a Deus.

Então a rude esperança do crente não é que nós escaparemos da angústia ou do perigo, ou fome, ou de um massacre, mas que o Deus Todo-Poderoso fará cada uma de nossas agonias um instrumento de Sua misericórdia para o nosso bem. “Vocês planejaram o mal contra mim”, José disse a seus irmãos que o tinham vendido como escravo, “mas Deus o tornou em bem”. É assim também com toda calamidade que acontece àqueles que amam a Deus. Deus a torna em bem.

Seis quarteirões a oeste daqui, na 7th Street, um alicerce está sendo escavado para um novo prédio. Uma gigante cavadeira mecanizada fica no centro do terreno, arrancando fora toda a sujeira e lançando em caminhões de lixo que a transportam para longe. Observando da borda, eu estimo que o buraco já tem 5 ou 6 andares de profundidade. O que nós podemos inferir disso? Eu deduziria que alguma coisa muito grande será assentada no terreno, já que um alicerce muito profundo está sendo cavado. Quanto maior o prédio, de maior alicerce ele precisará.

Quando se trata da arquitetura de promessas, não existe um prédio maior que Romanos 8:28. A estrutura é absolutamente assombrosa em seu tamanho. É grandiosa. É infinitamente sábio, infinitamente poderoso Deus se comprometer a fazer todas as coisas benéficas para seu povo. Não apenas coisas boas, mas coisas horríveis, como tribulação, angústia, perigo e morte. Que tijolo você colocaria no topo desta promessa arranha-céu para fazê-la mais alta? “Todas as coisas” significa todas as coisas.

Se você vive debaixo desta promessa grandiosa, sua vida é tão sólida quanto uma rocha. Nada pode levá-lo além das paredes de Romanos 8:28. Do lado de fora desta promessa tudo é confusão, ansiedade, medo, incerteza, abrigos inúteis de drogas anestésicas, o chão perigoso de planos de aposentadoria, fraquíssimas forticações de mísseis antibélicos e uma centena de substitutos para Romanos 8:28.

Uma vez que você entra pela porta da grandiosa e inabalável estrutura de Romanos 8:28, tudo muda. O que vem em sua vida é estabilidade, força e liberdade. Você simplesmente não pode ir além disso. A confiança num Deus soberano que governa para nosso bem toda a dor e todo o prazer que iremos experimentar nos dá refúgio, segurança e poder absolutamente incomparáveis em nossas vidas. Nenhuma promessa em todo mundo supera a altura, a largura e o peso de Romanos 8:28.

Conseqüentemente, a base dessa estrutura grandiosa deve ser extraordinariamente profunda e poderosa. É claro que é. E é sobre isto que nossa série de quatro semanas tratará. O versículo 29 começa com “porque”. Isto significa que a base, o alicerce, o fundamento desta grandiosa estrutura em Romanos 8:28 é o que segue. E não deveríamos nos supreender que haja uma fantástica fundação para suportar uma fantástica promessa.

Meu objetivo nestas quatro semanas é guiar você através da fundação da promessa de Romanos 8:28. Minha oração é que sua confiança nesta promessa cresça e que estabilidade, força, liberdade, esperança e alegria renovadas em sua vida sejam provas vivas para o mundo de que nosso Deus reina. A fé vem pelo ouvir e o ouvir pela Palavra de Deus. Nós lutamos para nossa fé ser cada vez mais forte. Conseqüentemente, isto nos leva a dar atenção verdadeira à Palavra de Deus.

Então, eu entendo que o versículo 28 contém uma promessa (todas as coisas cooperam para o bem) e duas descrições dos beneficiados por ela (aqueles que amam a Deus e aqueles que são chamados segundo Seu propósito). Ao descrever os beneficiados pela promessa, Paulo nos dá uma pequena prévia do profundo alicerce que ele desenvolverá nos versículos 29 e 30.

Especialmente quando ele diz que os beneficiados são os “chamados segundo o propósito de Deus”, Paulo aponta para os versos 29 e 30 mais adiante. O versículo 29 é uma explicação do “propósito de Deus” (“Porque os que conheceu de antemão, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos”). E o versículo 30 desenvolve as implicações do “chamados” no versículo 28 (“aos que predestinou, a estes também chamou; e aos que chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também glorificou”).

Então meu plano é devotar a mensagem desta manhã a Romanos 8:28 e sua fundação resumida, e à noite me dedicarei às lições do versículo 29. Nas três semanas seguintes, manhã e noite, no versículo 30.

A questão que nós abrimos no versículo 28 é: Quem são os beneficiados por esta promessa grandiosa? Quem pode ter certeza de que todas as dores em sua vida são realmente uma sábia e boa terapia de um Deus soberano para trazer o bem?

