A paz, se possível, mas a verdade, a qualquer preço!

Martinho Lutero

15/01/2013

A propósito da reportagem da Veja-SP sobre a formação de pastores evangélicos

Por Augustus Nicodemus Lopes


A formação de pastores é crucial para a saúde da igreja cristã. Maus pastores põem a perder igrejas inteiras e marcam negativamente a vida de centenas e milhares de pessoas, a depender do alcance de seus ministérios.

Desde os seus primórdios, o Cristianismo se preocupou com a preparação e capacitação de seus líderes. O próprio Senhor Jesus, como judeu que era, aos doze anos passou pela iniciação judaica e aprendeu com seus pais e os mestres rabinos a lei de Deus, e nisto os excedeu, conforme lemos no episódio em que ele ficou no templo discutindo com os mestres da lei.

Os apóstolos que ele chamou foram submetidos a três anos de rigoroso treinamento. Ouviram a exposição da mensagem do Antigo Testamento feita pelo Senhor, fizeram perguntas e tiveram respostas, discutiram entre si as coisas de Deus, fizeram vários estágios ao serem mandados pregar e exercitar o poder do Reino nas cidades e conviveram com o mestre, aprendendo de suas atitudes. E mesmo assim, depois de três anos de seminário com Jesus, ainda não estavam totalmente prontos, como os Evangelhos nos dizem!

Mais adiante, surge Paulo, cujo treinamento anterior à conversão consistiu do aprendizado durante anos aos pés de um dos melhores rabinos da época, Gamaliel, afora seu treinamento em sua cidade natal, Tarso, que era rival de Atenas em intelectualidade e cultura. 

Ao colocar os requerimentos para o pastorado, Paulo exige que o que aspira ao episcopado (outro nome para presbiterato=pastorado) deve entre outras coisas ser "apto para ensinar" (1Tim 3:2), "apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem" (Tit 1:9). Ou seja, de acordo com a Bíblia os pastores têm que ser teologicamente capazes, apologeticamente argutos e hábeis no ensino. Quer dizer, eles têm que ser mestres da Palavra. Não é à toa que ao elencar os dons básicos para a edificação da Igreja que Paulo coloca "pastores e mestres" como se fossem uma mesma coisa (Ef 4:10).

Agora me expliquem como é que se formam líderes assim nos dias de hoje? O instrumento de trabalho deles será a Bíblia, que foi escrita a mais de 2 mil anos em grego, hebraico e aramaico numa cultura diferente da nossa. Um livro que tem sofrido nas mãos dos intérpretes durante milênios. Um livro que é reivindicado como a base de toda sorte de heresias e ensinamentos estranhos que aparecem por ai. Como alguém pode querer hoje cumprir os requerimentos de Paulo para a liderança sem treinamento, estudo, discipulado, confronto, comparações, leituras, coisas que demandam tempo, bastante tempo, para não falar de maturidade, humildade, santidade, oração e submissão a Deus?

É ingenuidade pensar que basta ler a Bíblia e pronto - se for homem de oração, piedoso e espiritual, está pronto para liderar o povo de Deus. É desconhecer a história bíblica e da Igreja achar que o treinamento teológico intenso é bobagem. É por isto que está esta confusão toda aí, denunciada pelas revistas seculares inclusive.

Não estou dizendo que somente seminários com cursos completos de teologia é que preparam bons pastores. É evidente que não. O que estou dizendo, todavia, é que não se pode hoje dispensar o treinamento teológico intenso na boa teologia e na sã doutrina. As igrejas têm seus próprios mecanismos e meios para isto. Não me importo quais sejam, desde que cumpram o que Paulo disse.

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14/01/2013

Aos que querem atrelar salvação ao quarto mandamento,a velha aliança caiu diante da nova aliança!



Por Pr. Heuring Felix Motta

Incrivel a tentativa de algumas denominações de colocar a lei como libertadora.A lei não liberta ninguém,ela mata e condena.
A lei é guia de cegos,é ponte para o pecado.Dai que em Cristo a lei não tem mais nada a fazer do que apaludir a glória do Messias.Para a lei Cristo é suficiente e eficiente,a lei se cala diante da força do Deus filho.De modo que o velho deve dar lugar ao novo.

Lei não salva,condena,lei não liberta ,aprisiona,lei não inocenta, antes culpa a todos.

Em Cristo a lei está satisfeita ela não pode me condenar por que fui justificado,inocentado,         purificado pela santificação e assim a minha responsabilidade nada mais é do que não resistir a ordem de Deus,nele a lei inocenta,recebe e tem prazer nos filhos de Deus !

hebreus 8:8) - Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, Em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei uma nova aliança,

(Hebreus 8:9) - Não segundo a aliança que fiz com seus pais No dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; Como não permaneceram naquela minha aliança, Eu para eles não atentei, diz o Senhor.

