A paz, se possível, mas a verdade, a qualquer preço!
Martinho Lutero
06/12/2011
10 Lições sobre o Amor à Igreja
Fonte: Editora Fiel
Paulo nos ensina, em 1 Tessalonicenses 3, dez importantes lições sobre como podemos expressar nosso amor ao povo de Deus:
1.Devemos amar nossos irmãos em Cristo. Temos de amar a igreja de nosso Senhor, a qual ele comprou com o seu sangue (Atos 20.28).
2.Devemos nos preocupar com o estado da fé da igreja. Nosso amor pela igreja passa direto pela condição de sua fé.
3.Devemos agir em favor da igreja. Paulo mandou Timóteo para lá. Diante de uma situação grave, Paulo fez sacrifícios pessoais que o privaram de seu principal ajudador para apoiar o povo de Deus em Tessalônica.
4.Devemos usar nossas próprias experiências de sofrimento, lutas e até mesmo nosso lidar com o pecado como um meio para encorajar e fortalecer nossos irmãos que passam pelos mesmos problemas. Podemos ter a tendência de ser duros com quem está fraco na fé ou esmorece, mas nossa fé é dádiva de Deus e deve ser um instrumento para ganhar nossos irmãos. Que, como Paulo, nos identifiquemos com nossos irmãos em sua fraqueza e compartilhemos com eles o que temos recebido graciosamente de Deus.
5.Devemos viver e andar por fé. Nossa conduta deve ser determinada por princípios, não por circunstâncias. Não devemos responder aos problemas e aflições da vida segundo o calor do momento, mas tendo a eternidade diante de nós.
6.Devemos nos alegrar com o progresso da fé do povo de Deus. As vitórias e graça que Deus concede ao seu povo deve ser sempre motivo de regozijo e felicidade para nós. Temos de ter prazer nessas coisas, e isso só é possível se nosso coração e alegria estiverem no Senhor (Sl 37.4).
7.Devemos orar fervorosamente em favor do povo de Deus. Nossa lista de oração deve contemplar os problemas e situações da vida, certamente – mas, mais importante ainda, deve contemplar as necessidades espirituais e anelar pelo crescimento do povo na Palavra e nos dons divinos. Veja que Paulo, mesmo sabendo das lutas, ora por crescimento no amor. Ele sabia que era a fé forte e o amor inflado que dariam meios de resistência em meio as lutas.
8.Temos de ter um senso da providência de Deus. O Deus trino está governando toda nossa vida. Temos de entender os caminhos de Deus e reconhecer que ele é soberano em toda e qualquer situação. Isso deve afetar nossa conduta, a forma como vivemos e respondemos diante de adversidades. Jó disse: “Bem sei que tudo podes e que nenhum de seus planos podem ser frustrados”.
9.Devemos guardar nosso coração e pedir que Deus faça crescer nele amor para com nosso irmão na fé – isso nos levará a uma vida de “santidade e sem culpa” no meio da comunidade cristã, a igreja.
10. Temos de ter a eternidade diante de nossos olhos. O toque da última trombeta deve ser tema de nossa mais profunda meditação. Jonathan Edwards, grande servo de Deus do passado, tinha esse senso da chegada de Cristo diante de si o tempo todo. Em suas resoluções, ele afirmou: “Resolvi jamais fazer qualquer coisa da qual eu deva ter medo, no caso de não restar mais do que uma hora para eu ouvir a última trombeta.”.
Encerro com as palavras do próprio Edwards, ao meditar sobre o retorno triunfante e definitivo de nosso Senhor Jesus Cristo:
“Cristo aparecerá na glória de seu Pai, junto de seus santos anjos, vindos nas nuvens do Céu…Essa será a mais inesperada visão para o mundo ímpio, a qual virá como um grito à meia noite. Mas com respeito aos santos, será uma visão de júbilo e a mais gloriosa de todas. Ver o Redentor vindo nas nuvens do Céu, encherá nosso coração da mais profunda e indizível alegria”.
Edir Macedo assume o espiritismo.
Alguém ai pode me dizer de onde, nas Sagradas Escrituras, o Macedo retirou a doutrina de que as pessoas recebem “espíritos” de parentes mortos? Ele trocou a Almeida pela Kardek?
O vídeo é do canal oficial do Edir Macedo. Fizemos uma cópia, por vias das dúvidas.
Eu sei que é pedir muito aos amigos que assistam a tudo, então se atentem à sequencia a partir de 14’.
