A paz, se possível, mas a verdade, a qualquer preço!

Martinho Lutero

23/01/2013

A Visão Puritana das Escrituras!





O fenômeno do falar em línguas e a profecia
Uma Análise do Capítulo de Abertura da Confissão de Fé de Westminster
Por Derek Thomas

A composição da Confissão de Fé de Westminster constitui a realização central da Assembléia de Westminster e, provavelmente, a maior aquisição do século XVII. Ao avaliarmos o seu valor nós consideraremos apenas o seu capítulo de abertura, DAS SAGRADAS ESCRITURAS, que é uma avaliação extensiva e cuidadosamente redigida da natureza das Escrituras.
B.B. Warfield escreveu certa vez sobre a importância deste capítulo: 

"Certamente não há em todo o conjunto da literatura confessional nenhuma exposição de doutrina concebida de maneira tão nobre, ou tão habilmente trabalhada como o capítulo' Das Sagradas Escrituras', que os teólogos de Westminster colocaram no topo da Confissão, e colocaram-no como o fundamento do seu sistema de doutrina".[1]
Warfield cita Schaff, o historiador da Igreja que assinalou:
“Nenhum outro símbolo Protestante tem uma exposição tão clara, judiciosa, sensata e exaustiva deste artigo fundamental do Protestantismo”.[2]

O fato de este capítulo ser colocado em primeiro lugar, antes de qualquer consideração sobre Deus ou Cristo (como outras confissões o fizeram) não se trata de um acidente de composição. Mas reflete a convicção dos teólogos de Westminster de que toda teologia que sabemos de Deus é baseada naquilo que o próprio Deus revelou-nos nas Escrituras. A Bíblia é, nas palavras de Calvino[3], nosso "guia e mestre" em cada área da vida. O fato de a Bíblia ser a Palavra de Deus escrita forma a pressuposição básica sobre a qual toda e qualquer outra doutrina é formulada. Segue-se a isso que uma visão defeituosa das Escrituras leva a uma teologia defeituosa.
O capítulo começa com uma afirmação sobre a Escritura:

"Ainda que a luz da natureza e as obras da criação e da providência manifestam de tal modo a sabedoria e o poder de Deus, que os homens ficam inescusáveis, todavia não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e de sua vontade, necessários à salvação; por isso foi o Senhor servido, em diversos tempos e diferentes modos, revelar-se e declarar à sua Igreja aquela vontade; e depois, para melhor preservação e propagação da verdade, para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazê-la escrever toda. Isto torna a Escritura Sagrada indispensável, tendo cessado aqueles antigos modos de Deus revelar a sua vontade ao seu povo" (Capítulo I. p. I).
A relevância desta afirmação vai muito além de urna simples exposição escriturística. Ela contém uma afirmação de tremendo significado sobre a revelação em geral. Todo homem tem implantado dentro de si um conhecimento de Deus, ou como Calvino coloca, "a semente da religião". Mesmo sem a Bíblia o homem natural está consciente da bondade, sabedoria e poder de Deus. É isto, naturalmente, que Paulo deixa claro no capítulo de abertura de Romanos, uma verdade que é fundamental para tudo que ele vai dizer mais adiante. A consequência desta revelação é que o homem é indesculpável. Se ele reconhece a real revelação de Deus é outra questão: o homem natural se apropria da verdade em injustiça. Porém esta supressão da verdade não invalida de modo algum a genuinidade da revelação. Todo homem sabe mais do que está preparado para admitir. Mas a revelação geral não traz consigo a mensagem redentora. Ela diz aos pecadores nada mais do que Adão em sua inocência sabia. Ela não dá qualquer indicação de que Deus pode perdoar aqueles que quebram a Sua Lei. Ela convence do pecado, porém não oferece qualquer esperança de perdão. Ela prega a Lei, mas não o Evangelho. Por isso, Deus decidiu assegurar que sua mensagem de perdão por meio da fé em Jesus Cristo fosse escrita na forma de um registro permanente. A afirmação da Confissão de Fé é um testemunho de que a Bíblia é mais do que um simples registro de revelações passadas de Deus através dos séculos; ela é em si mesma uma revelação de Deus. Ao produzir a Bíblia, Deus estava revelando-nos o que precisamos saber para nossa salvação.