Note que seria outro pacto!
Diferente daquele dos dias do Egito!
Aquele se tornou antiquado e velho!

(Hebreus 8:13) - Dizendo Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar.



Uma tabela para ser mais claro:



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Novidades no blog




Mudamos a aparência do blog,na realidade simplificamos,por que entendemos que o caro leitor terá a oportunidade de ver  e ler os textos com atenção devida que ele merece,também acrescentamos ao título o principio pelo que prega esse blog,Cristo,a ele toda glória,a raíz,o fundamento maior,entendemos que a teologia reformada glorifica a centralidade do Cristo,por isso a afirmação Batistas reformados, grande abraço, perdoe-nos os transtornos!

A todos, Solus Christus

Pr.Heuring Felix Motta



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Lei moral e cerimonial,existe divisão?uma explicação!




 Por:  www.cacp.org.br/ - 

 P or  .. na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos contidos em ordenanças..." (Efésios 2.14-15)

“e havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz" (Colossenses 2.14)



Dois vocábulos dessa Escritura precisam ser estudados: CEDULA e ORDENANÇAS.

1) - A palavra KEIROGRAPHON do v.l4 (única vez adotada no grego original de todo o Novo Testamento), traduzida por CEDULA, em sua etimologia, significa ATA, MANUSCRITO, AUTÓGRAFO.
Por não encontrar no latim popular do seu tempo um vocábulo que o vertesse, Jerônimo simplesmente a transliterou na Vulgata:
CHIROGRAPHUM. Mato Soares, de sua parte, também não achou em português um vocábulo que o traduzisse. Imitou Jerônimo: transliterou também por QUIRÓGRAFO.


À época de Paulo,
KEIROGRAPHON exprimia com precisão um DOCUMENTO PELO QUAL ALGUEM RECONHECIA SEU DEBITO DE DINHEIRO A OUTREM, UMA OBRIGAÇAO PASSADA POR UM DEVEDOR.
Era um escrito de divida, uma espécie de nota promissória atual ou uma duplicata.
É este o sentido dessa palavra
CEDULA (=KEIROGRAPHON) nesta passagem, exigido, aliás, pelo próprio contexto.

O
KEIROGRAPHON (=CEDULA
), a nota promissória do nosso débito insolvente posta "contra nos" nas Mãos de YHWH, o nosso CREDOR.

Em haMashiach, YHWH, o nosso
CREDOR, cravou na cruz esse KEIROGRAPHON
, riscando-o, anulando-o, do nosso débito, tornando a escrita da divida sem efeito.

Há ainda comerciantes que, quando pagas, cravam num prego afixado na parede ou num prendedor feito á semelhança de uma pequena mão, as notas promissórias ou as duplicatas com um risco em forma de L para lembrar sua liquidação.
KEIROGRAPHON
é uma metáfora da Lei Mosaica, sobretudo em seu aspecto moral, que nos fazia grandes e insolventes devedores, porquanto, ao proibir o pecado, fazia-o, contudo, mais abundante, escravizando-nos e levando-nos a morte. (cf. Rm.5:20:7:5-13;JJ Cor.3:6;Gl .5:1).

Em Ef.2:15 encontra-se, por paralelismo, outra referencia a Lei Mosaica como um documento implacável por nos acusar
(DOGMASIN). YHWH o desfez, tirou-o do nosso meio, matando-o na Carne de Yeshua haMashiach Nosso Senhor. E em Cl.2:14,segundo a metáfora do KEIROGRAPHON (CÉDULA),
Yeshua deu cabal satisfação da Lei por haver nele tal documento sido por YHWH cravado na cruz.

Aquela sentença de morte contra nós proveniente da Lei, foi ,com a Morte de haMashiach, cancelada porque, em tendo nascido sob a Lei (Gl.4:4), YHWH O fez "pecado" e "maldito" a fim de, em Sua Pessoa, riscar o documento que nos condenava (cf.II Cor.5:21;Gl.3:l3).

Como fim ou termo da Lei , haMashiach, ao tomar "por nós" (Gl 3.13) sobre Si as maldições da Lei, Ele, cumprindo a Lei, nos libertou da maldição da mesma Lei e, em conseqüência, da própria Lei.

É relevante uma observação! Não ab-rogou Ele a Lei como se antes dele ela houvesse se constituído em recurso da salvação. Ab-rogou- a YHWH ao cravá-la na cruz como simples norma vinculante na vigência do Novo Testamento.

