A paz, se possível, mas a verdade, a qualquer preço!

Martinho Lutero

31/08/2009

A CONSPIRAÇÃO DOS ROCKEFELLER,PARTE 4!

como a família rockefeller contribuiu para o exterminio judeu,PARTE 3

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CONHEÇA A FAMILIA ROCKEFELLER,OS GOVERNANTES DO PLANETA,PARTE 2



fonte:Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre





A família Rockefeller, renomada família de Cleveland que através de John D. Rockefeller (1839-1937) ("Sênior") e seu irmão William Rockefeller (1841-1922), são uma família tradicional americana no setor industrial e bancário, de origem germano-americana que fez a maior fortuna privada do mundo na indústria petrolífera durante o final dos séculos XIX e início do século XX, principalmente através da Standard Oil Company. A família também é conhecido pela sua longa associação com interesse financeiro no Chase Manhattan Bank, hoje JP Morgan Chase e pela Rockfeller Military controlada atualmente por Andre Rockfeller Pisycreft na qual tem a lockheed martin como subsidiária.


Origem

O nome é uma versão alemã de Rokkenfelder ou Rockenfeller, significando a partir Rockenfeld. A origem dos Rockefellers pode ser revelada até explicitamente as aldeias de Ehlscheid, Segendorf e Fahr, (todas periferias de Neuwied, Renânia-Palatinado). São fronteiriços para o pequeno povoado de Rockenfeld - parte da esquina de Neuwied Feldkirchen. Na Alemanha, Rockenfeller é conhecido como um nome de família.

Registros familiares em paróquias datam ao final da Guerra dos Trinta Anos. Os primeiros antepassados conhecidos (Linha direta) estão Goddard Rockenfeller (* reg. 1590) Johann Wilhem Rockenfeller (* reg. 1628, † 1702) e Johannes Rockenfeller (* reg. 1634, † 1684). Peter Johann (* 1682), filho de Johannes, mudou-se em 1723 para Ringoes, Nova Jersey. Thiel Johann (* 1695), neto de Johann Wilhelm, em 1735 emigrou para Germantown, New York. William Avery Rockefeller estava procurando por uma ascendência nobre e uma possível ligação a um francês huguenote família de Roquefeullie foi discutido. No entanto, isto é improvável porque o nome Rockenfeld é registrada na região muito antes do Huguenotes fugirem para a França (1685). O neto de Johann Peter, William, casou com um parente distante, Christina, a neta de um primo de Johann Peter. Este casamento produziu um filho, Godfrey, que se casou com Lucy Avery em 1806. Avery e seus antepassados fizeram parte de puritana a maré de Devon, Inglaterra até 1630 cerca de Massachusetts. Lucy Avery poderia fazer justa reivindicação pela queda do rei Edmundo Ironside, rei inglês, coroado em 1016.

Godfrey e Lucy acabaram deslocados para mares remotos parando em Richford, na parte ocidental de Estado de Nova Iorque, EUA. Seu filho, William Avery Rockefeller (1810-1906) foi um comerciante de sal e de madeira e um boêmio, era tido como um homem de confiança e era conhecida como "Big Bill", que teve dois filhos ilegítimos com sua empregada. Ele casou-se com a Eliza Davison, em 1837, seu pai, John Davison, foi relativamente ricas para a época. Foi seu segundo filho John Davison Rockefeller, e sua terceira William Rockefeller.

Os Rockefellers finalmente fixou-se perto de Cleveland, Ohio, estado do sul estadunidense onde eles iriam evoluir e fundar o império de renome que são hoje. Foi em Cleveland onde Sr. John D. Rockefeller montaria sua grande fortuna através da Standard Oil, e onde ele viria a ser sepultado no cemitério Lake View. Nas gerações, uma vez que, no entanto, a família Rockefeller tem grande parte migrou para a cidade de Nova York, embora muitos descendentes permanecem em Cleveland ou espalhar-se desde então em todo o país (por exemplo, Jay Rockefeller da Virgínia Ocidental). A empresa da família é hoje localizada na cidade de Nova York, sede do Rockefeller Plaza.