A afirmação de abertura contém uma negação da continuação de revelações da parte de Deus. Tudo que precisamos saber foi escrito na Bíblia, e todas as assim chamadas revelações privadas cessaram. Isto tem relevância para um problema contemporâneo: o fenômeno do falar em línguas e a profecia. Se profecia e línguas são novas revelações — como elas sem dúvida são no NT — elas são rejeitadas e não admitidas até ao ponto que concerne esta afirmação da confissão.

Inspiração e Cânon
A segunda afirmação do capítulo de abertura é uma afirmação do cânon da Escritura. Para esclarecer melhor, uma terceira afirmação descar- ta os escritos apócrifos como sendo Escritura. Além disso, a segunda seção acrescenta uma afirmação curta, porém crucial no sentido de que todos os livros canônicos foram "dados por inspiração de Deus para serem uma regra de fé e prática". A expressão "Inspiradas por Deus" (as referências Bíblicas foram acrescentadas mais tarde como notas, na Confissão, mas indicam as passagens das Escrituras que eles tinham em mente ao formularem esta Confissão) traduz uma única palavra grega, theopneustos, que quer dizer "soprado por Deus" — expirada, poderíamos dizer, e uma tradução mais acurada do que ins- pirada. Esta é uma referência não tanto para os escritores, mas para os seus escritos: toda Escritura vem de Deus. Em outras palavras, o que os teólogos queriam dizer com inspiração é que homens escreveram precisamente o que Deus queria. Ao citarem 11 Pedro 1:21 eles estavam se referindo àquela expressão, "movidos" pelo Espírito Santo que capacitou os homens a falarem da parte de Deus e escrever de Deus. Deste modo, as palavras das Escrituras são as próprias Palavras de Deus: elas são os oráculos de Deus, citando a frase de Paulo (Rm. 3 :2). Segue-se também que a parte do homem na produção das Escrituras foi meramente transmitir o que recebeu. "Teologicamente", escreve 1. I. Packer: “... a Bíblia encara os escritores humanos como nada tendo contribuído, e as Escrituras como sendo inteiramente a criação de Deus”.[4]
Dois corolários emergem da inspiração. A primeira é o cânon das Escrituras: para que um livro seja canônico ele deve ser inspirado e a tarefa da Igreja no estabelecimento dos limites do cânon era de discernir se os escritores eram ou não inspirados. Ao reconhecer esta qualidade, a Igreja não conferiu autoridade a escritos humanos, mas simplesmente reconheceu a autoridade inerente ao próprio escrito. O segundo corolário tem a ver com a autoridade, e a Confissão fornece uma exposição separada para isso:
"A autoridade da Escritura Sagrada, razão pela qual deve ser crida e obedecida, não depende do testemunho de qualquer homem ou igreja, mas depende somente de Deus (a mesma verdade) que é o seu Autor; tem, portanto, de ser recebida, porque é a Palavra de Deus" (Cap. I p. IV).
A autoridade bíblica se apóia na inspiração bíblica. A autoridade das Escrituras se apóia no fato que Ele a deu. Por que deveria eu acreditar no que a Bíblia diz e obedecer o que ela ordena? Porque a Escritura é nada menos do que o falar de Deus a nós dirigida: "O VT em Hebraico ... e o NT em Grego ... sendo inspiradas imediatamente por Deus ... "[5] (Cap. I p.VIII). As palavras da Bíblia são nada menos que "o Espírito Santo falando" (Cap. I p. X). O dobrar-se perante as Escrituras resume a pura religião. É o Cristianismo!