Este é o tipo de “ensinamento” a ser confrontado quando nos aproximarmos de um membro da seita IURD. Afinal, revela um desvio forte na doutrina da seita em direção ao espiritismo, oferecendo, assim um questionamento direto ao prosélito que se julgue cristão.
Não se trata mais de um sincretismo com espiritismo kardecista, umbanda ou simpatias populares que possa ser disfarçado, ou justificado, pelos líderes com o propósito implícito de oferecer um "ponto de contato” da fé, coisa corriqueira dentro do arcabouço da confissão positiva e recorrente entre os neopentecostais.
Tão pouco se trata de uma influência espúria de ensinos do movimento de batalha espiritual. Não há registro de tais ensinos em nenhuma das vertentes do movimento citado.
Mesmo na IURD, onde o peso doutrinário dos ensinos de batalha espiritual sempre foi mais restrito às seções de descarrego para a expulsão de demônios, nunca se admitiu, ou se ensinou, que alguém pudesse receber ou estar possuído por homens desencarnados.
Ao contrário, toda a forte aposição feita ao espiritismo e ao catolicismo que marcaram o início da trajetória da Universal e se constituía na sua principal estratégia de conversão era baseada na negação da comunicação e interferência dos mortos, de maneira que a veneração de santos (chute-se a santa!) e os pedidos de intercessão destes seriam inócuos, assim como as ditas manifestações de parentes mortos em seções de espiritismo não passariam da ação de demônios enganando a quem procura a comunicação com seus entes queridos falecidos.
Desta forma, as afirmações de Macedo indicam um turning point na seita tão grande quanto àquele representado pela defesa do aborto por este mesmo falso profeta. Macedo se afasta a passos largos do cristianismo.
Finalmente, é muito intrigante a nova teoria dos games perturbadores e, principalmente, o novo mote da Universal, usado no final do vídeo: Vamos arrebentar em nome de Gizuz!
O profeta e o palhaço!
Rev. Hermisten Maia Pereira da Costa
Pastor da Igreja Presbiteriana Ebenézer, Osasco, SP.
e Professor de Teologia Sistemática
no Seminário Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição
Certa vez, um circo se instalou próximo de uma cidadezinha dinamarquesa. Este circo pegou fogo. O proprietário do circo vendo o perigo do fogo se alastrar e atingir a cidade, mandou o palhaço, que já estava vestido a caráter, pedir ajuda naquela cidade a fim de apagar o fogo, falando do perigo iminente. Mas, inútil foi todo o esforço do palhaço para convencer os seus ouvintes. Os aldeões riam e aplaudiam o palhaço entendendo ser esta uma brilhante estratégia para fazê-los participar do espetáculo... Quanto mais o palhaço falava, gritava e chorava, insistindo em seu apelo, mais o povo ria e aplaudia... O fogo se propagou pelo campo seco, atingiu a cidade e esta foi destruída.[1][1]
De forma semelhante, temos nós muitas vezes apresentado uma mensagem incompreensível aos nossos ouvintes, talvez porque ela também seja incompreensível a nós. As pessoas se acostumaram a nos ouvir brincar tanto com as coisas sagradas, que não conseguem descobrir o sagrado em nossas brincadeiras. Alguns de nós pregam como se estivessem no picadeiro. Por outro lado, nossos ouvintes, por não perceberem a diferença entre o palhaço e profeta, reforçam este comportamento mutante através de um aplauso até mesmo literal. Deste modo, a profecia (pregação) torna-se motivo de simples gostar ou não gostar e o circo perde um de seus talentosos componentes. Assim, sem nos darmos conta, estamos compactuando com a indiferença de nossos ouvintes, que, de certa forma, estão “cansados” da palavra “Evangelho”, sem que na realidade, nunca tenham sido ensinados a respeito do Evangelho de Cristo. A avaliação da mensagem pregada fica restrita ao gostar ou não do ouvinte. Se gostei foi boa, se não, é ruim. Criamos uma categoria arbitrária do que de fato é verdadeiro ou não a partir do gosto, como se este também não fosse afetado pelas conseqüências do pecado. Na realidade, o gostar ou não deve estar subordinado ao exame das Escrituras (At 17.11). Procedendo assim, descobriremos, para surpresa nossa, o quão o nosso gosto pode ser pecaminoso e inconseqüente.