Paulo dá duas respostas. Ou ele descreve de dois modos uma única resposta. Ele define os beneficiados da promessa primeiro pelo que eles fazem em favor de Deus, e segundo pelo que Deus fez em favor deles. Os beneficiados pela promessa são as pessoas que amam a Deus. Este é o primeiro e grande mandamento, que você ame o Senhor, seu Deus. Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam.

Então, em segundo lugar, Paulo descreve os beneficiados pela promessa como “aqueles que são chamados segundo Seu propósito”. Qual o sentido de dizer que, além de amarem ao Senhor, estas pessoas também são “chamadas segundo o propósito de Deus”? Para responder esta questão, vamos analisar duas passagens em que Paulo cita o chamado de Deus e duas em que ele refere-se ao propósito de Deus.

A pista mais próxima sobre o significado dos “chamados” no verso 28 é o verso 30, em que Paulo diz: “aos que predestinou, a estes também chamou; e aos que chamou, a estes também justificou”. O que aprendemos neste verso é que Deus justifica todo aquele que Ele chama. Ele os perdoa. Ele esquece suas dívidas. Ele os trata como retos. Eles são Seus filhos. “Aos que chamou, a estes também justificou”.

Isto significa que o chamado referido aqui não é o chamado geral que se dá a todo homem pela pregação do evangelho. Se fosse assim, todo aquele que ouvisse o evangelho seria justificado. Porque o verso 30 diz “aos que chamou, a estes também justificou”. Se todo mundo que ouve Billy Graham os chamando para Cristo pela televisão é “chamado”, no sentido de Romanos 8:30, então todos também estão justificados. Mas Paulo claramente ensina que nem todos os chamados no sentido geral são justificados. “Nós somos justificados pela fé!” (Romanos 5:1). Nem todo aquele que é chamado no sentido geral tem fé e, conseqüentemente, nem todos são justificados. Mais ainda, Paulo diz “aqueles que são chamados SÃO justificados”.

Paulo nos explica isto em 1 Coríntios 1:23-24: “ 23 Nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos, 24 mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, Cristo, poder de Deus, é sabedoria de Deus”. Observe cuidadosamente que Paulo prega Cristo para os judeus e para os gentios sem discriminação. Neste sentido, todos são chamados. Mas este não é o sentido que Paulo usa para a palavra. Ele diz que entre aqueles que ouviram o chamado geral, existem aqueles que são os “chamados”. E a diferença é que aqueles que são chamados no sentido deste trecho param de considerar Cristo como um escândalo ou loucura. Em lugar disso, eles o consideram o poder de Deus e a sabedoria de Deus. Verso 24: mas para os que são chamados, tanto judeus quanto gregos, Cristo se torna poder de Deus e sabedoria de Deus.

Portanto, Paulo ensina que, quando o evangelho é pregado, Deus chama alguns tão poderosamente que seus corações e mentes são mudados em relação a Jesus Cristo, e eles O abraçam em fé e amor. Por isso Paulo pode dizer em Romanos 8:30 que “aqueles que são chamados são justificados”, ainda que a justificação só venha pela fé – o chamado de Deus produz fé; abre os olhos dos cegos para que possam ver que Jesus é sabedoria e poder de Deus.

O chamado de Deus que Paulo tem em mente não é como chamar um cachorro: “Aqui, Rex! Aqui! Vem cá, garoto!”. Rex pode ou não vir. O chamado de Deus é como o chamado de Jesus para o cadáver de Lázaro: “Lázaro, vem para fora!”. O chamado contém o poder de produzir o que ele ordena. É um chamado eficaz. Por isso Paulo pode dizer em Romanos 8:30 que todos “que chamou, também justificou”. A certeza de sua justificação está no fato de que a fé pela qual os homens são justificados é produzida pelo chamado eficaz de Deus.

Assim, quando Romanos 8:28 diz “Todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo seu propósito”, isto quer dizer que os beneficiados desta promessa grandiosa são aqueles que uma vez não amavam a Deus, mas agora amam. E o fazem porque, de forma eficaz, o Deus os chamou das trevas para a luz, da descrença para fé, da morte para a vida, e plantou em seus corações amor por Ele. O chamado eficaz de Deus é o novo cumprimento completo da aliança de Deuteronômio 30:6 – “Também o Senhor teu Deus circuncidará o teu coração, e o coração de tua descendência, a fim de que ames ao Senhor teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma, para que vivas”.

A razão pela qual os beneficiados de Romanos 8:28 podem ter certeza de que Deus certamente irá cumprir sua promessa a eles é que o próprio Senhor os chamou irresistivelmente para sua aliança e os capacitou para cumprí-la. Uma coisa é Deus enviar uma mala-direta endereçada “a quem possa interessar” convidando todos para o banquete em que todas as coisas cooperam para o bem. Mas outra, totalmente diferente, seria se Deus dirigisse até sua porta, caminhasse, pegasse você, lhe colocasse no carro, dirigisse até o banquete de Romanos 8:28, desse vestes de amor apropriadas para o jantar e assentasse você à destra de seu Filho. Não seria uma iniciativa pessoal de Deus, como no segundo caso, que daria uma confiança muito mais profunda de que Ele realmente pretende conquistar você com misericórdia todos os dias e fazer tudo cooperar para seu bem?