Inerente a esta exposição da confissão de fé está uma crença na infalibilidade ou inerrância da totalidade das Escrituras. A doutrina da Confissão é o dainspiração plenária: tudo que for Escritura é inspirado. Segue-se a isso como Warfield insistiu tão vigorosamente, que a afirmação da Confissão sobre inspiração exige a veracidade e confiabilidade total de tudo que as Escrituras dizem. Nada nos faz concluir das pesquisas e estudos modernos das Escrituras que a Bíblia contenha erros em algum ponto. Essa é a pedra de toque do evangelicalismo hoje. O capítulo de abertura da Confissão de Fé de Westminster não encontra nem um mínimo de falta neste exato ponto.


[1] Assembléia de Westminster e sua Obra. (Mack, 1972), p.155
[2] Ibid. Warfield está citando "Os Credos da Cristandade", I 877,p. 767
[3] Os teólogos de Westminster tomaram emprestado de Calvino na produção deste primeiro capítulo, vide B.B. Warfield, Op. cit., p. 161

[4] "A Inspiração da Escritura", A origem da Bíblia, ed. P. W Confort (Tyndale, 1992), p. 33
[5] A oitava seção deste capítulo foi considerada tão importante, que uma conferência especial foi feita entre certos membros da Câmara dos Comuns e os Teólogos da Assembléia.

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22/01/2013

A incoerência dos Adventistas.Entenda a questão do calendário Judaico e Gregoriano!




Por Pr.Heuring Felix - IBSF  e Renata Costa - redatora do site Escola.



A TRADIÇÃO...


Na língua portuguesa, a origem dos nomes dos dias da semana vem da Idade Média. O domingo, derivado do latim "dies Dominica", dia do Senhor, é considerado o último da semana para os cristãos. Ou seja, o sétimo, quando Deus descansou da criação do mundo. Era no dia da missa que havia maior aglomeração de pessoas e, por isso, os agricultores se reuniam em torno da igreja para vender seus produtos - o primeiro dia de feira. O dia seguinte, consequentemente, era o segundo, a segunda-feira. E daí por diante até chegar o sábado, cuja origem é o termo hebraico shabbatt, considerado o último da semana para os judeus.
Essa relação da feira com a missa deu origem também a outras palavras. "O termo latim fillius ecclesiae significa filho da Igreja, da assembléia. Ele originou as palavras 'freguesia', como ainda denominamos algumas paróquias, e 'freguês', do comércio", explica o professor José Augusto Carvalho, linguista, professor do Departamento de Línguas e Letras da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Em alguns outros idiomas ocidentais, o padrão adotado é diferente e segue os nomes dos planetas. Os primeiros descobertos pelos astrônomos são, na ordem, Saturno, Júpiter, Marte, Vênus e Mercúrio. Colocando a Lua por último e o Sol no centro do sistema, a ordem astrológica fica: Saturno, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, Mercúrio e Lua. O próximo passo é analisar como ficou então a sequência dos dias. "Quatro é considerado um número cabalístico, pois são quatro elementos da natureza, quatro estações do ano e muitas outras coisas são organizadas dessa forma", explica o professor José Augusto Carvalho.
Usando, portanto, o número quatro, e contando a partir de Saturno, o primeiro planeta conhecido, chega-se ao Sol, do inglês Sun - Sunday, o primeiro dia da semana. Para o segundo dia, começa-se a conta em Sol e chega-se ao quarto que é Lua - Moon - Monday. E assim até Saturday, sábado, de saturno. Porém, em inglês, Tuesday, Wednesday, Thursday e Friday diferem dessa lógica, oriundos da mitologia nórdica.
A terça-feira, Tuesday, é um termo oriundo de Tyu - deus da Guerra, irmão de Thor. Este, por sua vez, origina Thursday, a quinta-feira. O pai de ambos, Odin, inspira Wednesday, a quarta. E, finalmente, a sexta é consagrada à deusa Fraye, de onde veio Friday.