O Evangelho é uma mensagem acerca de Deus – da Sua Glória e de Seus atos salvadores –, a cerca do homem – do seu pecado e miséria –, acerca da salvação e da condenação condicionada à submissão ou não a Cristo como Senhor de sua vida. Esta mensagem que envolve uma decisão na História, ultrapassa a História, visto ter valor eterno. Portanto, não podemos brincar com ela, não podemos fazer testes: estamos falando de vida e morte eternas (Jo 3.16-18).
Parece-me correto o comentário de Vincent quando diz que “A demanda gera o suprimento. Os ouvintes convidam e moldam os seus próprios pregadores. Se as pessoas desejam um bezerro para adorar, o ministro que fabrica bezerros logo é encontrado.”[2][2] É preciso atenção redobrada para não cairmos nesta armadilha já que não é difícil confundir os efeitos de uma mensagem com o conteúdo do que anunciamos: a pregação deve ser avaliada pelo seu conteúdo; não pelos seus supostos resultados. Esse assunto está ligado à vertente relacionada ao crescimento de igreja. Iain Murray está correto ao afirmar: “O crescimento espiritual na graça de Cristo vem em primeiro lugar. Onde esse crescimento é menosprezado em troca da busca de resultados, pode haver sucesso, mas será de pouca duração e, no final, diminuirá a eficácia genuína da Igreja. A dependência de número de membros ou a preocupação com números freqüentemente tem se confirmado como uma armadilha para a igreja.”[3][3]
Devemos nos lembrar de que o pregador não “compartilha” opiniões nem dá suas “opiniões” sobre o texto bíblico, nem faz uma paráfrase irreverente do texto, antes, ele prega a Palavra. O seu objetivo é expressar o que Deus disse através de Seus servos. Pregar é explicar e aplicar a Palavra aos nossos ouvintes. O aval de Deus não é sobre nossas teorias e escolhas, muito menos sobre a “graça” de nossas piadas, mas sobre a Sua Palavra. Portanto, o pregador prega o texto, de onde provém a verdade de Deus para o Seu povo.
O púlpito não é o lugar para se exercitar as opiniões pessoais e subjetivas, mas sim, para pregar a Palavra, anunciando todo o desígnio de Deus, sob a iluminação do Espírito. Alexander R. Vinet (1797-1847) definiu bem a pregação, ao dizer ser ela “a explicação da Palavra de Deus, a exposição das verdades cristãs, e a aplicação dessas verdades ao nosso rebanho.”[4][4] Sem a Palavra, o púlpito torna-se um lugar que no máximo serve como terapia para aliviar as tensões de um auditório cansado e ansioso em busca de alívio para as suas necessidades mais imediatamente percebidas. Ele pode conseguir o alívio do sintoma, mas não a cura para as suas reais necessidades.
Albert Martin, apresenta uma crítica pertinente; ele diz:
“O esforço desnatural de certos pregadores para serem ‘contadores de piadas’, entre a nossa gente, constitui uma tendência que precisa acabar. A transição de um palhaço para um profeta, é uma metamorfose extremamente difícil.”[5][5]
Em forma de esboço, podemos observar, que “Evangelizar” nos moldes do Novo Testamento, significa Proclamar:
a) As insondáveis riquezas de Cristo: (Ef 3.8). O Evangelho é glorioso porque revela a Gloriosa perfeição de Deus: O Seu amor, bondade, misericórdia, justiça e fidelidade. Evangelizar significa proclamar as perfeições de Deus. A Glória de Deus é a beleza harmoniosa de Suas perfeições e da Sua obra salvadora.
b) A Glória de Deus e de Cristo: (2Co 4.4; 1Tm 1.11). A glória de Deus é totalmente invisível a nós, até que resplandeça em Cristo. “A glória de duas naturezas de Cristo numa única pessoa é tão grande que o mundo incrédulo não pode ver a luz e a beleza que irradiam dela.”[6][6] O Evangelho consiste no anúncio da grandeza e majestade de Deus e como podemos conhecê-Lo em Cristo Jesus. “Evangelismo sempre requer a pregação dos atributos de Deus (...) A exaltação do caráter de Deus, é essencial para que Deus possa ser honrado em nossa pregação.”[7][7]
c) A Palavra do Senhor: Paulo e Barnabé permaneceram em Antioquia “ensinando e pregando [evangelizando] com muitos outros, a palavra do Senhor” (At 15.35). Evangelizar significa pregar a Palavra de Deus, não as nossas opiniões, as nossas preferências; não podemos adulterar a Palavra de Deus (2Co 4.2). A evangelização consiste na exposição da Palavra de Deus e na Sua aplicação às necessidades contemporâneas de nossos ouvintes.