2) - O vocábulo plural
ORDENANÇAS
adotado por Almeida no texto de Cl.2:13-l4 retro transcrito, em hipótese alguma se restringe às cerimônias judaicas.

Os modernos cumpridores do sábado, na esteira da exegese católica, defendem o ponto de vista de a palavra
ORDENANÇAS
figurar a sistemática litúrgica do Antigo Testamento composta de uma multidão de ordenações rituais, sendo ela (e somente ela) cravada na cruz com a permanência em vigor das disposições morais da Lei. Dizem que YHWH cravou na cruz a "lei cerimonial" apenas. A "lei moral" não. Entreaspeamos a "lei cerimonial" e a "lei moral" porque essa distinção defendida pelos sabadeadores não tem suporte bíblico).

a) - A questão é com muita facilidade dirimida se recorrermos ao grego, o idioma original do Novo Testamento.
DOGMASIN, cujo nominativo singular é DOGMA e cujo genitivo do mesmo numero DOGMATOS, quer dizer DECRETO ou
PRECEITO.Jerônimo, no latim da sua Vulgata, neste ponto foi feliz ao registrar: "CHIROGRAPHUM DECRETI".

Encontramo-lo no texto grego 5 vezes: Em Lc.2:l em alusão ao decreto do recenseamento; em At.16:4 em referência aos decretos do Concilio de Jerusalém; em At.17:7 em menção aos decretos de Cesar; em Ef.2:15 em relação aos decretos ou imposições da lei dos mandamentos; e em Cl.2:14 que é o texto do nosso exame.

Em Cl .2:20 deparamo-nos com a forma verbal
DOGMATIZOS e se tratasse de ordenanças rituais o texto teria se valido do termo DIKAIOMA aplicado no plural DIKAIGMATA com este sentido ao aludir a cerimônias judaicas em Hb.9:l,lO. Ou ter-se-ia valido do vocábulo ETHOS que significa ritos e costumes, encontrado em Lc.l:9;Jo.l9:40;At.6:14; 15:1 (onde especificamente se refere ao rito da circuncisão):l6:2l;2l: 2l;25:l6;26:3;28:l7 e Hb.1O:25).

Mediante esta análise conclui-se que o termo plural
“ORDENANÇAS” da versão de Almeida em lugar de "DECRETO"
de outras traduções alude aos preceitos morais da Lei e não aos cerimoniais.

b) - Há, outrossim, um destaque valiosíssimo a se frisar. A Epistola aos Colossenses destinara-se aos cristãos gentios de Colossos, da Província da Frigia, na Ásia Menor. Dirigia-se, portanto, a cristãos procedentes da gentilidade, incircuncisos na carne (cf.v.13), isentos das disposições litúrgicas da Lei. Sabemos, contudo, que apenas os judeus estavam sujeitos ao cerimonialismo centralizado no Templo de Jerusalém.OS COLOSSENSES estavam sendo julgados e não julgando.
As
"ORDENANÇAS"
aludidas em Cl .2:14, sem sombra de dúvida, são os mandamentos ou postulados morais da Lei.

c) - A leitura atenta do texto também nos convence de referir-se a palavra
"ORDENANÇAS" aos preceitos morais (e não cerimoniais) da Lei. Note-se, com efeito, o v.13: "E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com Ele, perdoando-vos todas as
OFENSAS".Se os gentios incircuncisos não estavam sob a sistemática cerimonial judaica, suas ofensas não eram causadas pela transgressão dos preceitos cerimoniais. As ofensas procediam, portanto, das suas transgressões contra as disposições morais da Lei. E YHWH os perdoou havendo riscado a cédula que era contra eles nos seus decretos, ou preceitos ou mandamentos morais. E não cerimoniais.

d) Também à luz da Carta aos Hebreus é inadmissível o entender-se a expressão
DOGMASIN (=DECRETOS ou ORDENANÇAS) como elementos simplesmente cerimoniais.Com efeito, no contexto litúrgico do judaísmo salientava-se o sacerdócio levítico.