Os dias da semana têm seus nomes na língua portuguesa devido à liturgia católica por iniciativa de Martinho de Dume, que denominava os dias da semana da Páscoa com dias santos em que não se deveria trabalhar, originando os nomes litúrgicos:
Latim Pagão
Latim Vulgar
Significado
Latim litúrgico I
Latim litúrgico II
Português
dies Solis
Solis dies
Dia do sol
Prima Feria
Dominica dies
dies Lunae
Lunae dies
Dia da lua
Secunda Feria
Secunda Feria
dies Martis
Martis dies
Dia de Marte
Tertia Feria
Tertia Feria
dies Mercurii
Mercurii dies
Dia de Mercúrio
Quarta Feria
Quarta Feria
dies Iovis
Iovis dies
Dia de Júpiter
Quinta Feria
Quinta Feria
dies Veneris
Veneris dies
Dia de Vênus
Sexta Feria
Sexta Feria
dies Saturni
Saturni dies
Dia de Saturno
Septima Feria
Sabbatum

Sabbatum era originado diretamente do hebreu Shabbat, de conotação religiosa, em uma época em que os judeus e cristãos formavam um só povo e uma só cultura.
O dia Shabbat, era o dia em que os judeus se uniam para fazer sua reunião de fé e que hoje é o sábado, último dia de seu calendário semanal, sendo este o dia de descanso para os judeus. Em muitos outros idiomas os dias da semana são dedicados também aos astros, vejamos primeiro nas línguas latinas mais populares:
Português Moderno
Português Arcaico
Espanhol
Italiano
Francês
Domingo
Domingo
Domenica
Dimanche
Lues (pronuncia-se lũes)
Lunes
Lunedì
Lundi
Martes
Martes
Martedì
Mardi
Mércores
Miércoles
Mercoledì
Mercredi
Joves
Jueves
Giovedì
Jeudi
Vernes
Viernes
Venerdì
Vendredi
Sábado
Sábado
Sabato
Samedi


Em espanhol, francês e italiano, os dias também são contados pela ordem astrológica, mas sábado e domingo seguem a mesma lógica do português.



Há muita polêmica em relação ao que se chama  de dia santo,devemos  guardar o sábado ou domingo?



Origem:


O calendário hebraico é um calendário do tipo lunissolar cujos meses são baseados nos ciclos da Lua, enquanto o ano é adaptado regularmente de acordo com o ciclo solar. Por isso ele é composto alternadamente por anos de 12 ou 13 meses.
O início do ano judaico se dá no mês de Tishrei(Setembro/Outubro). O calendário judaico começa com a criação da 'neshamá' (estrutura espiritual/alma) de Adão, o primeiro homem dentro da crença judaica, há cerca de 5773 anos (em 2012).

Cálculo do calendário

Para desenvolvermos um cálculo exato do calendário judaico devemos definir 3 características do ano requerido:
  • Se este ano tem 12 ou 13 meses (chamaremos Shaná Meuberet o ano com 13 meses).
  • Em que dia da semana cai o primeiro dia do ano, o Rosh Hashaná.
  • Se os meses de Cheshvan e Kislev têm 29 ou 30 dias.


Quantidade de dias nos meses judaicos


Como o ciclo da Lua é de aproximadamente 29 dias e meio, os meses do calendário judaico se alternam entre 29 e 30 dias. O mês de Tishrei tem sempre 30 dias, o mês de Cheshvan tem normalmente 29 dias, o mês de Kislev tem normalmente 30 dias, o mês de Tevet tem sempre 29 dias, O mês de Shevat tem sempre 30 dias, o mês de Adar tem sempre 29 dias, O mês deNissan tem sempre 30 dias, o mês de Yiar tem sempre 29 dias, O mês de Sivan tem sempre 30 dias, o mês de Tamuz tem sempre 29 dias, O mês de Av tem sempre 30 dias, o mês de Elultem sempre 29 dias.