d) A Morte Expiatória de Cristo: (1Co 15.1,3) O Evangelho é o anúncio da morte de Cristo, o Deus encarnado, que deu a Sua vida para salvar o Seu povo. A sua expiação foi completa, tendo um valor infinito. Não existe Evangelho sem a cruz de Cristo. A cruz não foi um acidente, foi o desfecho da obra eterna de Deus (1Pe 1.18-20; Ap 13.8/At 2.22-24; 4.27-28; Gl 1. 3-4).
e) Jesus e a Ressurreição: Paulo em Atenas, “pregava (evangelizava tendo como conteúdo) a Jesus e a ressurreição” (At 17.18). A ressurreição era a tônica de toda mensagem apostólica; sem a ressurreição de Cristo não haveria pregação, nem fé, nem esperança. No livro de Atos, não encontramos nenhum sermão em que a ressurreição não fizesse parte da proclamação. (At 8.5; Rm 10.8-10; 1Co 15.1,3,4,12; 2Tm 2.8).
f) Todo o Desígnio de Deus: Em Mileto, Paulo quando se despede dos presbíteros de Éfeso, diz que durante o seu ministério de três anos entre eles, jamais deixou de “anunciar todo o desígnio de Deus” (At 20.27). O Evangelho não consiste no anúncio de “algumas partes” da Bíblia, mas sim de todo o “Conselho” de Deus revelado nas Escrituras. (Vd. Gl 1.8,9,11). O conteúdo da mensagem cristã deve ser nada mais, nada menos do que toda a vontade revelada de Deus (Vd. Dt 29.29).
g) O Reto Juízo de Deus através de Cristo: Pedro quando vai à Cesaréia pregar ao centurião Cornélio, durante a sua exposição, diz que Jesus, depois da ressurreição, “nos mandou pregar ao povo e testificar que ele é quem foi constituído por Deus Juiz de vivos e de mortos” (At 10.42). Paulo, pregando em Atenas (At 17.18), no Areópago, declara que Deus “estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos” (At 17.31). Da mesma forma, Lucas registra que diante de Félix, Paulo falando a respeito da fé em Cristo, dissertava “acerca da justiça, do domínio próprio e do juízo vindouro” (At 24.25).
Paulo declara que o juízo de Deus se manifestaria conforme o Evangelho por ele anunciado, indicando assim, que o anúncio do Evangelho engloba a declaração do justo juízo de Deus (Cf. Rm 2.16/1.17).
h) O Senhorio de Cristo: A mensagem cristã consiste no anúncio do reinado soberano de Cristo, convocando os homens ao arrependimento e dedicação total e exclusiva ao Senhor.
Pedro na casa de Cornélio, diz: “Esta é a palavra que Deus enviou aos filhos de Israel, anunciando-lhes o evangelho da paz, por meio de Jesus Cristo. Este é o Senhor de todos” (At 10.36).
Lucas relata que entre aqueles que “foram dispersos, por causa da tribulação que sobreveio a Estevão” (At 11.19), alguns foram até Antioquia, pregando também aos gregos, “anunciando-lhes o evangelho do Senhor Jesus” (At 11.20).
Paulo lembra aos coríntios o conteúdo da sua mensagem: “Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor....” (2Co 4.5).
De igual modo, o mesmo apóstolo declara que a nossa salvação está condicionada à confissão sincera de Cristo como Senhor, indicando aos romanos, que o Senhorio de Cristo fazia parte da “palavra da fé” pregada (Rm 10.8-10).
i) A Graça de Deus: Paulo, demonstrando saber que lhe aguardavam cadeias e tribulações, por causa do Evangelho, diz aos presbíteros de Éfeso: “Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebido Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus” (At 20.24).
A Graça é o favor imerecido, manifestado livre e soberanamente por Deus aos pecadores que se encontravam num estado de depravação e miséria espirituais, merecendo o justo castigo pelos seus pecados. (Rm 4.4/11.6; Ef 2.8-9).
O Evangelho é da graça porque nele encontramos o favor imerecido de Deus para com o homem – para com cada um de nós –, que merecia a condenação eterna. O Evangelho é a boa nova que consiste na declaração de Deus, de que há perdão para todos os nossos pecados em Cristo Jesus; que Ele nos tira da condição de “réus”, e nos transporta “para o reino do Filho do seu amor” (Cl 1.13), tornando-nos seus filhos e herdeiros (Rm 8.12-17/Jo 1.12; Gl 3.26).