Fica bem claro que o escrito de divida, a cédula nas suas ordenanças ou decretos da lei que nos era contrário é justamente aquilo que Paulo mencionou em Colossenses 2:16 “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados.” Paulo disse que se por causa de comida entristece seu irmão , então você não anda segundo o amor, não se pode julgar ninguém por causa de comida ou bebida, Paulo também disse que tudo é puro para os que são puros ( Tito 1:15) e que nada de si mesmo é imundo(Romanos 14:14), não devemos julgar por causa dos dias de festa, a Páscoa judaica era uma festa que era realizada em um dia determinado, 14 de abib, calculado a partir da primeira lua nova,a nossa páscoa é haMashiach não a festa judaica, Paulo disse para não nos envolvermos nem com lua nova nem com dias de festa nem com sábados do sétimo dia, nem com dias ou meses ou tempos ou anos, tudo isto foi cravado na cruz, a alegação da obrigatoriedade é que estes mandamentos são Lei moral, será isto verdade? Examine em Ezequiel 45:21 “No primeiro mês, no dia catorze do mês, tereis a Páscoa, uma festa de sete dias; pão asmo se comerá.” Será que os que tem se preocupado com dias , meses, tempos e anos celebram a Páscoa desta forma aqui citada? Ezequiel 46:1 “Assim diz o Senhor: A porta do átrio interior, que olha para o oriente, estará fechada durante os seis dias que são de trabalho; mas, no Dia de Sábado, ela se abrirá; também no Dia da Lua Nova se abrirá.” Colossenses está se referindo a isto aqui em Ezequiel, Dias de Luas Novas e Dias de Sábados de Sétimo Dia. Yeshua nunca falou a respeito de duas Leis mesmo assim aqui está se tratando do Sábado do Sétimo Dia que foi cravado na cruz. Êxodo 31:13 “Quardareis os meus Sábados ...” assim como em Colossenses 2:16 “Portanto ninguém vos julgue por causa dos sábados” , Êxodo está no plural mas se trata do Sétimo Dia abolido por haMashiach, II Corintios 3:14 “Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por se levantar na Leitura do Antigo Testamento, Testamento que foi por haMashiach abolido.”

Quando Yeshua foi interrogado por um certo Doutor da Lei no que se concerne em maior mandamento da Lei, Yeshua citou Deuteronômio 6:4 “Ouve, ó Israel o Senhor vosso YHWH é um só Senhor” este item estava escrito no livro, não nas Pedras, se fossem duas Leis naturalmente este Doutor da Lei lhe perguntaria “Senhor qual é o maior mandamento na Lei Moral? e qual é o maior na Lei Cerimonial? Isso não aconteceu porque a Lei era una. A Torá é tida pelos judeus como Lei única.

Os que alegam que o Decálogo é Lei imutável se esquecem que já no primeiro item, o Decálogo foi mudado Êxodo: 20:5 “... que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.” Ezequiel: 18:20 “A alma que pecar essa morrerá; o filho não levará mais a iniqüidade do pai.”

Aqui vemos a revogação de parte do Decálogo, provando a sua mutabilidade, se YHWH não visita mais as iniqüidades dos Pais sobre os Filhos é porque já houve aqui uma revogação do Decálogo. Yeshua é o Senhor do Sábado e também Senhor do Decálogo por isso teve autoridade para mudá-lo “Mateus 12:8-Porque o Filho do Homem até do Sábado é Senhor” “pois misericórdia quero e não sacrifícios (Sábado)” Sacrifício é obra Cerimonial e não Moral.Observem eles dizem que a circuncisão é Lei Cerimonial e Sábado Lei Moral, se isso fosse verdadeiro naturalmente a circuncisão seria menor, inferior e de menos valor que o Sábado, mas não é isso que acontece, pois Yeshua disse que a Circuncisão a qual foi abolida ser de mais valia que o Sábado, a circuncisão estava acima do Sábado. João 7:22,23 “ Moisés vos ordenou a Circuncisão e no Sábado circuncidais um homem. Ora,se um homem recebe a circuncisão no Sábado, para que a Lei de Moisés não seja violada, como vos indignais contra mim, porque no Sábado tornei um homem inteiramente são?” Se eles violavam o Sábado para praticar a Circuncisão é porque evidentemente é que a circuncisão abolida por haMashiach tem muito mais valor que o Sábado, Gálatas 5:6 “Porque em haMashiach Yeshua a Circuncisão não vale coisa alguma”,a Circuncisão hoje não tem vigência nenhuma, foi e é maior e demais valia que o Sétimo Dia.

Mateus 12:4 Yeshua disse que Davi havia entrado e comido os Pães da Proposição no Sétimo Dia. Levitico: 24:5 ao 9 “...para que seja sobre os pães como memorial...em cada dia de Sábado (Sétimo Dia) isso se porá em ordem perante o Senhor continuamente...”

Mateus 12:5 Yeshua disse que os Sacerdotes no Templo violavam o Sétimo Dia e ficavam sem culpa. Números: 28: 9,10 “No dia de Sábado oferecereis dois cordeiros... é este o holocausto de todos os Sábados.”

Os próprios observantes do sábado hebdomadário, de resto, concordam em ser aquele sacerdócio parte da sistemática cerimonial. Não o admitem como lei moral, ou seja, o Sábado é muito mais Cerimonial do que Moral.