Nós negamos esta profunda e maravilhosa segurança quando não abraçamos a doutrina da soberania divina, do chamado eficaz. Há um poder que chega à vida de um cristão quando ele sabe como veio a ser beneficiado por esta promessa incomparável. E como se não fosse o bastante para nos assegurar que nos tornamos beneficiados pelo chamado eficaz de Deus, Paulo adiciona as palavras “segundo seu propósito”. Todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo Seu próposito.

Qual o motivo de Paulo adicionar este complemento “segundo seu propósito”? Eu acredito que foi para tornar perfeitamente claro e certo que o chamado de Deus se origina em Seu propósito e não no nosso. O chamado de Deus não é uma resposta a algo que nós prometemos fazer. Deus tem Seus próprios propósitos, altos e sagrados, que governam aqueles que Ele chama, e Seu chamado concorda com estes propósitos, não com os nossos. Ele não dirigiu até minha porta, me pegou, e me levou ao banquete porque eu concordei com meu propósito de salvação, mas porque concordou com o dEle. Se ele estivesse esperando eu ter o propósito de ser salvo, eu ainda estaria assistindo televisão em casa.

Nós podemos ver a força desse pequeno trecho (“segundo seu propósito”) se olharmos outro lugar em Romanos onde o termo aparece, a saber, Romanos 9:11. No contexto Paulo está tentando mostrar que nem todos os israelitas são verdadeiros israelitas (versículo 6), nem todos são filhos de Abraão só porque descendem dele (v. 7) e a diferença se um é um verdadeiro israelita ou verdadeiro filho de Abraão depende do propósito e chamado de Deus, e não do homem. Observe os versos 10 a 12:

“E não somente isso, mas também a Rebeca, que havia concebido de um, de Isaque, nosso pai 11 (pois não tendo os gêmeos ainda nascido, nem tendo praticado bem ou mal, para que o propósito de Deus segundo a eleição permanecesse firme, não por causa das obras, mas por aquele que chama), 12 foi-lhe dito: O maior servirá o menor”.

O motivo desta passagem é ilustrar pelo exemplo de Esaú e Jacó (os filhos gêmeos de Rebeca) a natureza do chamado de Deus. Jacó e Esaú estavam no mesmo útero. Eles tinham o mesmo pai. Eles não tinham feito nada bom ou mau. E Deus concedeu seu favor a Jacó, e não a Esaú. Por quê? Por que não esperar que eles crescecem e tivessem uma chance de mostrar qual dos dois teria méritos que o fariam justo diante de Deus, para então chamar um e outro não? Porque Deus revelou sua escolha antes mesmo de eles nascerem?

Versículo 11 dá a resposta, e usa muito das palavras de Romanos 8:28. “Para que o PROPÓSITO de Deus segundo a eleição permanecesse firme, não por causa das obras, mas por aquele que CHAMA”. O chamado incondicional de Deus é livre de quaisquer méritos humanos, é o meio pelo qual Deus mantém seu propósito eletivo. Se Ele não chamasse os homens ignorando seus méritos, mas o fizesse baseado nisto, então o propósito divino da eleição caíria por terra.

Deus seria como um candidato político procurando votos, indo de eleitor a eleitor para ver se ele poderia ser eleito Senhor. Deus proporia, mas o homem decidiria. O tamanho da base política de Deus estaria dependendo, no fim, do voto do homem. O sucesso das missões cristãs, e a possibilidade de converter toda tribo, raça, língua e nação seria definido pelo voto humano.

Mas o apóstolo Paulo nada disse de um Deus assim. Ao contrário, ele diz que Deus favoreceu a Jacó e não Esaú antes de eles nascerem para que o SEU propósito segundo a eleição permanecesse firme, não por causa de suas obras, mas somente baseado em Seu chamado – o chamado segundo Seu propósito de eleição.

O que é, então, o alicerce de Romanos 8:28? Como aqueles que amam a Deus terão certeza de que tribulação, angústia, fome, nudez, perigo, espada ou morte irão de fato cooperar para o seu bem? A resposta é que aqueles que amam a Deus também são aqueles que foram chamados por Deus, e este chamado não é baseado em algo vacilante e incerto como meu comprometimento com Deus, mas somente em seu propósito eterno de eleição; propósito pelo qual Ele me concedeu graça sem levar em conta qualquer ação minha.

Nossa confiança de que todas as amargas e felizes coisas em nossa vida irão se tornar servos do nosso bem não é baseada simplesmente no fato de que há uma promessa na Bíblia. Mas também se baseia no fato de que, desde a eternidade, Deus, em Sua grande misericórdia nos escolheu para aproveitar Seu banquete e nos deu evidência de nossa eleição por chamar-nos para termos um coração (não de pedra!) que ama a Deus.

“Todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo seu propósito”.

Amém.

19/03/2012

OS DEDOS DE DEUS NOS VIOLENTOS FURACÕES!






Por -  Rev. John Piper - 
Fonte - desiringgod.org -


Por que Deus alcança a sua mão e arrastar os dedos ferozes em toda a América rural matando pelo menos 38 pessoas com 90 tornados em 12 estados, e deixando algumas cidades pequenas, com apenas um edifício de pé, incluindo igrejas?

Se Deus tem uma briga com a América, não Washington, DC, ou Las Vegas, ou Minneapolis, ou Hollywood, é um lugar mais provável para mostrar seu descontentamento?

Nós não atribuímos poder independente, a Mãe Natureza ou ao diabo. Só Deus tem a última palavra em onde e como o vento sopra. Se um tornado gira a 175 quilômetros por hora e permanece no chão como um cortador de grama maciço para 50 milhas, Deus deu o comando.

"O vento do Senhor, virá, subindo do deserto, e deve retirar Efraim tesouraria de todas as coisas preciosas" (Oséias 13:15).
"O Senhor transformou o vento em um vento de oeste muito forte, que levantou os gafanhotos e os lançou no Mar Vermelho" (Êxodo 10:19).
"Deus designou um ardente vento leste" (Jonas 4:8).
"Deus ordenou e levantou o vento tempestuoso" (Salmo 107:25).
"Mesmo os ventos eo mar obedecem a Jesus" (Mateus 8:27).
Mas por que Maryville e não Minneapolis? Por Henryville e não Hollywood?

Deus tem falado sobre essas coisas. Considere três maneiras, ele aborda - de todos nós.

1. Jó: "Bendito seja o nome do Senhor."

Jó :dez crianças morreram porque "um grande vento veio através do deserto e deu nos quatro cantos da casa, e ela caiu sobre os jovens" (Jó 1:19).

Jó clama a Deus: "Por que você me fez a sua marca? . . . Por que escondes a tua face e conte-me como seu inimigo? . . . Por que vivem os ímpios, chegar à velhice, e crescer de grande poder "(Jó 7:20; 13:24; 21:7)?.

Em outras palavras, Por que Henryville, e não Hollywood?

A resposta de Deus a Jó não é que ele era um pecador pior do que o "mau" - ou que Maryville tinha algum segredo obscuro.

Sua resposta foi: "Ó profundidade da riqueza, da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!"Para quem conheceu a mente do Senhor, ou quem foi seu conselheiro?" (Romanos 11:33-34, Jó 15:8; 36:22 f).

A perda do emprego não foi uma medida de sua imoralidade. "Jó era íntegro e reto, temente a Deus e virou-se do mal" (Jó 1:1).

De fato, talvez Deus escolheu Trabalho para o vento mortal ,porque gosta de Jó.
Jó iria responder: "O Senhor o deu e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor" (Jó 1:21).

2. Lucas 13:4-5: "Se você se arrepender."

A torre caiu e matou 18 pessoas nos dias de Jesus. Jesus falou em tal situação: "Aqueles dezoito sobre os quais a torre de Siloé caiu e os matou: você acha que eles eram criminosos piores do que todos os outros que moravam em Jerusalém? Não, vos digo, mas se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis "(Lucas 13:4-5).

Esta é uma palavra para aqueles de nós que se sentar com segurança em Minneapolis ou Hollywood e inspecionar a desolação de Maryville e Henryville. "A menos que se arrependa, você, todos igualmente perecereis".

Cada vento mortal em qualquer cidade é um aviso divino para cada cidade.

3. 1 Pedro 4:17, "povo de Deus não são excluídos."

Nós não somos conselheiros de Deus. Também não podemos entender todos os seus juízos. Essa foi a lição de Job. Vamos tomar cuidado, portanto, de ler a mão da providência, com certeza muito ou especificidade. Deus está sempre fazendo mil coisas quando ele faz alguma coisa. E vemos, mais uma fração.

Mas, mexer em sua estrutura mental está a verdade: Quando um tempo para o julgamento vem, normalmente inclui, e começa com povo de Deus. Isso é o que diz o apóstolo Pedro.

"É tempo para que comece o julgamento pela casa de Deus, e se começa por nós, qual será o resultado para aqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?" (1 Pedro 4:17, Jeremias 25:29; Ezequiel 9:6; Amós 3:2).

Portanto, a vontade de Deus para a América sob sua mão forte, é que cada cristão, cada judeu, todos os muçulmanos, qualquer pessoa de qualquer religião ou não religião, abandone o pecado e chegue a Jesus Cristo para o perdão e a vida eterna.Jesus governa o vento. Os tornados eram dele.