Seus Legados

Uma marca registrada da dinastia durante os mais de 140 anos tem sido o notável unidade que tem mantido, apesar das grandes divisões que desenvolveu no final dos anos 1970, e contrariamente a outras famílias abastadas, como o DuPonts e os Mellons. A principal razão foi o esforço de aprendizagem ao longo da "Junior" não só para limpar o nome do vexame decorrentes das práticas cruéis da Standard Oil, mas seus incansáveis esforços para forjar a unidade familiar, mesmo quando ele permitiu aos seus cinco filhos operar independentemente. Isto foi parcialmente realizado pelos irmãos e familiares reuniões regulares, mas foi também por causa do alto valor colocado na primeira unidade familiar por Nelson e John terceiro e, mais tarde, especialmente com David Quanto às realizações, em 1972, sobre o 100 º aniversário da fundação de Andrew Carnegie da filantropia, da Carnegie Corporation, que teve uma longa associação com a família e as suas instituições, divulgou uma declaração pública alegando sua importância para humanidade: "As contribuições da família Rockefeller são surpreendentes em sua extraordinária amplitude e no âmbito da sua contribuição para a humanidade."

No que tange à riqueza que está em causa, John D. Rockefeller negou a ter a fortuna de US$ 10.000.000.000. No entanto, em 29 de setembro de 1916 (designadamente anos após o desmembramento de seu império Standard Oil pelo Supremo Tribunal em 1911), ele passou oficialmente essa marca e se tornou o homem mais rico que já viveu, ultrapassando de longe a fortuna do segundo mais rica, Andrew Carnegie.

Ele deu afastado mais de metade desse montante ao longo do seu tempo de vida, US$ 540 milhões (em termos de dólares daquela época), e se tornou o maior benfeitor leigos na história da medicina. O filho dele, "Junior" também doou mais de US$ 537 milhões durante o seu tempo de vida, elevando o total de filantropia apenas duas gerações da família a mais de US$ 1 bilhão a partir de 1860 a 1960. Somado a isso, o New York Times declarou em um relatório, em novembro de 2006 que David Rockefeller ‘’teria’’ montante total da caridade para cerca de US$ 900 milhões ao longo de sua vida.

A associação de ligações pessoais e sociais dos diferentes membros da família são enormes, tanto na América e em todo o mundo, incluindo os políticos, realeza, figuras públicas, e chefe da missão de empresários que ‘’teriam participado’’. Notáveis figuras através da Standard Oil sozinhas têm incluído Henry Flagler e Henry H. Rogers. Contemporânea valores incluem Henry Kissinger, Nelson Mandela, Richard Parsons (presidente e CEO da Time Warner), C. Fred Bergsten, Peter G. Peterson (presidente sênior do Blackstone Group), e Paul Volcker.

OS ROCKEFELLER,PARTE 1





Símbolo de uma era de riqueza e influência, Kykuit, a mítica mansão da dinastia Rockefeller, é tema de livro nos Estados Unidos





Por JOÃO WADY CURY Revista isto é Brasil




Antes mesmo de Aristóteles Onassis na história recente, o termo magnata já havia ganho sentido em outro sobrenome, só que norte-americano. Ao mesmo tempo pomposo e rochoso, dizia-se assim: Rockefeller. Simples assim, sem rodeios, ainda hoje.

Passados tantas décadas e IPOs, é improvável que, ao se pronunciar a palavra Rockefeller, imediatamente não se remetam os pensamentos a uma dinastia ligada a poços de petróleo, bancos e uma infinidade de negócios capazes de criar do nada um país e alçálo à condição de potência.

Os Rockefellers são verdadeiros mitos do capitalismo e, como tal, tudo o que diz respeito a eles ganha dimensão de lenda. Uma das mais saborosas é a de Kykuit, o casulo em que se abrigaram cinco gerações dos Rockefeller. Monumental mansão às margens do rio Hudson, no Estado de Nova York, Kykuit é quase um divisor de águas na história daquela que já foi a mais poderosa família do mundo. Antes dela, John D. Rockefeller era apenas uma espécie de novo-rico, um homem de maus modos e mau gosto que havia feito fortuna com a emergente indústria de petróleo.

Depois que se instalou na mais impressionante propriedade de sua época, até os mais esnobes tiveram de engoli-lo. A partir de então, Kykuit transformou-se em um endereço ímpar, o encontro preciso entre opulência e conforto, o modelo a ser perseguido.



Os autores mergulharam na história de cinco gerações da família Rockefeller para falar que, junto da fama de negociadores perspicazes e empreendedores inveterados, os Rockefeller são também ótimo modelo filantrópico. Ao mesmo tempo, Kykuit é exemplo do que se pode fazer com o dinheiro, comprar literalmente tudo o que se quiser, mas também modelo de desapego.

Tanto é que os descendentes de John D. Rockefeller, em maio de 1994, tomaram a decisão extrema: deixaram a casa e abriram as portas da mansão para que a patuléia visse. Não foi pouco.