Em hebraico, os dias da semana são: 



YOM EHAD  DIA 1
YOM XENI  DIA 2
YOM XELIXI  DIA 3
YOM REBIHI  DIA 4
YOM HAMIXI  DIA 5
YOM XIXI  DIA 6


Adaptado ao calendário Juliano e posteriormente o Gregoriano ficou assim:


NúmeroDiaHebraicoNome em hebraicoAbreviação
1domingoYom Rishonיום ראשוןא'
2segunda-feiraYom Sheniיום שניב'
3terça-feiraYom Shlishiיום שלישיג'
4quarta-feiraYom Reviʻiיום רביעיד'
5quinta-feiraYom Ḥamishiיום חמישיה'
6sexta-feiraYom Shishiיום שישיו'
7sábadoShabatשבתשבת


Esse é o calendário secularizado que os sabatistas guardam hoje,totalmente adaptado sob influência católica


1-O MÊS LUNAR ,o Shabbat real!

 Conforme a Bíblia, em Gênesis 1:14, a  Lua serve: para marcar
sinais, estações, dias e anos.

 Não bastasse essa revelação, a  Lua manifesta-se com incrível
periodicidade; dessa forma, o seu  surgimento em fases regulares no
céu noturno, subsidiou a construção dos  primitivos calendários,
perpetuando-se, inclusive, no judaico.



2-CALENDÁRIO GREGORIANO


Denomina-se calendário gregoriano o calendário promulgado pelo Papa Gregório XIII em 1582 e adoptado imediatamente por EspanhaItália,PortugalPolónia e, posteriormente, por todos os países ocidentais.
A mudança do calendário juliano ou antigo para o calendário gregoriano ou moderno não teve lugar ao mesmo tempo em todo o mundo, o que causa uma certa confusão na harmonização de datas e na datação de eventos entre os séculos XVI e XX.
Em 1582, o Papa Gregório XIII, aconselhado pelos astrónomos, decretou pela bula Inter gravissimas que quinta-feira4 de Outubro de 1582 seria imediatamente seguido de sexta-feira 15 de Outubro para compensar a diferença acumulada ao longo de séculos entre o calendário juliano e as efemérides astronómicas.

Aprovado pelo Papa Gregório XIII e adotado pelos estados católicos, o calendário gregoriano foi imediatamente adoptado em EspanhaItáliaPortugal e Polónia. Em França, Henrique III decreta o ajuste dos dias em Dezembro.
Grã-Bretanha e os países protestantes apenas adaptaram o novo calendário no século XVIII, preferindo, segundo o astrónomo Johannes Kepler, "estar em desacordo com o Sol a estar de acordo com o Papa". A adopção do calendário na Grã-Bretanha e suas colónias em 1752 foi pretexto para protestos e motins porque muitos pretendiam receber o seu salário mensal em vez da correcta proporção de 21 dias de trabalho efectivos.
Os países da tradição da ortodoxa apenas o adoptaram no início do século XX. Na Rússia, só após a Revolução de Outubro de 1917, que segundo o calendário gregoriano ocorreu já em Novembro, é que a recém-formada URSS adoptou o calendário gregoriano, em 1918.


Observe os países de Lingua latina são aqueles que colonizaram  a maioria da América e que por fim levaram com o catolicismo o calendário gregoriano influenciando toda cristandade não somente Católica como protestante,posteriormente !

Isso quer dizer que também até a parte central e norte da América que hoje sob divisão Católicos e protestantes também adotaram esse calendário debaixo da força influente do Catolicismo romano.

Sim os sabatistas que defendem a guarda do sábado semanal estão longe do  Shabbat(descanso) do sinai há muito tempo,já que os dias do calendário judaico eram definidos por luas e não por um sistema religioso-humano.