Mas antes de tomar toda a vida na América rural, Jesus deu sua própria na cruz . Vinde a mim, diz ele, para a América - para o devastado e à presunçosamente auto-suficiente. Vinde a mim, e eu vou dar-lhe esperança e ajuda agora, e na ressurreição, mais do que você já perdeu.

Você pode mostrar a sua parceria no sofrimento, e ajudar a levantar a carga, a Bolsa do Samaritano.

13/03/2012

Como o Hedonismo Cristão Relaciona a Evangelização?



Por - John Piper - 



Uma das premissas básicas do hedonismo cristão é que a alegria que é o nosso dever cristão de buscar não atingir o seu clímax em uma comunhão particular com Deus. Pelo contrário, ela atinge o seu máximo apenas quando é agravado pela alegria de ver os outros participarem conosco. E estes não são duas alegrias diferentes como se o bem do homem estivesse em concorrência com a glória de Deus. A partilha de uma alegria é a mesma alegria em consumação.

Evangelismo é uma palavra usada para descrever as diferentes formas que Deus usa-nos, juntamente com a Sua Palavra e do Espírito, para transformar descrentes em pessoas cuja grande alegria na vida é conhecer e confiar nele. Portanto, abaixo de Deus, nosso objetivo no evangelismo é ser seus instrumentos na criação de novas pessoas que se deleitam em Deus através de Jesus Cristo e que, assim, nos trazem grande alegria.

Não há escapatória: se nós, pela graça de Deus, somos bem sucedidos na evangelização seremos mais felizes. Nossa alegria em Deus será aumentada. Será que isso implica que estamos apenas a começar entalhes em nosso pólo de pesca que pode se gabar sem realmente se importar para o bem da outra pessoa? Não! É bem-estar infinito e eterno daquela pessoa que nos faz feliz. O único cuidado que se vangloriando para está na gloriosa graça de Deus. Ele está agindo em nós e no novo convertido a fazer-nos gradualmente para o tipo de pessoas que amam a Deus mas e que, portanto, inevitavelmente fazemos um ao outro feliz.

Não admiramos as pessoas que têm as virtudes que mais valorizam? E não é um prazer enorme admiração? (como as pessoas gostam de torcer e falar sobre seus heróis.) Você não consegue, então sinta um desejo acender em seu coração para Deus te usar para criar de incrédulos pessoas que têm a virtude que você mais valoriza-a a alegre confiança em Deus ? É uma coisa trágica para deixar tanta gente ir sem admirar a Deus. Nós poderíamos estar desfrutando de sua adoração a Deus em vez de lamentar a desonra que fazemos com ele.

Então, o evangelismo não é necessariamente destinado a pessoas de quem gostamos, que tem como objetivo criar pessoas que nós gostamos de pessoas que admiramos pelo seu amor de Deus.

Evangelismo é feito na esperança de criar novas pessoas a quem ele vai ser um prazer estar com eles, porque o admiro mais um, que mais admiro. Há todas as razões para um hedonista cristão a dar testemunho de sua fé e, portanto, ser como o apóstolo João em sua primeira carta, que disse: "estamos escrevendo estas coisas para que nossa alegria seja completa" (1 João 1:4) .

11/03/2012

Os Perigos da Irrealidade do Computador !




Por -  Rev. John Piper -


















Cinco resoluções- 

Há apoio bíblico para as resoluções pessoais? Algo bem próximo disso é o conceito de fazer e cumprir votos. “Fazei votos e pagai-os ao senhor, vosso Deus” (Salmos 76.11). Como todas as demais coisas valiosas, podemos abusar disso e torná-la uma negociação presunçosa com o Todo-Poderoso. Mas não deve ser assim.

Podemos examinar nosso próprio coração, reconhecer a fraqueza da carne e dizer ao Senhor: “Sei que, entregue a mim mesmo, farei uma bagunça de minha vida. Não creio que tenho, em mim mesmo, a capacidade de cumprir as promessas e votos que faço ao Senhor. Agradeço-Te pela promessa bíblica de que Tu encherás meu coração de temor, para que eu não Te abandone (Jeremias 32.40), e de que Tu realizarás em mim o que é agradável diante de Ti (Hebreus 13.21). Creio que um dos instrumentos mais simples que estabelecestes para guardar-me de pecar é o fazer votos. Por favor, mostra-me quando isso é conveniente e dá-me graça para eu cumprir o que prometo”.
Em seguida, apresento cinco perigos do computador e cinco resoluções (ou votos) que todos devemos fazer.

1. Perigo: a armadilha da curiosidade constante

O computador pessoal oferece intermináveis possibilidades de descobertas. Até o ambiente básico de um sistema operacional pode consumir horas, dias e semanas de digitação e investigação curiosa. Sistema de cores, protetores de tela, atalhos, ícones, configurações, gerenciamento de arquivos, calculadora, relógio, calendário. Além disso, existem os inúmeros softwares que consomem semanas de nosso tempo, enquanto nos seduzem a examinar sua complexidade. Tudo isso é bastante enganador, dando-nos a ilusão de poder e eficiência, mas deixando-nos com o sentimento de vazio e nervosismo, ao final do dia.