Jesus Cristo é a graça encarnada – Ele encarna a Graça e a Verdade (Jo 1.17; 14.6) –, o Evangelho é a graça verbalizada. É através do Evangelho que Deus transmite a Sua Palavra de Graça (At 14.3; 20.24). “O Evangelho é o divulgador da graça”.[8][8] A graça nos é ensinada pelo Evangelho (Cl 1.4-6); por isso, pregar o Evangelho é um “favor” de Deus (Ef 3.8).
j) A Preservação de Deus: (Rm 16.25). O Evangelho é uma mensagem de perseverança por Deus. Deus pelo Seu poder nos confirma em santidade até o dia final (Jo 10.28-29; Fp 1.6; 2Ts 3.3; 1Pe 1.5; Jd 24-25). A mensagem do Evangelho é um desafio aos homens depositarem a sua fé exclusivamente em Deus, como o Autor e Consumador da Salvação. Calvino (1509-1564), comentando o texto de Rm 16.25, diz que Paulo ensina aqui a perseverança final. Continua: “E para provocar neles (os romanos) esta profunda certeza e levá-los a buscarem refúgio no poder divino, adiciona que tudo isso foi testificado no evangelho, o qual não só nos apresenta uma promessa de uma paz prevalecente aqui e agora, mas também nos assegura que esta graça durará para sempre. Deus declara no evangelho que Ele é nosso Pai não somente aqui e agora, mas nos continuará sendo eternamente. De fato, sua adoção se estende para além da morte, pois que está nos conduzindo para aquela herança eterna.”[9][9]
Evangelizar é declarar o poder de Deus, que transforma os homens, unindo-os a Si, preservando-os até o fim.
Imaginem um jovem entre centenas de outros, ansiosamente procurando seu nome nas listas afixadas nas paredes na universidade a fim de saber se foi aprovado ou não no vestibular. De repente surge um amigo com um sorriso largo e com os braços abertos, dizendo: “parabéns, você foi aprovado”. O jovem dá-lhe um abraço apertado, pula, grita, ri, chora, comemora... Depois de alguns minutos de euforia, aquele “amigo” diz: “É brincadeira; seu nome não consta entre os aprovados”. Se você fosse aquele vestibulando, como reagiria? Pense nisto: Se você corretamente não admite brincadeiras com coisas sérias, o Evangelho, que envolve vida e morte eternas seria passível de brincadeiras, de gracejos? A pregação é assunto para profetas, não para palhaços. Pensemos nisso.
Converse com Deus via "celular".
Uma linha de telefone que seria do celular de Deus está gerando grande expectativa na Holanda, disse hoje o autor desta iniciativa artística, Johan van der Dong.
Ao ligar o número 06-44244901 (0031-6-44244901 para quem discar de fora da Holanda) é possível ouvir uma mensagem automática que diz: “Este é o telefone de Deus. No momento não posso lhe atender, mas deixe uma mensagem ou ligue de volta mais tarde, e quem sabe o que escutará”.
Segundo Van der Dong, o número direto com Deus, que ficará em funcionamento por seis meses, está recebendo “um mar de chamadas”, segundo a agência holandesa “ANP”.
O artista escolheu um número de celular porque se encaixa com a ideia de um Deus que sempre está disponível. Com sua iniciativa, Van der Dong quer comparar um ritual tradicional - a oração - com outro moderno - fazer uma ligação por telefone. O artista já teve grande sucesso com outro projeto parecido, no qual os holandeses podiam enviar uma carta a Deus através de uma caixa postal.
Fonte: [ EFE / Gospel+ ]
Via: Notícias Cristãs
02/12/2011
O Hedonismo e suas consequências !
Fonte: [ Blog do Pr. Rubens Osório ]
Via: [ Igreja Presbiteriana Fundamentalista Betel ]
Hedonismo é a “filosofia do prazer”. Seu principal representante na Grécia antiga foi Epicuro. Por isso os hedonistas são também chamados epicureus.
Essa filosofia é referida rapidamente nas Escrituras, em Rm 16.17 e 18 - “E rogo-vos, irmãos,que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles. Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas só ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos símplices”.
E em Fp 3.19: “Porque muitos há dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. Cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre; e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas”.