CATECISMO PURITANO SOBRE O QUARTO MANDAMENTO REVELA FIDELIDADE A PALAVRA!
O que dizem os puritanos sobre o verdadeiro dia de Descanso,vejamos:

O que se exige no quarto mandamento?
Resposta. O quarto mandamento exige que sejam reservados santos para Deus os tempos que Ele determinou em Sua Palavra, especialmente um dia completo dos sete, que deve ser um sábado santo a Ele (Levítico 19:30."Guardareis os meus sábados, e o meu santuário. Eu sou o Senhor". Deuteronômio 5:12. "Guarda o dia de sábado, para o santificar, como te ordenou o Senhor teu Deus")

Como se deve santificar o sábado?
Resposta. O dia do Senhor deve ser santificado através de um descanso santo do dia inteiro, até mesmo de trabalhos e divertimentos mundanos que são certos nos outros dias (Levítico 23:3. "Seis dias trabalho se fará, mas o sétimo dia será o sábado do descanso, santa convocação; nenhum trabalho fareis; sábado do Senhor é em todas as vossas habitações"), e passar o tempo inteiro em adoração pública ou particular a Deus (Salmo 92:1-2. "Bom é louvar ao Senhor e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo; para de manhã anunciar a tua benignidade, e todas as noites a tua fidelidade"), exceto nas obras necessárias de caridade (Mateus 12:11-12. "Qual dentre vós será o homem que tendo uma ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não lançará mão dela, e a levantará? Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por conseqüência, lícito fazer bem nos sábados")


COERÊNCIA E FIDELIDADE  E SUBMISSÃO AS ESCRITURAS SAGRADAS.

Devemos antes de impor sobre as pessoas um fardo que elas não vão suportar,pesquisar,estudar sobre o assunto e principalmente olhar com humildade e pericia o contexto histórico,cultural de um povo,antes de afirmar pontos importantes das escrituras sagradas!

Sim! Devemos tirar um dia de descanso para adorar ao senhor e isso não é necessariamente um dia preso aos calendários de tempos humanos,mas, do shabbat divino .Tire um dia para louvar o senhor e o adorar no tempo de sete dias!

PODEMOS CONCLUIR! 
Esse sábado que os Adventistas guardam nada mais é do que o sabbatum pagão Católico,fruto da ignorância e de uma seita que tem por sua coluna o engano e a incredulidade, brotando de uma falsa profetiza e seus ensinos diabólicos que diminuem a centralidade em Cristo e  tentam usurpar o seu trono!




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19/01/2013

Ele está acima dos Céus!


 
Pr.Heuring Felix Motta - IBSR
 
Texto Base:


''Exaltado está o SENHOR acima de todas as nações, e a sua glória sobre os céus.Salmos 113:4''

Soberania plena,perfeita,não há se quer um ponto de variação ou de sombra da sua luz,onde os animais irracionais houvem sua voz e andam em pares em direção a arca,quem pode resistir ao chamado do senhor?quem é o homem para desafiar e se inclinar igualmente a Deus?

Nossa natureza contaminada com o virius do pecado rejeita a soberania de Deus,corrompe o sentido real dela e ver a majestade do SENHOR de forma embaçada.

Que o SENHOR tenha misericórdia da nossa pequena e ridícula capacidade de compreender as escrituras sagradas,aquilo que ele revelou está no livro sagrado,suficiente para nos consolar,eficiente na santidade dos eleitos,para prosseguirmos em nossa breve vida em direção aos portões celestiais.

Aleluia,quem é como o nosso Deus?

Solus Christus


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18/01/2013

Orgulho Espiritual!

 
 
 
Por :  Jonathan Edwards-
A primeira e a pior causa do erro que prevalece em nossos dias é o orgulho espiritual. Ele é a porta principal através da qual o diabo influi no coração daqueles que são zelosos pelo avanço do reino de Cristo. O orgulho espiritual é a maior porta de acesso da fumaça que sobe do abismo para obscurecer a mente e perverter a capacidade de julgar, bem como é o principal instrumento com o qual Satanás assalta os crentes, a fim de obstruir a obra de Deus. Até que essa enfermidade seja curada, os remédios para curar todas as outras enfermidades são aplicados em vão.