Resolução: limitarei estritamente meu tempo de experiência no computador e me dedicarei mais à verdade do que à técnica.

2. Perigo: o mundo vazio da (ir)realidade virtual

Quão triste é ver pessoas inteligentes e criativas desperdiçando horas e dias de sua vida criando cidades, exércitos e aventuras que não têm nenhuma conexão com a realidade. Temos uma vida para viver. Todos os nossos poderes nos foram dados pelo Deus real, a fim de serem usados no mundo real, que nos leva ao céu real ou ao inferno real.

Resolução: gastarei minha energia construtiva e criativa não na irrealidade da “realidade virtual”, e sim na realidade do mundo real.

3. Perigo: relações “pessoais” com meu computador

Diferentemente de qualquer outra invenção, o computador pessoal é quase semelhante a uma pessoa. Você joga contra ele. Há programas que conversarão com você sobre a sua personalidade. O computador falará com você; sempre estará à sua disposição. É mais esperto do que seu cachorro.

O grande perigo é que nos sentimos realmente à vontade com essa “pessoa” eletrônica e administrável e, pouco a pouco, nos afastamos dos relacionamentos imprevisíveis, frustrantes e, às vezes, dolorosos com pessoas humanas.

Resolução: não substituirei o risco dos relacionamentos pessoais pela segurança eletrônica e impessoal.

4. Perigo: o risco da paixão secreta

Casos sexuais começam em momentos de privacidade, quando as pessoas estendem a conversa e compartilham sua alma. Isso pode acontecer na absoluta reclusão de sua correspondência eletrônica particular. Pode ser imediato e “ativo” ou demorado e “recordado”. Você pode imaginar que “isso não é nada” — até que ele ou ela aparece em sua cidade. Isso já aconteceu tantas vezes.

Resolução: não cultivarei um relacionamento pessoal com alguém do sexo oposto, além de minha esposa. Se eu sou solteiro, não cultivarei esse relacionamento com a esposa de outrem.


5. Perigo: a pornografia eletrônica

Mais insidiosa do que os vídeos censurados como impróprios para menores de 18 anos, podemos não somente assistir, mas também nos unirmos à perversidade na privacidade de nosso escritório. A pornografia interativa lhe permitirá “praticá-la” ou levá-los a “praticá-la” com o seu mouse. Nunca a vi. Nem jamais tive essa intenção. A pornografia eletrônica mata a alma. Afasta-nos de Deus. Despersonaliza as pessoas. Abafa a oração. Ignora a Bíblia. Barateia a alma. Destrói o poder espiritual. Corrompe tudo.

Resolução: nunca abrirei qualquer programa para obter estímulo sexual; não comprarei, nem descarregarei ao meu computador qualquer material pornográfico.

Computadores, a Internet e o e-mail são dons notáveis de Deus. Sim. Mas, são também ameaças aos nossos compromissos, nossos corações e nossas famílias — assim como o são o telefone, o rádio, a televisão e os inúmeros jogos eletrônicos. Todos os dons de Deus podem ser transformados em ídolos e armas de rebelião contra o Doador. Mas não deve ser assim.

Em vez disso, devemos perguntar como o salmista: “Que darei ao senhor por todos os seus benefícios para comigo?” (Salmos 116.12) E devemos responder, como ele o fez: “Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do senhor. Cumprirei os meus votos ao senhor, na presença de todo o seu povo” (vv. 13-14).

03/03/2012

Jesus, os Fariseus e o Livre-Arbítrio!




Por - John Piper  - 








Para muitos, hoje em dia, é intrigante que Jesus coloque tal valor nos direitos soberanos da liberdade eletiva de Deus, a ponto de falar da maneira como o faz àqueles que O rejeitam. Ele fala de maneira a impedi-los de vangloriarem-se, como se pudessem anular os propósitos últimos de Deus. Em João 10.25-26, por exemplo, Jesus respondeu aos céticos que exigiam mais e mais provas: “Já vo-lo disse, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito. Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas”. Pense nisto por um momento. Pense acerca do que significa e no fato que Jesus proferiu tais palavras a pessoas incrédulas.
Imagine-se como um fariseu ouvindo a mensagem de Jesus e dizendo a si mesmo: se Ele pensa que eu vou ser sugado para dentro desse movimento junto com coletores de impostos e pecadores, está louco. Eu tenho vontade própria e poder para determinar o meu próprio destino. 
Em seguida, imagine Jesus, sabendo o que se passa no seu coração e dizendo: “Você se vangloria em seu íntimo porque acha que tem o controle de sua própria vida. Você pensa que pode frustrar os planos máximos de meu ministério. Você imagina que os grandes propósitos de Deus na salvação são dependentes de sua vontade vacilante. Em verdade, em verdade eu lhe digo que a razão final pela qual você não crê é porque o Pai não o escolheu para estar entre as minhas ovelhas”.
 Em outras palavras, Jesus está dizendo: “O orgulho final da incredulidade é destruído pela doutrina da eleição”. Aqueles a quem Deus escolheu, Ele também os deu ao Filho; e aqueles a quem Ele deu ao Filho, o Filho também os chamou; e para aqueles que foram chamados, Ele deu sua vida; e para esses Ele deu alegria eterna na presença de sua glória. Este é o prazer do Pai.