Também baseados em um legalismo errôneo afirmam a não ab-rogação do Decálogo, pelo fato do mesmo estar escrito em pedras e não nos Livros, sendo que a maldição da qual haMashiach nos resgatou é somente a Lei Cerimonial ou a Lei contida nos Cinco livros. Este é um grande erro do legalismo, pois o Decálogo se encontra escrito em dois Livros da Lei Mosaica, a Torá, (Êxodo: 20 e Deuteronômio: 5) as pedras não existem mais, aqueles que chegaram ao conhecimento e ensinam o Decálogo o fazem por o terem lido nos Livros dos quais disse Paulo nos ter haMashiach resgatado da maldição, o Decálogo está escrito nos livros e evidentemente que aqueles estão debaixo do Decálogo estão debaixo da Maldição, o Decálogo foi primeiro falado verbalmente ao povo (Êxodo:20:1,2,3), em seguida escrito nos livros e consagrado com sangue novilhos (Êxodo:24:4) e posteriormente escrito em pedras (Exodo31:18).


A leitura do Pentateuco, sobretudo dos seus livros:Levitico e Números, nos convence do fato de se erguer todo o ritualismo judaico sobre o sacerdócio levitico ou araônico.
Ora, foi sob esse sacerdócio que o judeu recebeu a Lei. A Lei que não aperfeiçoou coisa alguma (cf.Hb.7:19).

O sacerdócio levítico ou segundo a ordem de Arão, de sua parte, conquanto oferecesse dons e sacrifícios também nada aperfeiçoou (cf.Hb.9:9), "porque a Lei constituiu sumo sacerdotes a homens fracos" (Hb.7:28).

Mudou-se o sacerdócio ao extinguir-se o sacerdócio levítico com a presença do perpétuo Sacerdócio de Yeshua haMashiach, o Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque: "De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico ( porque sob ele o povo recebeu a Lei), que necessidade havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e não fosse chamado segundo a ordem de Arão?

Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também a mudança da Lei" (Hb.7:ll-l2).

Yeshua haMashiach, portanto, deu cumprimento a Lei como deu cumprimento as profecias a Seu respeito anunciadas.

Satisfeita a Lei e cumpridas as profecias, evidentemente se tornaram ambas caducas."Porque o precedente mandamento é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade" (Hb. 7:18) Ab-rogação é o cancelamento de todo um conjunto de sistemas de Lei, em tendo sido "a lei a sombra dos bens futuros"(Hb.10:1), o primeiro concerto, o da Lei, foi removida e foi estabelecido o segundo, ou seja o de Yeshua haMashiach Hb.10:9). Yeshua haMashiach, "perfeito para sempre" (Hb.7:28 b).

Aliás, se aquele primeiro fora irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para o segundo" (Hb.8:7).
Ao dar cumprimento a Lei (cf.Mt.5:18;Cl. 2:13-14;Rm.. l0:4;Hb.7:ll-12), Nosso Senhor Yeshua haMashiach estabeleceu o "mais perfeito tabernáculo" (Hb.9:11).
O apego ao dia sabático como necessidade de se obedecer e executar a lei, sob pena de transgressão e condenação eterna, conspurca a plena suficiência da Obra Salvífica de Nosso Senhor Yeshua haMashiach, sendo que o mesmo foi abolido por haMashiach na cruz e pertencente a um Testamento Velho e Antiquado o qual disse Paulo Testamento que estava por desaparecer, Hebreus: 8: 13 “Dizendo: Novo Testamento, ele tornou antiquado o primeiro testamento. E o que se torna antiquado e envelhece, perto está de desaparecer.”


Voltar ao Antigo Pacto é trair o Testamento que haMashiach fez com o seu próprio sangue, pois Yeshua disse “Este cálice é o meu Sangue, o sangue da nova e eterna aliança que por muitos é derramado.” O sangue de haMashiach é um Testamento Novo, Amém.

(Hebreus 8:8) - Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, Em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei uma nova aliança,
(Hebreus 8:9) - Não segundo a aliança que fiz com seus pais No dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; Como não permaneceram naquela minha aliança, Eu para eles não atentei, diz o Senhor.

Note que seria outro pacto!
Diferente daquele dos dias do Egito!
Aquele se tornou antiquado e velho!

(Hebreus 8:13) - Dizendo Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar.


Fonte: TORAH WEB -
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05/01/2013

BATISTAS:ECLESIOLOGIA BÍBLICA OU TRADIÇÃO?