É a mesma filosofia do prazer denunciada por Paulo em Rm 1.22-27: “Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória de Deus incorruptível em semelhança da imagem do homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Pelo que também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais à criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no contrário à natureza. E semelhantemente. também, os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.”
É a busca insaciável do prazer carnal, desde o comer e beber, até o prazer do sexo anti-natural. “Pecam contra si mesmos”.
O comer e beber pelo prazer leva à obesidade mórbida e à embriaguez; a libertinagem sexual leva à destruição do caráter, do amor próprio, à gravidez indesejada e suas consequências; leva às doenças venéreas, inclusive à sífilis e à Aids.
Entretanto, o hedonismo é a filosofia mais difundida e estimulada nos dias de hoje. Basta chegar a uma banca de jornais e observar as capas de dezenas de revistas – a pornografia é evidente; os filmes, as novelas em geral, são um estímulo constante à libertinagem sexual. Oferecem o que agrada “a carne”, o ventre.
As consequências maiores são trágicas: violências sexuais, estupros, prostituição infantil, concubinato substituindo o casamento sério, honesto, e responsável; incesto, prostituição e adultério.
Tudo isso destrói não só os corpos e a saúde física, mas também o caráter das pessoas, a começar pela baixa auto-estima. No íntimo as pessoas viciadas em sexo sabem que são desprezíveis, pois a consciência moral – característica do ser humano – as acusa (Rm 2.14-15: “Quando os gentios, que não têm Lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei; os quais mostram a obra da Lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os.”).
As consequências sociais são terríveis: as crianças abandonadas pelos pais e mães que não as desejavam, são presas fáceis dos corruptores de toda espécie. Homens e mulheres que se entregam aos vícios e a toda espécie de corrupção. Então nos surpreendemos quando ficamos sabendo do tráfico de toneladas de tóxicos, do tráfico internacional de mulheres, da pedofilia praticada até por “religiosos”, de quadrilhas formadas por políticos de todos os níveis, da sociedade consumista que esbanja imensas quantias em frivolidades, desde as modas até o luxo com cachorros, consomem fortunas enquanto crianças e jovens vivem e morrem em extrema miséria.
A inversão de valores é o pecado generalizado. Poucos são os que pensam nos valores morais e espirituais. E sem esses valores reconhecidos e colocados no topo de todos os valores, a sociedade humana se amesquinha, se animaliza e se destrói. O progresso das ciências, como a surpreendente tecnologia de hoje, não está voltada para o bem comum – de todos – mas só para o conforto e diversão de uma elite.
E uma realidade assusta hoje: nosso planeta está em perigo de destruição pelo próprio ser humano.
Tudo isso por que?
O homem – a humanidade – é cada vez mais materialista, e apesar de toda sua religiosidade, ignora a realidade de Deus com a Lei que Ele nos deu, resumida nos “Dez Mandamentos” que são de uma incomparável profundidade moral, espiritual e filosófica.
De modo geral, hoje, quando as pessoas nos ouvem falar de Deus e Seus mandamentos, rejeitam tudo como algo antiquado, sem sentido, e até como burrice.
Entretanto, Deus nos deu a Sua Lei assim como o inventor ou o fabricante de uma máquina preciosa e delicada, como o elevador ou o avião: ensina os cuidados a tomar, excessos a evitar, o uso correto, para o bem e a segurança dos próprios usuários.
Em Dt 6.1-7, diz: “Estes,pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o Senhor vosso Deus para se vos ensinar, para que os fizésseis na terra a que passais a possuir: para que temas ao Senhor teu Deus, e guardes todos os Seus estatutos e mandamentos, que Eu te ordeno, tu e teu filho e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida, e que teus dias sejam prolongados. Ouve, pois, ó Israel, e atenta que os guardes para que bem te suceda e muito te multipliques. Como te disse o Senhor Deus de teus pais, na terra que mana leite e mel. Ouve, Israel, o Senhor teu Deus é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma e de todo o teu poder. E estas palavras estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.”
Em Dt 10.12-13 diz: “...que é o que o Senhor teu Deus pede de ti, que temas o Senhor teu Deus, que andes em todos os Seus caminhos, e O ames, e sirva ao Senhor teu Deus, com todo o teu coração... para guardardes os mandamentos do Senhor, e os Seus estatutos, que hoje te ordeno, para o teu bem?”