O orgulho é muito mais difícil de ser discernido do que qualquer outra corrupção, porque, por natureza, o orgulho equivale a uma pessoa alimentar pensamentos elevados a respeito de si mesma. Existe alguma surpresa no fato de que uma pessoa que possui pensamentos muito elevados a respeito de si mesma seja inconsciente do orgulho? Ela acha que sua opinião a respeito de si mesma tem fundamentos corretos e, por conseguinte, supõe que essa opinião não é muito elevada. Como resultado, não existe outro assunto em que o coração humano se mostra mais enganoso e impenetrável. A própria natureza do orgulho consiste em desenvolver autoconfiança e rejeitar qualquer suspeita de que, em si mesmo, o coração é mau.

O orgulho assume muitas formas e moldes, envolvendo todo o coração, como as cascas da cebola — quando você remove uma casca da cebola, existe outra por baixo. Portanto, precisamos ter a mais intensa vigilância possível sobre nosso coração, no que se refere a este assunto, e, com profundo ardor, clamar por ajuda ao grande Perscrutador dos corações. Aquele que confia em seu próprio coração é um tolo.

Visto que o orgulho espiritual, por sua própria natureza, é secreto, ele não pode ser bem discernido pela intuição imediata. O orgulho espiritual é melhor identificado por seus frutos e efeitos, alguns dos quais mencionarei em paralelo aos frutos contrários da humildade cristã.

A pessoa espiritualmente orgulhosa se considera cheia de entendimento e sente que não precisa de qualquer instrução; por isso, ela se mostra pronta a rejeitar o ensino que outros lhe oferecem. Por outro lado, o crente humilde é semelhante a uma criança que facilmente recebe instrução; é cauteloso em sua avaliação de si mesmo e sensível a respeito de como está sujeito a tropeçar. Se lhe for sugerido que ele realmente está sujeito a tropeçar, com muita prontidão o crente humilde estará disposto a inquirir sobre o assunto.

Pessoas orgulhosas tendem a falar sobre os pecados dos outros, ou seja, sobre a miserável ilusão dos hipócritas, sobre a indiferença de alguns crentes que sentem amargura ou sobre a oposição que muitos crentes demonstram para com a santidade. A verdadeira humildade cristã fica em silêncio no que se refere aos pecados dos outros ou fala sobre eles com tristeza e piedade.

A pessoa espiritualmente orgulhosa encontra nos outros crentes o erro de falta de progresso na vida cristã, enquanto o crente humilde vê muitos erros em seu próprio coração e se preocupa, a fim de que ele mesmo não se veja inclinado a ocupar-se demais com o coração dos outros. Ele lamenta muito por si mesmo e por sua frieza espiritual, esperando prontamente que muitas outras pessoas tenham mais amor e gratidão a Deus, mais do que ele mesmo.

A pessoa espiritualmente orgulhosa fala sobre quase tudo que percebe nos outros, fazendo-o com grosseria e com uma linguagem bastante severa. Em geral, a crítica de tais pessoas se dirige não apenas contra a impiedade dos incrédulos, mas também contra os verdadeiros filhos de Deus e contra aqueles que são seus superiores. Os crentes humildes, por sua vez, mesmo quando fazem extraordinárias descobertas da glória de Deus, sentem-se esmagados por sua própria vileza e pecaminosidade. As exortações deles para os outros crentes são ministradas de maneira amável e humilde; e tratam os outros com tanta humildade e gentileza quanto o Senhor Jesus, que é infinitamente superior a eles, os trata.