Resto do Post

01/03/2012

PORQUE HOMOSSEXUALISMO É PECADO!





Por Rev. Heuring Felix - 

John Piper afirma: Deus rejeita pela rebeldia dos que  desejam viver suas decisões!

CONFIRA AQUI:


28/02/2012

VOCÊ TEM SOMENTE UMA VIDA PRECIOSA!










Por - John Piper - 




















A televisão é uma Parte Imensa Dessa Vida?

Se todas as variáveis são iguais, a sua capacidade de conhecer a Deus talvez diminuirá profundamente em proporção a quanto tempo você assiste à televisão. Há várias razões para isto. Uma das razões é que a televisão reflete nossa cultura em sua maior trivialidade. E uma dieta permanente de trivialidade arruína a alma. Você se acostuma com ela. Começa parecendo normal. Aquilo que é tolo se torna divertido. E o divertido se torna agradável. E o agradável se torna satisfatório à alma. E, no final, a alma que é criada para Deus, desceu ao ponto de satisfazer-se comodamente em trivialidades.
Talvez isto não seja percebido, porque, se tudo o que você conhece é a nossa cultura, não pode perceber que há alguma coisa errada. Quando se lê apenas revistas em quadrinhos, não é de se estranhar que não haja qualquer boa literaturaem casa. Quem vive onde não há estações, não sente saudades das cores do outono. Quem assiste a cinqüenta comerciais de televisão, todas as noites, talvez esqueça que existe uma coisa chamada sabedoria. Na maior parte de sua programação, a televisão é trivial.


 Raramente ela inspira grandes pensamentos ou fortes sentimentos com vislumbres de grandes verdades. Deus é a Realidade absoluta e suprema, que modela todas as coisas. Se Ele obtém algum tempo de transmissão, é tratado como uma opinião. Não há reverência. Não há tremor. Deus e tudo que Ele pensa a respeito do mundo está ausente da televisão. Alienadas de Deus, todas as coisas se encaminham a ruína.
Pense em quão nova é a televisão. Nestes 2.000 anos de história desde a vinda de Cristo, a televisão tem moldado apenas os últimos 2,5% dessa história. Nos outros 97,5% do tempo desde a vinda de Jesus, não havia televisão. E, durante 95% desse tempo, não havia rádio. O rádio entrou em cena no início dos anos 1900. Portanto, durante 1.900 anos de história cristã, as pessoas gastaram seu tempo livre fazendo outras coisas. Perguntamos a nós mesmos: o que elas fizeram? Talvez liam mais. Ou conversavam mais sobre as coisas. Com certeza, elas não foram bombardeadas com trivialidades prejudiciais à alma, transmitidas durante todo o dia.
Você já perguntou: “O que poderíamos fazer que é realmente de valor, se não assistíssemos a televisão?” Observe: não estamos refletindo apenas sobre o que a televisão nos faz com seus rios de vacuidade, mas também sobre o que ela nos impede de fazer. Por que você não faz uma experiência? Faça uma lista do que você poderia realizar, se usasse o tempo que gasta assistindo a televisão e o dedicasse a outra coisa. Por exemplo:
1. Você poderia ser inspirado a uma grande realização por aprender sobre a vida de Amy Carmichael, uma mulher nobre e piedosa, e sobre a coragem dela ao servir sozinha às crianças da Índia. De onde vêm esses sonhos radicais? Não vêm de assistirmos à televisão. Abra sua alma para que ela seja dilatada por meio de uma indescritível vida de consagração a uma grande causa.
2. Você poderia ser inspirado pela biografia de um homem de negócios, ou de um médico, ou de uma enfermeira, para obter a habilidade de abençoar outros com a excelência de uma profissão dedicada a um alvo mais elevado do que qualquer coisa que a televisão recomenda sem jamais incluir a Jesus.
3. Poderia memorizar o oitavo capítulo da Carta aos Romanos e penetrar nas profundezas da percepção de Paulo quanto à pessoa de Deus. E, ainda, descobrir o precioso poder da memorização das Escrituras em sua vida e seu ministério. Ninguém pode avaliar o poder que viria a uma igreja, se todos os seus membros desligassem a televisão por um mês e dedicassem o mesmo tempo à memorização das Escrituras.
4. Poderia escrever uma poesia simples ou uma carta para um parente, um filho, um amigo ou um colega, expressando profunda gratidão pela vida deles ou anelos em relação a alma deles.
5. Poderia fazer um bolo ou um prato especial para os vizinhos e entregá-lo com um sorriso e um convite de virem à sua casa, para se conhecerem mutuamente.
Portanto, existem muitas razões para se tentar um jejum de televisão ou simplesmente afastarmo-nos dela por completo. Não temos possuído um aparelho de televisão por trinta e quatro anos, exceto por três anos, quando estivemos na Alemanha e o usamos para aprender o idioma. Não existe virtude inerente nisto. Menciono-o apenas para provar que podemos criar cinco filhos sensíveis à cultura e informados biblicamente sem a televisão. Eles nunca se queixaram disso. Na verdade, freqüentemente se admiram com o fato de que pessoas conseguem encontrar tanto tempo para assistirem a televisão.