Você quer que tudo melhore em sua vida? Comece pensando sobre tudo isto, e a obedecer a “Lei do Senhor” escrita em seu coração, isto é, em sua consciência. É o que diz Rm 2.14-15: “Os que ouvem a Lei não são justos, mas os que praticam a Lei hão de ser justificados. Porque, quando os gentios, que não têm Lei , fazem naturalmente as coisas que são da Lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei. Os quais mostram a obra da Lei escrita em seus corações”.
Você é um cristão? Então responda com sinceridade para você mesmo: é um cristão de fato e de verdade? Ou é um “cristão nominal”, que “faz média” com o mundo?
Nesse caso, não deixe para depois, tome a decisão: seja um cristão fiel, de fato e de verdade, conforme Rm 12.1-2: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. E diga como o salmista no Salmo 119.97: “Oh! Quanto amo a Tua Lei”.
28/11/2011
O que significa Monergismo - importante
FONTE: Duas Visões de Regeneração por John Hendryx. Tradução e modificado por: Felipe Sabino de Araújo Neto Cuiabá-MT.
"...se alguém faz a assistência da graça depender da humildade ou obediência do homem e não concorda que é um próprio dom da graça que sejamos obedientes e humildes, contradiz o Apóstolo que diz, “ E que tens tu que não tenhas recebido? ” (1 Coríntios 4:7), e, “ Pela graça de Deus sou o que sou ” (1 Coríntios 15:10). - Concílio de Orange, 529 D.C.
Monergismo (regeneração monergística) é uma bênção redentora adquirida por Cristo para aqueles que o Pai Lhe deu (1 Pedro 1:3; João 6:37,39). Ela comunica aquele poder na alma caída pela qual a pessoa que deve ser salva é eficazmente capacitada a responder ao chamado do evangelho (João 1:13, Atos 13:48). Ela é aquele poder sobrenatural de Deus somente pelo qual nos é concedido a capacidade espiritual para cumprir as condições do pacto da graça; isto é, para apreender o Redentor por uma fé viva, para se achegar aos termos da salvação, se arrepender dos ídolos e amar a Deus e o Mediador supremamente. O Espírito Santo, ao vivificar a alma, misericordiosamente capacita e inclina o eleito de Deus ao exercício espiritual da fé em Jesus Cristo (João 6:44, 1 João 5:1). Este processo é o meio pelo qual o Espírito nos traz à viva união com Ele.
A Confissão de Westminster, usando o mesmo tipo de linguagem, observa que a fé é tanto um requerimento do pacto como algo pelo qual Deus capacita o homem a cumprir, concedendo-lhe novas capacidades e afeições espirituais: Sob os termos do pacto da graça, Deus "livremente oferece aos pecadores a vida e a salvação por Jesus Cristo, exigindo deles a fé nEle para que sejam salvos; e prometendo dar a todos os que estão ordenados para a vida o seu Santo Espírito, para dispô-los e habilitá-los a crer". - Confissão de Fé de Westiminister, Capítulo VII - DO PACTO DE DEUS COM O HOMEM (ênfase minha).
Em outras palavras, o que Deus requere de nós (fé, arrependimento, amar a Ele supremamente), Ele nos concede em Cristo (2 Timóteo 2:25; Efésios 2:5,8). De fato, todos os benefícios de nossa salvação podem ser traçados até Cristo e Sua obra consumada sobre a cruz. A regeneração, um desses benefícios da redenção, é concedida àqueles sobre quem Deus colocou Sua afeição antes dos tempos eternos (Efésios 1:5), para que eles possam se apropriar dessas bênçãos. Portanto, é importante não confundir os conceitos de regeneração e justificação. Regeneração é o que produz a fé em Cristo, a qual se apropria da bênção da justificação. Todas essas são bênçãos que Cristo adquiriu para nós ao cumprir o nosso lado no pacto em perfeita obediência tanto passiva como ativa às demandas da lei de Deus. Ele viveu a vida que deveríamos ter vivido e morreu a morte que merecíamos.
Ao pecador, que era deliberadamente cego para com a amabilidade de Deus e assim, impossibilitado de ter afeição por Deus ou compreender as coisas espirituais (1 Coríntios 2:14), é agora concedido o Espírito Santo, que circuncida o seu coração, cura a sua cegueira e lhe dá novas afeições por Deus para que ele possa apreender a beleza de Deus e Sua excelência sem igual.