 
Por Pr.Antonio Mendes da PIBA
 
Me conheço como crente no Senhor Jesus e pertencente a denominação Batista há 60 anos. Aos 34 anos fui ordenado ao ministério pastoral e comecei a estudar com mais esmero a eclesiologia bíblica.
Ao longo do ministério muitas praticas eclesiológicas Batistas me incomodaram. Para a nossa reflexão vou pontuar algumas questões:

1. Seriam os diáconos a liderança espiritual da igreja junto com os pastores?
2. Tradição denominacional sem base eclesiológica, por exemplo: a) Estatutos sobrepujam ou se igualam à Palavra.
b) Regras parlamentares impedem ação do Espirito Santo.
c) Igrejas sem submissão à Liderança Espiritual.
d) Lideres Espirituais sem qualificação bíblica.
3) Não existe democracia na igreja e sim TEOCRACIA, vontade de Deus.
4) Como é feita a vontade de Deus numa igreja:
a) Através do mover do Espirito no Corpo.
b) Deus usa a Liderança Espiritual da igreja para balizar seus propósitos a fim de que sejam concretizados na mais perfeita harmonia e consenso.
c) Assim como Deus idealizou uma Liderança no lar, o mesmo Ele fez na igreja.
d) A liderança deve ser crível para que as ovelhas as veja como autoridade e não como autoritária.
5) Não existe democracia e nem autoritarismo na igreja. Democracia e autoritarismo tem feito grandes estragos nas igrejas.
6) No lugar do autoritarismo, homens criveis, tementes a Deus e chancelados pela vontade de Deus que usa a igreja para reconhecê-los e autenticá-los.
7) No lugar da democracia, TEOCRACIA, que é a vontade de Deus manifesta ao seu povo debaixo da orientação da Liderança Espiritual.
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Teologia et cetera: Toda pregação deve ser cristocêntrica!

 
 
 
Autor: Charles H. Spurgeon
Extraído do livro: Como Ler a Bíblia
 
 
 
"Você se lembra da história do gaulês que ouviu um jovem pregar um sermão magnífico, grandioso, pretensioso e bombástico; e, depois de chegar ao fim, perguntou ao gaulês o que achava a respeito. O homem respondeu que não dava nenhum valor a ele. 'E por que não?' 'Porque não havia nele nada de Jesus Cristo.' 'Ora', disse o pregador, 'mas meu texto não apontava naquela direção'. 'Não importa', disse o gaulês, 'seu sermão deve seguir naquela direção'. 'Não vejo o assunto assim', disse o jovem. 'Então', disse o outro, 'você ainda não vê como deve pregar. O modo certo de pregar é o seguinte: De cada aldeia minúscula na Inglaterra — não importa em que região — sempre sai, com toda a certeza, uma estrada para Londres. Embora talvez não haja estrada para outros lugares, certamente haverá uma estrada para Londres. Da mesma forma, de cada texto na Bíblia há uma estrada que leva a Jesus Cristo, e o modo certo de pregar é, simplesmente, dizendo: 'Como posso, tomando esse texto como ponto de partida, chegar até Jesus Cristo?' e, então, ir pregando pela estrada afora'. 'Mas', disse o jovem, 'suponhamos que descubro um texto que não tem uma estrada que leva a Jesus Cristo?' 'Faz quarenta anos que estou pregando', disse o velho, 'e nunca achei um texto bíblico assim; mas se chegar a achar um, passarei por sebes e cercas, e chegarei até Ele, porque nunca termino sem introduzir meu Mestre no sermão'. 

Talvez você pense que eu também passei um pouco por sebes e cercas, mas estou convicto de que não, porque é aqui que entra o versículo 6, que, de modo muito doce, introduz o nosso Senhor e O coloca bem à frente do leitor bíblico, de modo que não possa pensar em ler sem sentir que está presente Aquele que é Senhor e Mestre de tudo quanto está lendo, e que tornará essas coisas preciosas para o leitor, se ele O reconhecer nelas. Se você não descobrir Jesus nas Escrituras, elas terão pouca utilidade para você, pois o nosso Senhor disse: "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida" (Jo 5.39-40); e, por isso, suas buscas não dão em nada; você não acha a vida, e permanece morto nos seus pecados. Que isto não aconteça conosco!

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01/01/2013

DEPRAVAÇÃO TOTAL OU MORTE ESPIRITUAL DO HOMEM,ENTENDA AGORA!

Por Pr. Phil Johnson -
Todo membro da raça de Adão nasce totalmente depravado, caído, alienado de Deus, e em escravidão ao mal. Em Romanos 6, Paulo chama isso de escravidão ao pecado. Ele diz, além disso, em Romanos 6:20, que as pessoas que são escravas do pecado são totalmente destituídas da verdadeira retidão. Todos os que estão em tal estado de pecado e incredulidade são inimigos de Deus (Romanos 5:8,10). Eles são "estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas" (Colossenses 1:21)".