O orgulho espiritual com freqüência dispõe a pessoa a agir de maneira diferente em sua aparência exterior e a assumir uma linguagem, semblante e comportamento diferentes. No entanto, o crente humilde, embora se mostre firme em seus deveres e prossiga sozinho no caminho do céu, mesmo que todo o mundo o abandone, ele não se deleita em ser diferente apenas por amor à diferença. O crente humilde não estabelece como objetivo primordial o ser visto e observado como alguém diferente; pelo contrário, ele está disposto a tornar-se tudo para todos os homens, sujeitar-se aos outros, conformar-se a eles e agradá-los em tudo, exceto no pecado.

As pessoas orgulhosas levam em conta as oposições e injúrias, estando dispostas a falar sobre elas em tom de amargura e murmuração. A humildade cristã, por outro lado, dispõe a pessoa a ser mais semelhante ao seu bendito Senhor, que, ao ser maltratado, não abriu a sua boca, mas entregou-se silenciosamente Àquele que julga retamente. Para o crente humilde, quanto mais clamoroso e irado o mundo se mostra com ele, tanto mais quieto e tranqüilo ele permanecerá.

Outro padrão das pessoas espiritualmente orgulhosas é comportarem-se de maneira que levem os outros a fazerem delas seu alvo. É natural para uma pessoa que está sob a influência do orgulho aceitar toda a reverência que lhe tributam. Se os outros mostram disposição para submeterem-se a ela e sujeitarem-se em deferência a ela, a pessoa espiritualmente orgulhosa está aberta para esta sujeição, aceitando-a espontaneamente. Na verdade, aqueles que são espiritualmente orgulhosos esperam esse tipo de tratamento, formando uma opinião pervertida sobre aqueles que não lhe oferecem aquilo que eles sentem que merecem. 

Fonte: [ Trovian ]
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A impotência da vontade humana!

 
 
 
Por A. W. Pink -


Será que encontramos na vontade do homem, competência para aceitar ou rejeitar o Senhor Jesus como Salvador?

Admitindo-se que o Evangelho é pregado ao pecador, que o Espírito Santo o convence de sua condição perdida, não é, em última análise, encontrar poder dentro de sua própria vontade para resistir ou se entregar a Deus?

A resposta a essa pergunta define nossa concepção da depravação humana.

Todo cristão professo dirá que o homem é uma criatura caída, mas o que o termo “caído” quer dizer a muito deles, isso será difícil de determinar.

A impressão geral é de que o homem é agora mortal, que ele não está mais no estado em que estava nas mãos do criador, que ele tem tendências más, mas que, se ele empregar seus poderes para o melhor de si, de alguma forma ele vai ser feliz depois.

Ó, quão longe e triste da verdade! Enfermidades, doenças, até mesmo a morte corporal, são ninharias em comparação aos efeitos morais e espirituais da Queda! É somente através da consulta das Sagradas Escrituras que somos capazes de obter alguma concepção da extensão dessa terrível calamidade.

Quando dizemos que o homem é totalmente depravado, queremos dizer que a entrada do pecado na constituição humana afetou toda parte facultativa do homem, todo seu ser.

Depravação total significa que o homem é, em espírito, alma e corpo, escravo do pecado e cativos ao pé do diabo, “...nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;” Efésios 2.2.

O homem é incapaz de realizar suas próprias aspirações e concretizar seus próprios ideais. Há uma incapacidade moral que o paralisa. Não é um homem livre, mas em vez disso, escravo do pecado e de Satanás: “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.” João 8.44.

O pecado é mais que um ato ou uma série de atos, é um homem de maquiagem. O pecado cega o entendimento, corrompe o coração e aliena a mente para ir a Deus. A vontade não tem como escapar. A vontade está sob o domínio do pecado e de Satanás. Portanto a vontade não é livre. Em suma, as escolhas amorosas e afetivas que fazem, fazem por causa do estado do coração, e o coração é enganoso acima de todas as coisas, e perverso: ”não há quem entenda, não há quem busque a Deus;” Romanos 3.11.
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