Por que isto é tão vitalmente importante? Simplesmente porque exalta a glória de Jesus Cristo. A Escritura ensina que tudo relacionado ao evangelho é designado a glorificar Cristo e humilhar o homem. Assim, segue-se que tudo quanto diminua a glória de Cristo é inconsistente com o verdadeiro evangelho. Portanto, aqueles que ensinam que a fé dos homens naturais é que lhes faz diferentes dos outros, e não a graça que causa a fé neles, estão indevidamente exaltando o papel do homem na salvação.
Monergismo é a doutrina bíblica de que a regeneração (o novo nascimento) tanto precede como produz a fé em Cristo naqueles que o Espírito Santo determina soberanamente dispensar Sua graça (João 1:13; 6:63-65; Atos 16:14b; 1 João 5:1). Quando pregada no poder do Espírito Santo, o evangelho (Tiago 1:18, 1 Pedro 1:23, 25) tem o poder de abrir os olhos cegos e os ouvidos surdos.
Aqueles mortos em pecado (Efésios 2:1,5,8), portanto, não têm nenhuma parte no seu novo nascimento (Romanos 3:11, 12; 8:7) e são tão passivos no ato regenerativo como um bebê recém-nascido fisicamente. Uma vez restaurada, contudo, a nova disposição da alma imediatamente passa a ter um papel ativo na conversão (arrependimento e fé). Portanto, o homem não coopera em sua regeneração mas, antes, infalivelmente responde em fé a medida que o Espírito Santo muda a disposição de seu coração (João 3:6-8; 19-21). A fé não é algo produzido por nossa natureza humana não regenerada.
O pecador caído não tem capacidade moral ou inclinação para crer antes do novo nascimento. Em vez disso, o Espírito Santo deve abrir os ouvidos da pessoa à pregação do evangelho para que ela possa atender à mensagem (veja o caso de Lídia em Atos 16:14). Embora não haja seqüência temporal, a regeneração causa todos os outros aspectos de nossa salvação. Todos eles ocorrem simultaneamente como o ligar de uma luz. Regeneração, portanto, é a causa direta da fé, justificação, santificação e das santas afeições. Em outras palavras, a fé e os outros benefícios que recebemos da redenção de Cristo, brota da nova capacidade nos dada por Deus.
Dicionário Secular
Monergismo : "Na teologia, A doutrina de que o Espírito Santo é o único agente eficaz na regeneração - que a vontade humana não possui inclinação para a santidade até ser regenerada e, portanto, não pode cooperar na regeneração".
Abaixo, alguns Cristãos na história da Igreja que defenderam a doutrina bíblica do monergismo:
Jonathan Edwards, Charles Spurgeon, Martinho Lutero (que considerava esta doutrina o coração da Reforma), João Calvino, John Knox, John Owen, os Puritanos do século XVII, John Bunyan, Agostinho, George Whitefield, John Gill, Arthur W. Pink e alguns pastores e teólogos contemporâneos tais como Martyn Lloyd-Jones, John Piper, Wayne Grudem, R.C. Sproul, Michael Horton, J.I. Packer, James Montgomery Boice, John MacArthur, etc.
A realidade confrontando a mentira - Missionário do sertão desafia televangelistas da prosperidade
Autor: Rev. Rodrigo G. da Silva
Fonte: [ Pensamento Quase Livre ]
Essa foi realmente muito boa! Um pastor do sertão nordestino desafia os "pastores super-poderosos" da TV, a pregarem sua teologia de Mamon naquela região carente do país, para ver se, de fato, o que eles dizem é verdade.
O anônimo missionário desafia os pastores "Midas" para irem àquela região menos evangelizada do Brasil, tentar mudar o quadro de miséria e aumentar o índice de desenvolvimento humano que é um dos menores. “Eu faço um apelo a vocês, se vocês quiserem conhecer uma das localidades menos evangelizadas do Brasil, e tudo que vocês tocam viram ouro, pode vir aqui transformar a vida desse povo. Ai sim nós iremos dar credibilidade ao falso evangelho da falsa prosperidade”.
Em seu discurso ele desafia esses pastores a deixarem suas riquezas para cumprirem o chamado no Nordeste. “Quero ver vocês construírem suas catedrais, comprarem aviões, viverem luxuosamente através de um local como este. Fica aqui o meu apelo, use o dinheiro que vocês estão gastando na compra de jatinhos, na compra de mansões, na compra de ternos de R$15 mil, R$20 mil reais, relógios caros para pregar o evangelho”.
Veja o vídeo do desabafo deste homem de Deus:
A verdadeira voz profética ainda soa.
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