Resto do Post

24/02/2012

Deus pode usar Satanás para santificar você!




Por - Rev. John Piper. -



Eu, na verdade, ainda que ausente no corpo, mas presente no espírito, já determinei, como se estivesse presente, que o que tal ato praticou, Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, juntos vós e o meu espírito, pelo poder de nosso Senhor Jesus Cristo, Seja entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus.”
1 Coríntios 5.3-5

Ele continua no verso 4: “Quando vocês estiverem reunidos em nome de nosso Senhor Jesus (que é o motivo de não estarmos fazendo isto em particular, mas na assembléia da igreja), estando eu com vocês em espírito (ou seja, vocês podem contar com a aprovação de Paulo e a presença de sua influência por oração), estando presente também o poder de nosso Senhor Jesus Cristo, entreguem esse homem a Satanás, para que o corpo seja destruído, e seu espírito seja salvo no dia do Senhor”.

Pode ser que simplesmente colocar uma pessoa para fora da comunidade da aliança seja o mesmo que entregá-lo para Satanás, mas eu não creio assim. Quando Paulo diz, no fim do verso 4, “estando presente também o poder de nosso Senhor Jesus Cristo”, creio que ele nos mostra que alguma coisa a mais está acontecendo – alguma coisa que envolve a necessidade do poder de Jesus para acontecer. Paulo assim fez pelo menos mais uma vez, até onde eu sei (I Timóteo 1:20): “Entre eles estão Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para que aprendam a não blasfemar”.

Isto é parecido com algo que aconteceu no livro de Jó. A única vez que a Bíblia cita, além das cartas de Paulo, o “entregar alguém a Satanás” com estas mesmas palavras, ocorre em Jó 2:6, que diz, literalmente, “e o Senhor disse a Satanás: Pois bem, eu o entrego em suas mãos; apenas poupe a vida dele”.

O próximo versículo diz “Saiu, pois, Satanás da presença do Senhor e afligiu Jó com feridas terríveis, da sola dos pés ao alto da cabeça.” E o resultado do gracioso propósito de Deus? Jó 42:5-6: “agora os meus olhos te vêem (Oh Senhor) e menosprezo a mim mesmo e me arrependo no pó e na cinza”.

Então Satanás se tornou o meio, debaixo do soberano controle de Deus, para purificar o coração de Jó e trazê-lo para mais perto do que nunca de Deus. Essa não é a única vez que Deus usa Satanás para fazer isso. Em II Coríntios 12, Paulo descreve seu espinho na carne como um mensageiro de Satanás, o qual Deus diz ser para a humildade de Paulo e para a glória de Cristo. Verso 7: “Para impedir que eu me exaltasse por causa da grandeza dessas revelações, foi-me dado um espinho na carne, um mensageiro de Satanás, para me atormentar” – para impedir que eu me exaltasse!

Quando Paulo orou para que Jesus dele tirasse o espinho, a resposta que recebeu foi: “Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. Note que quem está no controle se o “mensageiro de Satanás” é retirado ou não é Cristo. É por isso que é tão importante no nosso texto (v. 4) quando Paulo diz que entregar alguém para Satanás é “com o poder do Senhor Jesus Cristo”. Não temos o poder ou a autoridade em nós mesmos para fazer isso.

Eu encerro com minha esperança, que espero também seja a de vocês. Jesus reina sobre Satanás. E Ele usa Satanás, nosso arquiinimigo, para salvar e santificar Seu povo. Ele levou Jó da penitencia à prosperidade. Ele levou Paulo ao ponto em que ele poderia exultar-se em sua tribulação e fazer manifesto o poder de Cristo.

E Paulo espera que o resultado de entregar esse homem à Satanas será a salvação de sua alma no dia de Cristo. Ou seja, o objetivo de Paulo – nosso objetivo – em entregar alguém a Satanás é que alguma miséria impressionante virá de tal maneira que ao final a pessoa possa dizer como Jó: ”meus olhos viram o Senhor, e menosprezo a mim mesmo e me arrependo no pó e na cinza”.