Totalmente.

A depravação humana é "total" da mesma forma que a morte é total. Você não pode estar parcialmente morto. Você pode estar muito, muito doente ou extremamente machucado e sendo mantido por aparelhos, mas você está ou morto, ou vivo. Não existem graus de morte.

De fato, quando a Bíblia descreve a depravação humana, normalmente utiliza a linguagem da morte espiritual.

Efésios 2, por exemplo, diz que as pessoas em seu estado decaído estão mortas em delitos e pecados – espiritualmente mortos (v. 1). Eles andam em mundanismo e desobediência (v. 2). Eles vivem segundo as inclinações da carne, enquanto "fazendo a vontade da carne e dos pensamentos" e são, "por natureza, filhos da ira, como também os demais" (v. 3). Eles estão "sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo" (v. 12).

"A depravação humana é "total" da mesma forma que a morte é total. Você não pode estar parcialmente morto."

Em Romanos 8:6, Paulo diz que "o pendor da carne dá para a morte". Ele está falando sobre a mentalidade carnal da incredulidade, descrevendo o que significa ser totalmente depravado. Ele segue adiante dizendo (v. 7-8): "O pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus."

Em outras palavras, a morte espiritual é uma total inabilidade de amar a Deus, uma total inabilidade em obedecê-lO, e uma absoluta incapacidade de agradá-lO.

Ora, muitos não-cristãos negarão que eles são hostis a Deus. Mas eles estão se auto-iludindo. Na verdade, muitos que invocam o nome de Cristo e reivindicam amar a Deus não amam, de fato, o Deus da Bíblia. Eles amam um deus que só existe na imaginação deles – um deus tolerante, profano, passivo, frágil e fraco. Esse não é o Deus da Bíblia. O Deus da Bíblia é santo demais para o gosto dos pecadores. Ele é irado demais contra pecado. Os Seus padrões são por demais elevados. As Suas leis não estão de acordo com a preferência deles. Portanto, apesar deles professarem amar a Deus, não amam o verdadeiro Deus que se revelou nas Escrituras. Eles não são capazes de amá-lO.

A incapacidade de amar a Deus como devemos é a própria essência da depravação total. Ela torna-nos impotentes para cumprir o primeiro e grande mandamento: "Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força" (Marcos 12:30)". Portanto, tudo o que o pecador faz é permeado pelo pecado, porque ele está vivendo a vida em violação constante do mandamento mais importante de todos.

Por outro lado, "depravação total" não significa que todos os pecadores sempre são tão ruins quanto podem ser. Não significa que todo incrédulo viverá a sua depravação integralmente. Não significa que todos os não-cristãos são moralmente iguais a animais irracionais ou serial killers. Não significa que pessoas de não-convertidas são incapazes de cometer atos de bondade ou benevolência para com outros seres humanos. Na verdade o próprio Jesus declarou que os incrédulos fazem bem às pessoas em troca do bem que é feito a eles próprios (Lucas 6:33).

A raça humana foi criada à imagem de Deus. Embora o pecado tenha corrompido aquela imagem, até mesmo não-cristãos são capazes de subir a altos níveis de bondade humana, honestidade, decência e excelência. Depravação "total" não significa que toda mulher não salva deve ser uma terrível bruxa, ou que todo homem não-crente é um psicopata degenerado. Significa que incrédulos, aqueles que estão na carne, não podem agradar a Deus.

"Assim a palavra "total" em "depravação total" refere-se à extensão da nossa pecaminosidade e não ao grau em que nós a manifestamos."

Assim a palavra "total" em "depravação total" refere-se à extensão da nossa pecaminosidade e não ao grau em que nós a manifestamos. Significa que o mal contaminou todos os aspectos do nosso ser – nossa vontade, nosso intelecto, nossas emoções, nossa consciência, nossa personalidade, e nossos desejos.

Usando terminologia bíblica, o pecado corrompeu totalmente o coração humano. Jeremias 17:9 diz, "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?" Se o coração é corrupto, toda a pessoa está contaminada.

Descrevendo nossa depravação como corrupção do coração, as Escrituras deixam claro que o real problema conosco encontra-se no centro do nosso ser. Nossa própria alma é infectada pelo pecado. Nada em nós permanece puro. Nossa tendência para pecar é inflexível e, no final das contas, inconquistável. O pecado, então, define quem nós somos.

Diante de um Deus perfeitamente santo e impecavelmente íntegro nós somos profanos, pecadores, completamente degenerados – não importando quão bons aparentemente sejamos em termos humanos. Ser verdadeiramente íntegros não é meramente difícil para nós; é impossível.