Mais do que isso, porém, as portas foram abertas para que o público sentisse o poderio e assim eternizasse quem foram aquelas pessoas que moraram ali, como dormiam, comiam e viviam. E mais. Em cada escolha de tecido de cortina ou de louça, ainda está boa parte daquele país e dos negócios dos últimos 90 anos.

07/08/2009

ANGTV APRESENTA: JOÃO ALEXANDRE

“O Grande Depósito de Lixo do Pacífico”

Por arautodofuturo.wordpress.com


Cientistas partem rumo ao Grande Depósito de Lixo do Pacífico

Quase todos sabem que o plástico não é totalmente decomposto e que a cada dia se acumula mais na natureza. Grande parte desse material descartado tem como destino certo os mares e oceanos e sua concentração é tão alta que formou uma verdadeira ilha flutuante do tamanho da Inglaterra e que se encontra à deriva no oceano Pacífico.



Chamada de “O Grande Depósito de Lixo do Pacífico” (The Great Pacific Garbage Patch), a ilha de plástico se localiza a 1600 km a oeste da Califórnia, em uma área de vórtices ciclônicos criados pela alta pressão das correntes de ar, que produzem uma espécie de redemoinho que atrai e aprisiona o material plástico flutuante.

Não se sabe exatamente como o fenômeno do Grande Depósito de Lixo teve origem, mas estima-se que desde a década de 1950 a quantidade de material aprisionado vem crescendo à razão de 10 vezes a cada década e hoje está estimado em cerca de 5 milhões de toneladas de plástico. Segundo os especialistas, a maior parte do lixo ali presente é proveniente de países altamente industrializados, especialmente Japão e áreas da costa oeste americana.

Com o objetivo de entender um pouco mais sobre o fenômeno, um grupo de pesquisadores partiu nesta terça-feira rumo à montanha de lixo plástico, com o objetivo de estudar mais de perto as características da ilha.

“Esse é o tipo de problema que não está ao alcance dos olhos, mas tem impactos devastadores sobre o oceano”, disse Mary Crowley, co-fundadora do projeto Kaisei, uma expedição feita em parceria com o Instituto de Oceanografia Scripps, ligado à Universidade da Califórnia.




Crowley navega no Pacífico há mais de 40 anos e diz que a cada dia que passa mais e mais detritos plásticos são vistos. “Sejam garrafas plásticas, barris, brinquedos, material de pesca, todo o tipo de material plástico é observado até mesmo nas ilhas e praias mais remotas”, disse.

Além da expedição Kaisei, outro navio com 20 pesquisadores a bordo partiu no último domingo em direção à ilha. Chamada New Horizon, a expedição é financiada pela Universidade da Califórnia e deverá permanecer na região por tempo indeterminado. Os cientistas farão os primeiros levantamentos de como o plástico acumulado afeta a fauna e a flora marinha, além de realizarem estudos preliminares sobre a viabilidade de limpeza da ilha de lixo.

“Vamos tentar mapear as áreas com maior concentração de material e começar a compreender um pouco mais sobre o problema”, disse Miriam Goldstein, cientista chefe da expedição Scripps. “A equipe de pesquisadores estudarão principalmente o efeito do plástico sobre os fitoplânctons e o possível impacto sobre a alimentação dos cardumes de pequenos peixes.

Limpeza difícil

No entender de Holly Bamford, cientista ligado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA, NOAA, a limpeza do oceano pode ser praticamente impossível. Segundo Bamford, a maior parte dos plásticos é formada por pedaços muito pequenos, que se quebram ainda mais devido à incidência dos raios ultravioleta emitidos pelo Sol, produzindo minúsculos fragmentos similares a confetes.

De acordo com Bamford, esses micro-fragmentos se espalham muito rapidamente e bilhões deles flutuam abaixo da superfície em uma esteira de lixo que já atinge o norte do Havaí, mas podem se espalhar ainda mais devido às correntes e época do ano.


“A localização dos fragmentos é muito difícil de ser determinada. Até entendermos melhor a extensão do dano, o tamanho dos fragmentos e como se movimentam, não seremos capazes de afirmar como esse lixo será removido”.

Segundo o programa ambiental das Nações Unidas, estima-se que no Pacífico Central existem até 6 quilos de lixo plástico para cada quilo de plâncton e cerca de 46 mil peças de plástico para cada quilômetro quadrado de oceano.

04/08/2009

ANGTV E HISTORY CHANNEL APRESENTA: A LUA!

Um documentário que você caro leitor não pode deixar de ver,aprecie a criação do criador na ótica da ciência humana...Heuring Felix


PRIMEIRA PARTE




SEGUNDA PARTE




TERÇEIRA PARTE




QUARTA PARTE




QUINTA PARTE