Isso é tão verdade sobre alguém como Mahatma Gandhi ou Madre Teresa como é sobre Adolph Hitler ou Jeffrey Dahmer*. A relativa bondade das melhores pessoas do mundo nunca é suficiente para merecer a aprovação de Deus. Seu único padrão é a perfeição absoluta. O melhor dos pecadores não chega nem perto.

Vejamos uma ilustração: suponhamos que todos os leitores de Pyromaniacs fossem enfileirados em Point Dume (a praia mais próxima da minha casa), e todos nós tentássemos nadar até Cingapura. A maioria de nós provavelmente se afogaria antes de atingir Catalina – que fica apenas a 42 quilômetros. Uma coisa é certa: Ninguém chegaria a Cingapura. Todos nós estaríamos mortos muito antes da meta ser atingida. Se eu fosse um jogador (e eu não sou) eu apostaria tudo o que tenho que ninguém chegaria até mesmo até o Havaí, que fica a menos da metade do caminho.

Uma pergunta: Será que aqueles que morreram antes de nadar duas milhas são piores do que aqueles que morreram a trinta e sete quilômetros da praia? É claro que não. Todos estariam igualmente mortos. A meta era tão desesperadora para o nadador especializado e ultra-treinado, como para o sujeito gordo que fez seu treinamento sentado em frente a um computador escrevendo em seu blog o dia inteiro.

"As pessoas estão preparadas para serem chamadas de pecadoras no seu pecado, mas elas não querem ser rotuladas de pecadoras na sua religião."

É assim que as coisas são com o pecado. Todos os pecadores estão condenados diante de Deus. Até mesmo os melhores da descendência de Adão são completamente pecadores no coração. Não importa quão bons eles possam parecer pela lente do julgamento humano, eles estão exatamente na mesma condição desesperadora do mais vil degenerado – talvez até em um estado pior, porque é mais difícil para eles reconhecerem o seu pecado. De forma que eles combinam o seu pecado com a auto-justificação.

As pessoas estão preparadas para serem chamadas de pecadoras no seu pecado, mas elas não querem ser rotuladas de pecadoras na sua religião. Mas isso é crucial: A religião humana não contradiz a depravação. Ela a confirma e prova. A religião humana coloca outros deuses no lugar legítimo do verdadeiro Deus. É a própria essência do ódio a Deus. É falsa adoração. Nada além de uma tentativa de depor o próprio Deus. É a pior expressão da depravação.

Lembrem-se: Foram os fariseus que Jesus condenou com a injúria mais severa que Ele jamais proferiu. Por quê? Afinal de contas, eles acreditavam que as Escrituras eram literalmente verdade. Eles tentavam obedecer rigidamente a lei. Eles não eram como os Saduceus, liberais religiosos que negavam o sobrenatural. Eles eram os fundamentalistas teológicos dos seus dias.

Entretanto, eles se recusaram a reconhecer a falência dos seus próprios corações. Eles confiaram em si mesmos de que eram íntegros e continuaram a tentar estabelecer a sua própria retidão, em vez de submeterem-se à retidão de Deus (Romanos 10:3). Lembram-se do que eles disseram ao cego de nascença em João 9:34? "Tu és nascido todo em pecado" - como se eles não fossem.

Em outras palavras, eles rejeitaram a doutrina da depravação total, e isso conduziu à sua absoluta condenação. Jesus disse: "Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes; não vim chamar justos, e sim pecadores" (Marcos 2:17). "Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido" (Lucas 19:10).

Eles pensavam que todas as suas boas obras os tornavam justos. Mas religião e boas obras não cancelam a depravação. A depravação corrompe até as formas mais elevadas de religião e boas obras. George Whitefield disse que Deus poderia nos condenar pela melhor oração que nós pudéssemos fazer. John Bunyan concordou. Ele disse que achava que a melhor oração que ele já tivesse feito tinha pecado suficiente nela para condenar o mundo inteiro. Isaías escreveu: "Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades, como um vento, nos arrebatam" (Isaías 64:6).

Pecadores não remidos são, portanto, incapazes de fazer qualquer coisa que agrade a Deus. Eles não podem amar o Deus que se revela nas Escrituras. Eles não podem obedecer à lei de coração, com uma motivação pura. Eles não podem sequer compreender a essência da verdade espiritual. Primeira Coríntios 2:14 diz: "O homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente". Incrédulos são, portanto, incapazes de ter fé. E "sem fé é impossível agradar a Deus" (Hebreus 11:6).

Notem: A palavra chave em tudo isso é incapacidade. Pecadores são totalmente incapazes de responder a Deus, à parte da Sua graça capacitadora.

Este é o ponto de partida para um entendimento saudável e bíblico da soteriologia.

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